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	<title>Vampiro - User contributions [en]</title>
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		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=%C3%89mile_Garnier&amp;diff=143</id>
		<title>Émile Garnier</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Émile Garnier ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo || Mortal — Pilar de Humanidade&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Vinculado a || [[aiden]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Convicção vinculada || &#039;&#039;&amp;quot;Liberdade é sagrada — nunca tire a escolha de alguém completamente&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Localização || Clandestino, base operacional em [[Belleville]] e subterrâneos de Paris&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Afiliação || [[Bando Bonnot]] (refundado, 1916)&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile tem 34 anos em 1917, mas os vive de forma irregular — há semanas em que parece ter vinte e cinco e semanas em que parece ter cinquenta. É magro de uma magreza funcional, sem gordura nem músculo de sobra, como alguém que come o suficiente e move o corpo apenas pelo necessário. Cabelos louros escuros cortados na navalha, sem simetria. Olhos castanho-claros com a qualidade específica de quem desenvolveu o hábito de mapear saídas ao entrar em qualquer ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma cicatriz larga no dorso da mão direita — resultado de um disparo em ricochete num assalto de 1912 que ele descreve como &amp;quot;o dia em que aprendi que carros e balas não combinam, mas vamos usá-los mesmo assim&amp;quot;. Fala com as mãos. Gesticula mais do que a situação exige quando está animado com um argumento, e fica absolutamente imóvel quando está com raiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veste-se para desaparecer: calças de operário, casaco sem ornamentos, boné. Nada que prenda o olhar. Quando precisa parecer burguês para um golpe, faz isso com eficiência técnica e desconforto visível — como um ator que detesta o papel mas sabe que é necessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Quem É ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile Garnier nasceu em Marselha em 1883, filho ilegítimo de uma prostituta que morreu de febre tifóide quando ele tinha sete anos. Cresceu em instituições de caridade e nas ruas — primeiro em Marselha, depois em Lyon, depois em Paris, seguindo o fluxo de trabalho disponível para quem não tem documentos completos nem sobrenome útil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhou como entregador, depois como mecânico de bicicletas, depois como motorista em 1909, quando os automóveis ainda eram novidade suficiente para que qualquer homem jovem com coragem de se sentar ao volante conseguisse trabalho. Foi como motorista que conheceu os primeiros membros do que viria a ser o &#039;&#039;&#039;[[Bando Bonnot]]&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grupo se formou em torno de uma ideia simples e radical: o &#039;&#039;&#039;ilegalismo anarquista&#039;&#039;&#039;. A propriedade privada é roubo — logo, roubar dos proprietários não é crime, é a correção de um crime anterior. Os bancos, as casas de comércio, os cofres dos ricos existem com o produto do trabalho não pago de trabalhadores. Tomá-los de volta é apenas contabilidade honesta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que o distinguia dos ladrões comuns era a teoria. O [[Bando Bonnot]] não roubava por necessidade — roubava por princípio, e depois distribuía parte do resultado em panfletos e publicações anarquistas. Era terrorismo econômico com manifesto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O [[Bando Bonnot]]: 1911–1913 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile não era o líder do Bando — esse papel pertencia a Jules Bonnot, um mecânico de Lyon com talento para violência e absoluta indiferença ao perigo. Mas Émile era o motorista. Na era dos assaltos de automóvel, isso significava ser a diferença entre escapar e morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1911 e 1913, o Bando cometeu &#039;&#039;&#039;dezenas de assaltos&#039;&#039;&#039; em Paris e arredores, sempre com o mesmo método: carro roubado, abordagem rápida, tiros se necessário, fuga em alta velocidade antes que a polícia pudesse reagir. Era eficiente porque era novo — a &#039;&#039;Sûreté&#039;&#039; não tinha protocolo para perseguições de automóvel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fim chegou em 1913. A polícia cercou Jules Bonnot num armazém em Choisy-le-Roi. O cerco durou horas; Bonnot morreu. Os demais membros foram caçados um a um. Raymond Callemin foi guilhotinado. Outros foram presos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile escapou porque não estava no armazém. Estava em Belleville fazendo uma entrega de panfletos quando recebeu a notícia. Saiu de Paris naquela mesma noite, passou dois anos circulando entre Bruxelas, Genebra e Lyon sob nomes falsos, e voltou em 1915 quando a guerra havia criado caos suficiente para que um homem com documentos medíocres pudesse desaparecer na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Bando Refundado: 1916–1917 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile não refundou o Bando por nostalgia. Refundou porque a guerra criou condições que tornaram o ilegalismo &#039;&#039;necessário&#039;&#039; de uma forma nova.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1917, Paris é uma cidade em que:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Metade dos homens está morta ou no front.&#039;&#039;&#039; As mulheres trabalham por metade do salário que os homens recebiam.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O racionamento é seletivo.&#039;&#039;&#039; Quem tem dinheiro não sente o racionamento. Quem não tem morre de frio.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Clemenceau persegue &amp;quot;defeatistas&amp;quot;&#039;&#039;&#039; — palavra que na prática significa qualquer pessoa que diga em voz alta que a guerra foi um erro.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Os lucros de guerra&#039;&#039;&#039; vão para os mesmos donos de fábrica que antes da guerra. A morte dos trabalhadores é, contabilmente, uma oportunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Émile, isso não era argumento político abstrato. Era o que ele via todo dia em Belleville.