Sofia Ivanova Kostina
Sofia Ivanova Kostina
[edit | edit source]Apelido: Sonya Papel: Nobre mortal / Humana protegida do Clã Brujah Família: Filha de Ivan Kostin e Yelena Kostina Casada com Maksim Asimov
Biografia
[edit | edit source]Sofia Ivanova Kostina cresceu na família Kostin de Volzhensk — dinheiro em carvão mineral, investimentos industriais, e a expectativa de que uma filha bonita servia principalmente para selar alianças. Seu pai, Ivan Kostin, tinha interesses nas minas de carvão associadas ao galês John Hugues e via o noivado com o herdeiro Asimov como um negócio razoável.
Toca violino. Tem olhos esmeraldas. Bebe uísque com a mesma desenvoltura que seu noivo, e nenhuma das duas coisas era considerada virtude para uma jovem nobre russa em 1881.
O noivado com Maksim Asimov começou com a pulseira de ouro e esmeraldas que havia pertencido à falecida Lizaveta Asimova — presente enviado por Lev sem que Maksim sequer soubesse o valor real da joia. Sofia ficou com o coração na mão ao recebê-la. Ficou apaixonada, depois ficou irritada, depois ficou irritada e apaixonada ao mesmo tempo, que é a forma mais estável que o relacionamento deles alcançou. Os dois brigavam com a fluência de quem praticou muito, se evitavam como exercício e se encontravam na biblioteca com os cabelos baguncados quando achavam que ninguém olhava.
Vasily olhava. Sempre.
Nos três anos de noivado oficial, Sofia tornou-se inseparável de Anastasia — preferia bordar com a cunhada a suportar o noivo. Observava com sorriso travesso os esquemas de Lev no jardim. Fazia perguntas cortantes na hora errada. Era, por baixo do charme cínico, uma mulher genuinamente curiosa que havia aprendido que curiosidade em mulheres nobres devia ser disfarçada de frivolidade.
Em setembro de 1884, em São Petersburgo, foi sequestrada junto com os Asimov por Artem e Lyubov. A Gangrel a esbofeteou com força — ela e Anastasia. Quando Lev desceu até ela, Sofia levantou os olhos esmeralda encharcados e perguntou, com toda a seriedade do mundo: "Eu estou feia?"
Não era vaidade. Era a única medida de controle que lhe restava.
Lev propôs o seguinte: ir para Kerch como esposa de "Evgeni Sevastyan" — o real Maksim Asimov, que partiria disfarçado de servo. Ela seria oficialmente a esposa de um servo. Cometeria adultério com o próprio marido. O nome Asimov desapareceria do mapa, e os Kostin ficariam com a história que ela escolhesse contar.
Sob ameaça de morte dos dois Asimov, aceitou.
Partiu para Kerch no dia seguinte, após a cerimônia de casamento às pressas. O que ela fez com aquela situação absurda — esposa de um homem que fingia ser servo, servida por um homem que fingia ser seu marido — fica a critério do narrador.
Notas para o Narrador
[edit | edit source]Sofia é mais inteligente do que aparenta e mais frágil do que admite. A pergunta "estou feia?" depois de levar um tapa de uma vampira diz tudo sobre onde seus medos reais residem.
Sua relação com Maksim nunca foi resolvida — apenas relocada para Kerch com nova nomenclatura.
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