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== A Casa e o Padre == Marguerite mora num apartamento pequeno no segundo andar de um sobrado em Belleville, a menos de cinquenta metros da Igreja de Saint-Jean-Baptiste-de-Belleville, onde o [[Padre François Moreau]] celebra missa. A história que a vizinhança conhece é simples e irresistível para fofoca: Marguerite chegou ao bairro em 1912 vinda do décimo distrito, sem família conhecida. O Padre — um homem solteiro, de origem nebulosa, marcado pelas guerras que nunca menciona em detalhe — a ajudou a conseguir o apartamento, intercedeu em seu favor com o proprietário, e desde então a visita regularmente. Ela, por sua vez, cuida da sacristia às quartas, leva sopa ao padre quando ele está doente, e tem chave da entrada lateral da igreja. '''A fofoca de Belleville diz que ela é filha bastarda do Padre François.''' Ninguém tem prova. Ninguém precisa. Os detalhes batem: os dois têm a mesma teimosia, o mesmo jeito de olhar para as pessoas como se estivessem calculando o quanto de dor elas carregam, e o Padre nunca negou explicitamente — o que, para os padrões do bairro, equivale a confirmar. A verdade é que [[Padre François Moreau]] conheceu a mãe de Marguerite durante as guerras coloniais, antes de ordenar-se. Ele não é o pai. Mas prometeu ao pai dela, no leito de morte, que olharia pela filha. O Padre cumpre promessas com a mesma obstinação com que recusa explicar sua vida pregressa. Marguerite sabe da fofoca. Desmente quando tem paciência, ignora quando não tem. Internamente, a relação com o Padre é uma das poucas coisas estáveis de sua vida — uma espécie de parentesco escolhido que nenhum dos dois sabe muito bem nomear. ----
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