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O novo Bando tem &#039;&#039;&#039;quatro membros fixos&#039;&#039;&#039; — incluindo Émile — e uma rede de contatos e simpatizantes mais ampla que ele nunca nomeia, nem para si mesmo, em voz alta. Opera com mais cautela do que o Bando original: menos assaltos espetaculares, mais golpes cirúrgicos. Roubam carregamentos de ração que estão sendo desviados para o mercado negro. Atacam cofres de empresas que fraudam famílias de soldados mortos. Distribuem parte do resultado para redes de apoio em Belleville — inclusive, indiretamente, para o conselho de mulheres de [[Marguerite Rousseau]], sem que ela saiba de onde vem o dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Conexão com Muitas-Trancas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile conheceu &#039;&#039;&#039;Muitas-Trancas&#039;&#039;&#039; (o Samedi contrabandista) através de um contato do antigo Bando que havia desaparecido nas catacumbas e voltado mudado — mais sábio, mais assustado e com acesso a coisas que não existiam no mercado regular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A relação com Muitas-Trancas é &#039;&#039;&#039;puramente comercial&#039;&#039;&#039; do ponto de vista de Émile. O Samedi fornece: documentos falsos de qualidade, armas que não têm histórico rastreável, informações sobre movimentações policiais, e ocasionalmente acesso a locais de Paris que não constam em nenhum mapa. Émile paga em trabalho — escoltas, entregas discretas, às vezes &amp;quot;fazer uma coisa desaparecer&amp;quot; sem perguntas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile sabe que Muitas-Trancas não é humano. Chegou a essa conclusão de forma pragmática: as coisas que o Samedi sabe, a forma como se move, a indiferença à morte que emana dele. Émile catalogou isso e arquivou como &amp;quot;um dos fatos bizarros do mundo que não mudam o que precisa ser feito&amp;quot;. Não tem medo — ou decidiu que não pode se dar ao luxo de ter medo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi Muitas-Trancas quem apresentou Émile a [[aiden]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Émile e Aiden ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro encontro foi operacional: Muitas-Trancas precisava que alguém escoltasse uma entrega através de uma área da cidade onde havia tensão entre grupos rivais. Indicou Aiden. Émile ficou trinta segundos olhando para o Gangrel com expressão avaliativa e depois disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;— Você não é humano. Isso é problema para você, não para mim. Vamos.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde então, trabalham juntos periodicamente. Émile contrata Aiden para trabalhos que exigem alguém que não pode ser intimidado por número — o Gangrel funciona como dissuasão viva. Paga bem, em dinheiro ou em informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que diferencia Émile de praticamente todos os outros contatos de Aiden é simples: &#039;&#039;&#039;ele trata Aiden como igual&#039;&#039;&#039;. Não como monstro útil, não como ferramenta, não como algo a ser temido ou gerenciado. Como um homem com quem se trabalha. Discute com ele, discorda, pede opinião, às vezes está errado e admite isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa que seja ingênuo. Émile sabe que Aiden é perigoso. Sabe que há aspectos do que o Gangrel é que ele provavelmente não quer entender em detalhe. Mas perigoso não é, para Émile, um disqualificador moral — a questão é &#039;&#039;para quem&#039;&#039; e &#039;&#039;por quê&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aiden, por sua vez, reconhece em Émile algo que raramente encontra: alguém que escolheu sua liberdade de forma ativa e consciente, calculando o custo, e seguiu em frente mesmo assim. Para o Gangrel que passou anos sob Paulino e agora passa anos sob D&#039;Argent, isso tem peso específico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles nunca discutiram isso diretamente. Mas está lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personalidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile Garnier é &#039;&#039;&#039;inteligente de uma forma que ele não anuncia&#039;&#039;&#039;. Não faz questão de parecer inteligente — faz questão de ser eficiente. A diferença é que inteligência performática chama atenção e ele passou uma década fugindo de atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem &#039;&#039;&#039;convicções inabaláveis sobre liberdade&#039;&#039;&#039; e uma flexibilidade pragmática sobre quase tudo o mais. Pode trabalhar com vampiros, com contrabandistas haitianos, com anarquistas russos, com quem for — desde que o objetivo seja claro e não envolva machucar quem já foi suficientemente machucado pela máquina que ele combate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não tem medo de morrer.&#039;&#039;&#039; Isso é literal, não metáfora. Passou 1913 esperando ser capturado e guilhotinado como Raymond. Quando não foi, ficou com uma espécie de liberdade específica de quem já fez as pazes com o resultado mais provável. O que o aterroriza — o único cenário que produz algo próximo de pânico — é &#039;&#039;&#039;ser capturado vivo&#039;&#039;&#039;. Não pela morte que viria depois, mas pelos dias entre a captura e a morte, e o que poderia dizer nesses dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fuma constantemente. Cachimbo de barro ordinário, tabaco de qualidade duvidosa. Quando está pensando em algo difícil, a frequência das baforadas aumenta de forma quase metronomicamente rastreável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== As Explosões de Belleville — 7 de Dezembro de 1917 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na noite de 7 de dezembro de 1917 — a mesma noite em que [[Louis Dubois]] entra em torpor no Palais Garnier — há explosões em Belleville.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O alvo era um armazém no qual um comerciante conhecido por fraudar famílias de soldados mortos acumulava ração desviada do sistema de distribuição civil. Émile planejou a operação por três semanas. A execução foi limpa: o armazém foi destruído, o comerciante perdeu o estoque. Ninguém morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema é que a polícia de Clemenceau não investiga com nuances. Explosões em Belleville em 1917 evocam imediatamente sabotagem pró-alemã. A &#039;&#039;Sûreté&#039;&#039; e a inteligência militar estão, desde o dia 8, fazendo perguntas no bairro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile está na clandestinidade mais profunda desde então. Não saiu de Paris — sair seria mais suspeito do que ficar — mas reduziu todos os contatos ao mínimo. Muitas-Trancas está temporariamente inacessível. [[aiden]] está em torpor e portanto também inacessível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Émile não sabe do torpor de Aiden. Sabe que tentou contactá-lo e não obteve resposta. Catalogou isso como &amp;quot;algo aconteceu&amp;quot; e seguiu em frente — preocupado, mas sem tempo para isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Vulnerabilidades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A polícia&#039;&#039;&#039; o conhece pelo nome verdadeiro desde 1913. Qualquer oficial com acesso aos arquivos da &#039;&#039;Sûreté&#039;&#039; pode identificá-lo por foto se o capturar.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Os novos membros do Bando&#039;&#039;&#039; — Émile confia neles, mas confia de forma calculada. Uma pressão suficientemente grande sobre um deles e ele está exposto.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Muitas-Trancas&#039;&#039;&#039; sabe demais sobre suas operações. A aliança é útil, mas a dependência é uma vulnerabilidade.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A recusa a sair de Paris.&#039;&#039;&#039; É uma decisão racional, mas significa que está sempre dentro do perímetro de caça.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Marguerite Rousseau]]&#039;&#039;&#039; — ele não a conhece pessoalmente, mas o conselho de mulheres dela recebe dinheiro de origem rastreável até o Bando se alguém puxar o fio. Se isso vier à tona, ela é comprometida sem ter feito nada consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Para o Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Émile como espelho de liberdade:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Ele é o que Aiden poderia ter escolhido ser — alguém que também foge, também opera nas margens, também vive em perigo constante, mas que escolheu isso ativamente e por princípio em vez de ser arrastado para isso pelo trauma. A comparação não precisa ser explícita; pode existir como subtexto sempre que os dois aparecem juntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A operação de Belleville como gancho:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
