Dimitri Volkov
| Clã | Brujah |
|---|---|
| Domínio | Rússia / Volzhensk / Forte de Volzhensk |
| Geração | 9ª geração |
| Apelido | Mítia |
- Ancião Brujah que, ainda mortal, teve a família assassinada direta ou indiretamente pelas ações da Princesa Yelena Romanova do clã Ventrue. Em função disso, guarda profunda vingança e isso move suas ações que levarão à Revolução Russa, um meio para derrubar as forças dos Ventrue na Rússia
- Ao longo do arco da guerra contra os Ventrue, se alia a Arkady Raskolnikov dos Malkavian e Tymur dos Gangrel.
- Tem relações comerciais com os Ravnos, em especial com Miha, do qual adquire o artefato Ocullus que entrega à Lev Volkov para que tivesse êxito no Ataque à Krasnoborsk
- Falecida esposa: Tatiana / Falecido filho: Oleg (guarda retratos de ambos nas paredes da Biblioteca do Forte de Volzhensk)
Ancião com origem na família Volkov, mas com pouca conexão com os descendentes atuais.
Crias:
Biografia
[edit | edit source]Dimitri Nikolaievitch Volkov — Mítia para os que têm o privilégio da proximidade — parece um oficial do exército imperial que parou de envelhecer na casa dos quarenta. Cabelos castanhos com fios grisalhos, impecavelmente penteados para trás. Olhos cinzentos. Postura rígida, mãos invariavelmente atrás das costas quando pensa. Fuma charutos. Quando sorri à noite, os caninos são estranhamente afiados.
Lutou ao lado de Yuri Asimov nas Guerras da Crimeia e reconheceu o sangue cainita diluído naquele homem. Aprendeu, ao longo dos séculos, a ler a herança nos descendentes. Quando um garoto chamado Lev Ivanovitch apareceu na propriedade dos Asimov em 1881, Dimitri o reconheceu de imediato — filho de Piotr Mikhailovitch Volkov seu servo pelo sangue. "É tão parecido com ele que qualquer idiota perceberia."
Observou Lev por três anos antes de agir. Mandou Irina Grigorievna Meshcherskaya como olhos à propriedade. Esperou. Quando julgou o momento certo, apareceu no portão da fazenda com uma adaga e uma instrução: "Aprenda a matar, Lev. Você vai precisar."
Piotr Morozov havia participado dos Narodna Volya — o grupo que assassinou o Czar Alexandre II em 1881. Dimitri estava por trás das cenas, tecendo a rede que tornaria aquilo possível. A Revolução não é para ele um evento histórico: é a destruição metódica do sistema que protege os Ventrue na Rússia, a vingança por uma família mortal destruída pela Princesa Yelena Romanova.
"A terra pertence a quem nela trabalha", disse a Lev, quando o jovem perguntou sobre os servos da propriedade. Não era retórica. Era crença.
É severo na medida exata que impede erros, e raramente expressivo além disso. Quando Lev se empolgou com matar, Dimitri o silenciou com uma frase: "Todos nós aqui sujamos as mãos. A verdadeira decisão é escolher quando não matar." Quando Artem fala demais, um olhar basta para calar. Quando elogia, é com um sorriso discreto que dura menos de um segundo.
Guarda retratos da esposa Tatiana e do filho Oleg na biblioteca do Forte de Volzhensk. Nunca os menciona.
Notas para o Narrador
[edit | edit source]Dimitri não é benfeitor — é um estrategista que investe em ativos humanos. Lev percebeu isso cedo: "Qual é a linha que separa a benfeitoria ameaçadora de Dimitri de um modelo novo de servidão?" A resposta não é simples, e Dimitri nunca a ofereceu.
Seu ódio pela aristocracia vampírica é genuíno. Mas a estrutura que constrói no lugar — com crias leais, territórios, redes de ghouls — não é tão diferente do que combate. Isso ele também nunca menciona.
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