As explosões de 7 de dezembro criam uma linha de investigação que pode cruzar com qualquer enredo da crônica. A &#039;&#039;Sûreté&#039;&#039;, a inteligência militar, a Camarilla preocupada com exposição — todos têm razões para querer saber quem explodiu o armazém. Émile está no centro disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O momento em que Émile descobrir sobre vampiros de verdade:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Ele sabe que Aiden não é humano. Mas &amp;quot;não humano&amp;quot; é diferente de &amp;quot;vampiro com política interna, príncipes, hierarquias e guerras invisíveis&amp;quot;. Quando — e se — ele descobrir a escala do mundo sobrenatural de Paris, a reação não será terror. Será &#039;&#039;&#039;análise de classe imediata&#039;&#039;&#039;: quem detém o poder, quem é explorado, de que lado deveria estar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Destruição do Pilar:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Se Émile for capturado vivo, o dano começa antes da morte — porque o que ele pode dizer sob pressão afeta Aiden, Muitas-Trancas e potencialmente o conselho de Marguerite. Se for morto, Aiden perde o único interlocutor que o trata como igual sem agenda. Ambos os caminhos são ricos narrativamente e ambos são plausíveis para um personagem que vive como Émile vive.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
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		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Padre_Fran%C3%A7ois_Moreau&amp;diff=142</id>
		<title>Padre François Moreau</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Padre François Moreau ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo || Mortal — Pilar de Humanidade&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Vinculado a || [[aiden]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Convicção vinculada || &#039;&#039;&amp;quot;Nunca escravizarei nem torturarei outro ser&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Localização || Igreja de Saint-Jean-Baptiste-de-Belleville, [[Belleville]], [[Paris]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
François Moreau tem 58 anos em 1917, mas parece mais. É um homem alto que já foi mais alto — carrega os ombros ligeiramente curvados, como se o peso de décadas de confissões tivesse acabado por dobrar a postura. Cabelos completamente brancos, cortados curtos e sem cuidado. A barba de três dias é constante, nunca cresce além disso nem desaparece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rosto é marcado de uma forma que vai além da idade: há uma cicatriz horizontal abaixo da orelha esquerda, fina e velha, que ele nunca explica. As mãos são grandes e estáveis — mãos que seguraram fuzis e que agora seguram cálices, com a mesma economia de movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usa sempre a batina preta, surrada nos cotovelos, com um botão no colarinho que teima em não fechar direito. Tem o hábito de andar pelos corredores da igreja à noite, quando não consegue dormir, segurando uma vela em vez de acender os gaseiros — hábito de quem passou anos economizando luz em lugares onde luz era perigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Quem É ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
François Moreau nasceu em Lyon em 1859, filho de um comerciante de tecidos e uma professora primária. Estudou no seminário por vocação genuína — ou pelo menos por aquilo que, aos dezoito anos, parecia vocação genuína. Antes de ser ordenado, a França o chamou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serviu como soldado raso nas &#039;&#039;&#039;guerras coloniais francesas&#039;&#039;&#039;: primeiro no Tonquim, no início da década de 1880, onde a França consolidava o controle sobre o Vietnã. Depois na &#039;&#039;&#039;conquista do Congo&#039;&#039;&#039; e em operações menores no Marrocos. Ele passou quase oito anos em campo antes de retornar à França e, finalmente, completar a ordenação em 1891.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que aconteceu nesses oito anos não está em nenhum documento eclesiástico. François não fala sobre isso de forma direta. O que se observa é o resultado: um padre que não acredita em guerras justas, que não benze armas, que recusa celebrar missa de espada em punho como alguns colegas fazem para os soldados mobilizados. Que quebrou com o bispo de Lyon em 1914 numa discussão que ninguém testemunhou mas cujo eco chegou até Belleville.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transferido — alguns dizem que forçado a se transferir — para a paróquia de Saint-Jean-Baptiste-de-Belleville em 1912, chegou sem recomendações calorosas e com uma caixa de livros que levou três homens para carregar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Padre e a Confissão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
François Moreau leva o &#039;&#039;&#039;sigilo sacramental&#039;&#039;&#039; com uma seriedade que beira o absoluto. Não porque seja um homem de regras — é claramente alguém que quebrou muitas — mas porque entende, de forma visceral, o que acontece quando as pessoas não têm um lugar seguro para dizer a verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele aceita confissões de qualquer pessoa que se apresente. &#039;&#039;Qualquer&#039;&#039; pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira vez que um vampiro entrou no confessionário da Saint-Jean — anos antes de Aiden — François ficou em silêncio por um longo momento depois de ouvir o que era dito. Depois respondeu como respondia a qualquer outro penitente: com uma pergunta sobre o que o visitante pretendia fazer diferente. O visitante saiu sem resposta para si mesmo, mas voltou. Depois voltou de novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
François não sabe teologia vampírica. Não sabe se as criaturas que confessam a ele têm almas no sentido que estudou no seminário. Desistiu de se preocupar com isso há muito tempo — nos campos do Tonquim, viu homens fazerem coisas que nenhuma teologia conseguia enquadrar, e ainda assim algumas dessas pessoas, anos depois, procuraram redenção. O que lhe interessa não é a metafísica. É o que a criatura diante dele pretende fazer a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ele nunca quebrou o sigilo sacramental.&#039;&#039;&#039; Uma vez, um oficial da polícia veio até ele com perguntas sobre um penitente suspeito de sedição. François ouviu tudo com atenção, ofereceu café, e disse que não tinha informações úteis. O oficial foi embora sem nada. O penitente em questão nunca soube que havia sido investigado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Guerra Colonial e o que Voltou com Ele ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
François raramente menciona o Tonquim ou o Congo. Quando o assunto surge — e na paróquia de Belleville, com tantos mutilados de guerra chegando, o assunto surge — ele ouve mais do que fala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que se sabe, por fragmentos que escaparam ao longo dos anos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ele participou de operações de &amp;quot;pacificação&amp;quot; — o eufemismo da época para massacres de aldeias suspeitas de resistência.&lt;br /&gt;
* Em algum ponto no Congo, recusou uma ordem. Os detalhes são impossíveis de reconstruir. Resultado: a cicatriz abaixo da orelha esquerda e uma transferência punitiva para o pior posto disponível.&lt;br /&gt;
* Conheceu a mãe de [[Marguerite Rousseau]] durante sua passagem por Paris em 1884, antes de embarcar para a África. Ela era militante operária; ele era um soldado em licença que ainda acreditava em alguma coisa que ainda não sabia nomear. Não houve romance — houve uma amizade intensa e breve de três semanas. Quando o pai de Marguerite adoeceu, em 1907, mandou carta a François. No leito de morte, pediu que olhasse pela filha. François cumpre promessas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltou da guerra um homem que havia visto o que seres humanos fazem quando recebem poder absoluto sobre outros e acreditam que esses outros não contam como humanos. Isso moldou tudo: sua teologia, sua pastoral, sua recusa em hierarquizar quem merece redenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Vida em Belleville ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A paróquia de Saint-Jean-Baptiste-de-Belleville é grande para um padre só. François celebra as missas obrigatórias, visita os doentes, administra os sacramentos. Faz tudo isso com eficiência sem entusiasmo litúrgico — o ritual, para ele, é o invólucro, não o conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O conteúdo são as conversas. O confessionário está disponível todos os dias, não apenas às sextas. A sacristia serve como sala de espera informal para quem precisa falar com alguém. François tem o hábito de oferecer café aguado e pão duro a qualquer hora do dia ou da noite, o que significa que a entrada lateral da igreja raramente está vazia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[[Marguerite Rousseau]]&#039;&#039;&#039; cuida da sacristia às quartas, leva sopa quando ele está doente, e tem chave da entrada lateral. O bairro diz que ela é sua filha bastarda. François já explicou a verdade para talvez três pessoas em cinco anos. As três concordaram que a explicação verdadeira era menos interessante que a fofoca, e pararam de repeti-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele não se incomoda com a fofoca. Se incomoda com a ideia de que ela possa um dia criar problemas para Marguerite junto à Igreja — e por isso mantém uma distância pública ligeiramente maior do que a amizade entre eles justificaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aiden e o Padre ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aiden encontrou François Moreau por acidente, numa noite de 1915 em que estava sendo perseguido por um grupo de mortais armados que o haviam visto fazer algo impossível. Entrou pela entrada lateral da igreja sem pensar — apenas colocou distância entre ele e os perseguidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
François estava lá, sozinho, arrumando o altar com uma vela na mão. Olhou para Aiden — a aparência bestial, os olhos, as marcas — e ficou completamente imóvel por talvez três segundos. Depois disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;— Sente-se. Tem pão se quiser.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aiden não comeu o pão. Mas sentou. E ficou até o amanhecer, porque François fez perguntas que ninguém havia feito antes — não sobre o que Aiden era, mas sobre o que havia feito e o que pretendia fazer. As mesmas perguntas do confessionário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde então, Aiden volta. Às vezes meses sem aparecer. Às vezes toda a semana. François nunca pergunta onde ele esteve. Nunca diz que está com medo — embora Aiden saiba que está, em algum nível, porque seria idiota não estar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que o padre lhe diz, em variações da mesma coisa ao longo de anos: &#039;&#039;&amp;quot;Você já foi humano. Isso não deixa de ser verdade só porque agora é outra coisa.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personalidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
François Moreau é um homem de &#039;&#039;&#039;pouquíssimas palavras e atenção total&#039;&#039;&#039;. Quando ouve alguém, ouve de verdade — não está formulando resposta enquanto o outro fala. Isso desconcerta as pessoas, especialmente as que estão acostumadas a ser ouvidas pela metade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem &#039;&#039;&#039;humor muito seco&#039;&#039;&#039;, quase invisível. As piadas que faz são ditas com o mesmo tom das afirmações sérias, o que significa que metade do bairro não percebe que ele está brincando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É &#039;&#039;&#039;teimoso de uma forma que ele mesmo não reconhece como teimosia&#039;&#039;&#039; — chama de princípios. Quando decidiu que não benzeria armas durante a guerra, não houve argumento, pressão episcopal ou ameaça de transferência que o fizesse mudar. Simplesmente não fez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tem ilusões sobre a natureza humana. Ou a natureza vampírica. O que tem é uma recusa em usar isso como desculpa para nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Vulnerabilidades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A saúde:&#039;&#039;&#039; 58 anos marcados por guerras tropicais, tuberculose leve que nunca foi completamente curada, invernos de Belleville. Ele está bem — mas está bem para um homem que poderia não estar.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A posição eclesiástica:&#039;&#039;&#039; Já está em má relação com o bispo de Lyon. Uma segunda controvérsia — fofoca sobre Marguerite amplificada, suspeita de abrigar elementos subversivos, qualquer coisa — pode resultar em transferência ou suspensão.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Marguerite:&#039;&#039;&#039; Ele faria coisas imprudentes para protegê-la. Quem souber disso tem alavanca.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O confessionário:&#039;&#039;&#039; A polícia já foi até ele uma vez. Pode voltar. Em 1917, com Clemenceau no poder, a pressão sobre padres suspeitos de simpatie pacifista é real.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Aiden:&#039;&#039;&#039; Se a existência de vampiros na paróquia de François vier à tona de qualquer forma — junto à Igreja, junto à Camarilla, junto a qualquer um com interesse — François é o elo mais fraco da corrente. Ele não tem poderes sobrenaturais. Tem apenas o sigilo e a disposição de não falar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Para o Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;François como espelho de Aiden:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
A função narrativa central do Padre não é dar respostas — é fazer perguntas que Aiden não consegue fazer a si mesmo. Cada visita pode ser uma oportunidade de externalizar o conflito interno do personagem sem que pareça monólogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A fofoca como ferramenta:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
A suspeita de paternidade bastarda pode ser usada de formas variadas: proteção informal de Marguerite, alavanca de chantagem contra o Padre, ou simplesmente textura de bairro que faz os dois personagens parecerem mais reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O passado colonial como paralelo:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
François viu mortais tratarem outros mortais como não-humanos — e participou disso, ao menos por omissão ou presença. Esse passado cria uma empatia específica com Aiden: o padre não precisa entender a mecânica vampírica para entender o que é ser uma criatura que faz coisas que não consegue desfazer. Isso pode ser explorado em conversas mais profundas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Destruição do Pilar:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Se François morrer — especialmente se morrer de forma violenta ou por causa das ações de Aiden — o impacto não é só mecânico. É a perda da única voz externa que diz a Aiden que ele ainda pode ter limites. Sem essa voz, o caminho para &#039;&#039;&amp;quot;a tortura é eficiente, por que não usar?&amp;quot;&#039;&#039; fica mais curto.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=No%C3%A8mie_Dubois&amp;diff=141</id>
		<title>Noèmie Dubois</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Noèmie Dubois ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome de solteira || Desconhecido&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Estado civil || Casada com [[Louis Dubois]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Filha || [[Jolie Dubois]] (nascida janeiro de 1914)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Residência || [[Lapin Agile]], Montmartre, Paris&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Status em dezembro de 1917 || Mortal, viva — reencontrou Louis em 23 de dezembro de 1917&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecida por Louis pela primeira vez em 1913, com aproximadamente dezenove anos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Pele pálida e tenra, porte magro mas ombros retos e postura ereta&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Cabelos pretos como betume&#039;&#039;&#039;, cortados na altura do ombro — ousadia rara para a época&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Olhos verde-acidentados&#039;&#039;&#039;, expressivos, fortemente maquiados com delineador preto e batom vermelho&lt;br /&gt;
* Veste-se com vestidos longos bordados, meias escuras, sapatos vermelhos&lt;br /&gt;
* Com frequência usa vestidos que ela mesma costura — especialmente os de festa, com detalhes de renda e pérolas falsas&lt;br /&gt;
* Na cerimônia de casamento usou vestido longo branco de seda com pérolas bordadas no peito e nas mangas, presenteado por um comerciante do círculo boêmio. Uma tiara prateada destacava-se nos cabelos negros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personalidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Noèmie não faz rodeios. Fala direto, zomba sem hesitar e raramente fica constrangida por mais de alguns segundos — quando fica, corre para frente em vez de recuar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É corajosa com uma camada fina de orgulho: &#039;&#039;&#039;odeia ser percebida como fragilizada pelos outros&#039;&#039;&#039;. Reserva os momentos de vulnerabilidade exclusivamente para Louis. Quando chora, faz questão de estar virada para o outro lado da cama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem rompantes de ousadia que a surpreendem enquanto os diz — e então acelera o passo, como uma criança preparando uma travessura que já se arrepende a meio caminho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Debaixo da postura altiva há uma mulher que perdeu a mãe aos treze anos, foi abandonada pelo pai e foi criada pelos avós. Essa história raramente aparece, mas quando aparece, vem sem drama: apenas um fato, um instante em que os olhos se perdem, e logo o largo sorriso de volta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Traços marcantes:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Bebe diretamente do gargalo quando quer&lt;br /&gt;
* Canta enquanto cozinha&lt;br /&gt;
* Cose os próprios vestidos em segredo — considera o hábito incompatível com a imagem de mulher moderna e livre que cultiva&lt;br /&gt;
* Fuma com elegância e sem pedir licença&lt;br /&gt;
* Improvisa letras e contesta músicas no meio da performance&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Natural de &#039;&#039;&#039;Étampes&#039;&#039;&#039; — nunca foi e jamais seria parisiense, como Julien gostava de lembrar. Criada pelos avós após a morte da mãe (quando tinha treze anos) e o desaparecimento do pai. Chegou a Montmartre por conta própria, com ambições claras: queria cantar no Moulin Rouge e percorrer a Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;— Não vou sumir, vou aparecer mais que qualquer um. Anote o que digo, essa garçonete aqui vai virar estrela no Moulin Rouge e vai cantar por toda a Europa.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Trajetória ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== No Lapin Agile ===&lt;br /&gt;
Trabalhava como garçonete quando [[Frédéric Gérard]] a colocou para um ensaio improvisado diante de [[Julien Dubois]], [[Pablo Picasso]] e um desconhecido recém-chegado. Cantou &#039;&#039;Milord&#039;&#039; com voz firme, interpretação cheia de caras e bocas, e arrancou aplausos — mas Frédé não a aprovou de imediato, &#039;&#039;&amp;quot;apenas para fins dramáticos&amp;quot;&#039;&#039;, como ele mesmo admitiu. Foi contratada junto com Louis Dubois na mesma noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passou de garçonete a cantora principal. O público do Lapin dobrou quando ela e Louis dividiram o palco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Louis e o casamento ===&lt;br /&gt;
O encontro com Louis foi literalmente uma queda — ela pisou errado no salto, caiu nos braços dele, e ele cantou &#039;&#039;Au clair de la lune&#039;&#039; sem soltar a mão dela. Ela respondeu na mesma música, mudando a última palavra para zombar dele, e a plateia gargalhou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meses depois, Louis a pediu em casamento de joelhos no meio do cabaré cheio, na frente dos gascões bêbados de Julien. Ela fingiu deliberar, deixou o suspense crescer, e então o levantou e o beijou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;— Acho que a plateia tem razão!&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casaram em &#039;&#039;&#039;maio de 1913&#039;&#039;&#039;, numa cerimônia rápida pressionada pelo círculo boêmio inteiro. Metade dos convidados ficou do lado de fora da sala, de tão numerosos que eram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra e a despedida ===&lt;br /&gt;
Descobriu em &#039;&#039;&#039;junho de 1913&#039;&#039;&#039; que esperava uma filha — [[Jolie Dubois]], que nasceu em &#039;&#039;&#039;janeiro de 1914&#039;&#039;&#039;. Com a eclosão da guerra, Louis recusou o alistamento por meses, sofrendo a humilhação pública de ser chamado de covarde nas ruas de Montmartre. Noèmie segurou o choro na frente dos outros, mas chorou com ele a sós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em &#039;&#039;&#039;agosto de 1914&#039;&#039;&#039;, Louis finalmente partiu. A cena da despedida foi na cozinha do Lapin: ela estava cozinhando, aceitou dançar, deixou-se segurar por alguns segundos — e então se afastou, pousou a mão na bochecha dele e o deixou ir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;— Você vai estar aqui pra cantar a primeira música de ninar da Jolie. Só... volta a tempo, Louis.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Louis prometeu voltar antes do Natal de 1914. &#039;&#039;&#039;Não voltou.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Importância para Louis Dubois ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Noèmie é o &#039;&#039;&#039;único fio de humanidade&#039;&#039;&#039; que restou a Louis após o Abraço. Sua memória o salvou do Frenesi pelo menos duas vezes nas Sessões 10 e 11:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Durante a batalha na Ópera, quando estava à beira do Frenesi com Bóris vulnerável à frente, &#039;&#039;&amp;quot;foi como uma brisa fresca num dia de calor abafado&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* A última sensação consciente antes de desmaiar no duelo com Jacques Noire foi a &#039;&#039;&#039;voz dela&#039;&#039;&#039;: &#039;&#039;&amp;quot;Você já está indo, não é? Você está indo dançar com os alemães.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No torpor de dezembro de 1917, Louis sonha com ela no Lapin Agile — todos reunidos, discutindo a programação da primavera, antes de uma bomba alemã cair.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Termo de carinho ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela e Louis chamam um ao outro de &#039;&#039;&#039;&amp;quot;minha estrelinha&amp;quot;&#039;&#039;&#039; (&#039;&#039;mon étoile&#039;&#039;). Louis a chamou de &#039;&#039;&amp;quot;estrela do Lapin&amp;quot;&#039;&#039; no pedido de casamento. Ela usou o mesmo apelido nele na cena da costura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O reencontro — Sessão 13, 23 de dezembro de 1917 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Louis chegou ao [[Lapin Agile]] cantando a canção de ninar de Jolie pelas ruas nevadas. Dentro, o [[Grupo Itinerante]] preparava o que parecia uma festa de Natal — guirlandas de pinheiro presas à porta, pão no forno, batatas sendo lavadas. Noèmie estava no meio da cozinha com Jolie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frédé o reconheceu primeiro: &#039;&#039;&amp;quot;É você mesmo, Louis?&amp;quot;&#039;&#039; Noèmie ouviu de longe e &#039;&#039;&#039;congelou&#039;&#039;&#039;. Os olhos se abriram de maneira anormal, assustando Jolie. O peito descompassou. Os olhos arderam — e ela não conseguiu se controlar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela não reagiu de imediato ao abraço de Louis. Ficou parada como estátua, sentindo o calor dele, os olhos fechados, a boca tremendo. Foi Sophie que se aproximou, segurou sua mão e disse baixinho: &#039;&#039;&amp;quot;É ele mesmo.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi quando Noèmie soltou um grito e se lançou em choro descontrolado — um abraço firme como nenhum outro que Louis havia sentido em vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;— Eu achei que você tinha morrido. Falaram que todo mundo do seu batalhão tinha morrido. Você viveu, você viveu.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Louis mencionou a morte de Robespierre. Frédé, que vinha atrás com largo sorriso, perdeu a alegria no mesmo instante — engoliu em seco e saiu da cozinha em silêncio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final, com Jolie já rendida pela canção de ninar e Noèmie segurando a mão de Louis, ela riu com lágrimas ainda no rosto — o sorriso molhado de quem passou três anos sem saber se teria motivo para sorrir de novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O que ela ainda não sabe ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Noèmie não sabe que Louis é vampiro. Não sabe que ele nunca envelhecerá. Não sabe o que ele fez durante esses anos, nem o que significa ter sobrevivido quando &#039;&#039;&amp;quot;todo mundo do batalhão morreu&amp;quot;&#039;&#039;. O reencontro aconteceu — mas as perguntas ainda virão.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Marguerite_Rousseau&amp;diff=140</id>
		<title>Marguerite Rousseau</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Marguerite Rousseau ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo || Mortal — Pilar de Humanidade&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Vinculada a || [[aiden]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Convicção vinculada || &#039;&#039;&amp;quot;Sempre proteja aqueles sem poder contra os poderosos&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Localização || [[Belleville]], Paris&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marguerite tem 31 anos em 1917. É uma mulher de estatura média, cabelos castanhos escuros presos num coque frouxo que invariavelmente escorrega para o lado durante o dia — ela raramente lembra de arrumá-lo. Tem olhos de um castanho-avelã que parecem maiores do que são, habituados a encarar interlocutores sem piscar quando faz um argumento. As mãos são calejadas de quem passa horas dobrando folhetos, costurando uniformes para os feridos e lavando curativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veste-se de forma simples e deliberada: blusas de algodão escuras, saias compridas, um velho casaco marrom que pertenceu ao pai. Nunca usa chapéu por uma questão de princípio que ela explica a qualquer um que tiver tempo para ouvir — algo sobre a burguesia e a necessidade de parecer respeitável para ser escutada, e como ela recusa essa lógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Quem É ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marguerite Rousseau nasceu em Belleville em 1886, filha de um operário gráfico e de uma lavadeira. Cresceu entre panfletos sindicais e reuniões clandestinas na cozinha de casa — seu pai era militante da CGT, a Confederação Geral do Trabalho. Quando ele morreu de tuberculose em 1908, deixou para ela uma caixa de tipos gráficos e a convicção de que o mundo precisava ser diferente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela se tornou tipógrafa e depois redatora de um pequeno jornal operário que circulava em Belleville e Ménilmontant. Com a guerra, o jornal foi fechado pela censura de Clemenceau em 1917. Marguerite não parou — passou a organizar os &#039;&#039;&#039;conselhos de mulheres&#039;&#039;&#039; do bairro, redes informais de viúvas, mães e operárias que se reuniam para trocar informações sobre direitos, rações, auxílios e, quando podiam, para falar abertamente sobre o absurdo da guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma &#039;&#039;&#039;pacifista convicta num momento em que pacifismo é quase traição&#039;&#039;&#039;. Não grita isso nas ruas — aprendeu com o fechamento do jornal. Mas diz nas reuniões, com voz firme e olhar direto, que nenhum mapa vale a vida dos homens que voltam sem pernas de Verdun.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Casa e o Padre ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marguerite mora num apartamento pequeno no segundo andar de um sobrado em Belleville, a menos de cinquenta metros da Igreja de Saint-Jean-Baptiste-de-Belleville, onde o [[Padre François Moreau]] celebra missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história que a vizinhança conhece é simples e irresistível para fofoca: Marguerite chegou ao bairro em 1912 vinda do décimo distrito, sem família conhecida. O Padre — um homem solteiro, de origem nebulosa, marcado pelas guerras que nunca menciona em detalhe — a ajudou a conseguir o apartamento, intercedeu em seu favor com o proprietário, e desde então a visita regularmente. Ela, por sua vez, cuida da sacristia às quartas, leva sopa ao padre quando ele está doente, e tem chave da entrada lateral da igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A fofoca de Belleville diz que ela é filha bastarda do Padre François.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém tem prova. Ninguém precisa. Os detalhes batem: os dois têm a mesma teimosia, o mesmo jeito de olhar para as pessoas como se estivessem calculando o quanto de dor elas carregam, e o Padre nunca negou explicitamente — o que, para os padrões do bairro, equivale a confirmar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que [[Padre François Moreau]] conheceu a mãe de Marguerite durante as guerras coloniais, antes de ordenar-se. Ele não é o pai. Mas prometeu ao pai dela, no leito de morte, que olharia pela filha. O Padre cumpre promessas com a mesma obstinação com que recusa explicar sua vida pregressa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marguerite sabe da fofoca. Desmente quando tem paciência, ignora quando não tem. Internamente, a relação com o Padre é uma das poucas coisas estáveis de sua vida — uma espécie de parentesco escolhido que nenhum dos dois sabe muito bem nomear.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Que Faz em 1917 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o jornal fechado, Marguerite reorganizou sua militância:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Conselho das Mulheres de Belleville:&#039;&#039;&#039; Reuniões semanais na traseira de uma padaria da Rue de Belleville. Discussão sobre auxílios de guerra, denúncia de patrões que substituem homens mobilizados por mulheres pagando metade. Às vezes leitura coletiva de textos — Rosa Luxemburgo, Kropotkin, qualquer coisa que chega pelo correio antes da censura.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Rede de apoio aos feridos:&#039;&#039;&#039; Em parceria com a Igreja (e portanto com o Padre), ajuda a identificar soldados desmobilizados sem família ou moradia em Belleville, encaminhando para alojamentos e trabalho.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Distribuição clandestina:&#039;&#039;&#039; Marguerite ainda imprime, numa prensa manual que esconde num armário, boletins de meia página sobre direitos das trabalhadoras. Circulação restrita. Muito cuidado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polícia a conhece pelo nome. Ela já foi detida e liberada duas vezes — uma por participar de uma manifestação em frente ao ministério da guerra em 1916, outra por suspeita de distribuição de material pacifista. As duas vezes, alguém intercedeu antes que o caso fosse adiante. Ela nunca descobriu quem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personalidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marguerite não é uma idealista ingênua. Cresceu vendo o que acontece com os que acreditam demais na bondade humana — o pai morreu pobre, os camaradas de 1910 estão presos ou mortos. Ela é &#039;&#039;&#039;pragmática dentro dos princípios&#039;&#039;&#039;: age dentro do que é possível, sem jamais fingir que o possível é suficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem &#039;&#039;&#039;humor seco e raro&#039;&#039;&#039;, que aparece nos momentos mais inesperados — no meio de uma reunião séria, numa observação lateral que faz todo mundo rir antes de voltar ao assunto grave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É difícil de intimidar. Não porque seja imprudente — é cuidadosa, metódica — mas porque já calculou os riscos que corre e decidiu que valem. Isso dá a ela uma serenidade que às vezes parece fria e às vezes parece coragem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não sabe nada sobre vampiros.&#039;&#039;&#039; Sobre a existência de Aiden, sabe ainda menos — ele a observa, ela nunca o viu. A única coisa sobrenatural que já aconteceu em sua vida foi uma noite de 1916 em que ia ser presa por dois policiais num beco e de repente eles pararam, olharam para o escuro atrás dela com expressão de pânico puro, e fugiram. Ela concluiu que era a sombra do muro. Nunca revisitou a conclusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Vulnerabilidades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Política:&#039;&#039;&#039; Ativista anti-guerra declarada sob Clemenceau. Uma delação, um informante, e ela vai para a cadeia — desta vez sem intercessão.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A prensa clandestina:&#039;&#039;&#039; Se encontrada, é acusação formal de sedição.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Conselho:&#039;&#039;&#039; A rede de mulheres é grande o suficiente para que alguém fale se for pressionada.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Padre:&#039;&#039;&#039; Se a relação entre eles for usada como alavanca, Marguerite é atingida. Ela faria qualquer coisa para protegê-lo — e quem a conhece sabe disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relação com Aiden ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aiden a conhece; ela não sabe que ele existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele a viu pela primeira vez num discurso numa reunião clandestina em 1916. Ela falava sobre viúvas de guerra com a mesma fúria contida que ele usava para falar sobre colonizadores ingleses. Ficou parado do lado de fora da janela, na escuridão, ouvindo até o fim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde então, orbita discretamente ao redor da sua vida — não por obsessão, mas por algo que não sabe nomear direito. Ela lembra como era ser humano e ter algo para defender que não fosse a própria sobrevivência. Ela é o que ele acreditava que valia a pena no mundo antes de Paulino, antes das catacumbas, antes de D&#039;Argent.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A noite do beco foi ele. Os dois policiais viram algo que não tinham palavras para descrever.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela nunca saberá disso, a menos que algo force o encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Para o Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Marguerite como elemento de tensão:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* D&#039;Argent pode descobrir que Aiden tem uma &amp;quot;ancora moral&amp;quot; e usar isso contra ele — ameaça direta ou indireta.&lt;br /&gt;
* O conselho de mulheres pode cruzar com os anarquistas do Bando Bonnot (Émile Garnier) — Belleville é território de sobreposição.&lt;br /&gt;
* A prensa clandestina pode produzir material que interessa a alguém poderoso — vampiro ou mortal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Marguerite como catalisador:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Se for presa, Aiden é forçado a aparecer — isso quebra o anonimato e toda a dinâmica.&lt;br /&gt;
* Se descobrir vampiros (especialmente se descobrir Aiden), sua reação não será terror puro. Será politização: &#039;&#039;quem são, o que querem, do lado de quem estão?&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Se o Padre for ameaçado, ela age — e provavelmente age de forma imprudente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A fofoca sobre o Padre:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Pode ser usada por inimigos de Aiden para desestabilizar o Padre — escândalo eclesiástico.&lt;br /&gt;
* Pode ser usada por Marguerite como escudo paradoxal: &amp;quot;sou filha do padre, não me toquem&amp;quot; (ela nunca fez isso, mas poderia).&lt;br /&gt;
* Ironicamente, a fofoca falsa a protege: as pessoas tendem a não machucar quem tem um padre da comunidade como guardião presumível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Prompt de Imagem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;code&amp;gt;French working-class woman, 31, Belleville Paris 1917. Dark brown hair in a loose bun slipping sideways, strands falling across her face. Large hazel-brown eyes with an intense, unwavering stare. Average height, sturdy build, calloused hands. Dark cotton blouse, long dark skirt, worn oversized brown wool coat — her late father&#039;s. No hat. Expression calm, composed, quietly defiant. Muted warm palette, soft natural lighting. Illustrated portrait, early 20th century style.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
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		<title>Lucien Brochard</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Lucien Brochard ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Papel || Investigador da Sûreté Générale — agente de linha dura contra o derrotismo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Contexto || Funcionário de carreira com 40 anos, nascido em Lyon em 1878, filho de um guarda municipal. Passou quinze anos na Sûreté antes de ser transferido para a seção especial criada sob Clemenceau para casos de &#039;&#039;atteinte à la sûreté de l&#039;État&#039;&#039;. Para Lucien, a guerra é uma questão moral tanto quanto militar: cada derrotista que fica solto é um soldado morto. Não há nuances. Não há casos em que o pacifismo seja legítimo. Há apenas leais e traidores.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== FICHA MECÂNICA ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dificuldade Geral:&#039;&#039;&#039; 2 / 1 &#039;&#039;(padrão / mínimo)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pools Padrão:&#039;&#039;&#039; Físico 5, Social 5, Mental 7&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Atributos Derivados:&#039;&#039;&#039; Saúde 6, Força de Vontade 5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pools Excepcionais:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Situação | Pool | Nota |&lt;br /&gt;
|---|---|---|&lt;br /&gt;
| Investigação — vigilância, análise de documentos, interrogatório | &#039;&#039;&#039;7&#039;&#039;&#039; | Raciocínio + Investigação |&lt;br /&gt;
| Intimidação — pressão psicológica, interrogatório duro | &#039;&#039;&#039;6&#039;&#039;&#039; | Manipulação + Intimidação |&lt;br /&gt;
| Prontidão — detectar comportamento suspeito em multidão | &#039;&#039;&#039;6&#039;&#039;&#039; | Raciocínio + Prontidão |&lt;br /&gt;
| Política — navegar burocracia, ler motivações de suspeitos | &#039;&#039;&#039;5&#039;&#039;&#039; | Inteligência + Política |&lt;br /&gt;
| Armas de Fogo — revólver Lebel | &#039;&#039;&#039;5&#039;&#039;&#039; | Destreza + Armas de Fogo |&lt;br /&gt;
| Lábia — extrair informação de civis sem revelar objetivo | &#039;&#039;&#039;5&#039;&#039;&#039; | Manipulação + Lábia |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Equipamento:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Revólver Lebel Modelo 1892 (dano 2, letal; 6 tiros)&lt;br /&gt;
* Distintivo e credencial da Sûreté Générale — abre portas em qualquer repartição pública de Paris&lt;br /&gt;
* Caderno de couro preto com 23 suspeitos ativos, endereços, conexões e rotinas anotadas&lt;br /&gt;
* Mandados de prisão em branco assinados pelo chefe de seção — uso discricionário&lt;br /&gt;
* Algemas&lt;br /&gt;
* Sobretudo cinza de lã — passa por comerciante ou funcionário público&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Especial — Rede de Denunciantes:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Em qualquer bairro de Paris, Lucien pode acionar informantes locais — concierges, comerciantes, vizinhos com dívidas ou medos. Pool Social &#039;&#039;&#039;5&#039;&#039;&#039; para extrair informação relevante. Em &#039;&#039;&#039;Belleville&#039;&#039;&#039; e no entorno do &#039;&#039;&#039;Café Procope&#039;&#039;&#039;, a rede é particularmente densa: +1 dado por anos de cultivação prévia ao arco atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Defeitos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Fanatismo pelo Dever:&#039;&#039;&#039; Não consegue ignorar indícios de derrotismo mesmo quando deixar passar seria mais inteligente. Ao detectar atividade suspeita, precisa rolar Força de Vontade (Dificuldade 3) para não agir imediatamente — mesmo que isso comprometa uma cobertura ou exponha a investigação antes da hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Cegueira Sobrenatural:&#039;&#039;&#039; Treinado para reconhecer padrões humanos de traição — propaganda, contato com alemães, greves organizadas. Qualquer evidência de atividade vampírica é racionalizada: dependência química (vitae nas sopas = alguma droga ilegal), rede de influência incomum (Pascal = agente estrangeiro muito bem financiado), comportamento noturno (cobertura de espionagem). Nunca chegará sozinho à conclusão &amp;quot;vampiro&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ambições e Desejos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ambição:&#039;&#039;&#039; Ser promovido a chefe de seção da Sûreté antes do armistício, mediante a prisão de um traidor de peso suficiente para aparecer nos jornais — e provar, de uma vez por todas, que a linha dura de Clemenceau estava certa desde o começo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Desejos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;(imediato)&#039;&#039; Identificar quem financia e organiza a distribuição de panfletos pacifistas em Belleville — os panfletos chegam de uma estrutura organizada, mas a origem está encoberta atrás de uma rede de civis sem antecedentes&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;(médio prazo)&#039;&#039; Fechar o caso sobre os contatos de Aristide Briand com representantes do Imperador Carlos I da Áustria — Lucien tem um relatório incompleto de seu informante no Café Procope sobre a noite de 3 de janeiro; o informante anotou dois nomes mas não conseguiu ouvir o conteúdo da conversa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contexto Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;Sûreté Générale&#039;&#039;&#039; era o serviço investigativo civil do Ministério do Interior — distinto da &#039;&#039;Préfecture de Police&#039;&#039; (jurisdição local de Paris) e da inteligência militar (&#039;&#039;Deuxième Bureau&#039;&#039;). Após novembro de 1917, com Clemenceau no poder, foi reforçada uma seção para casos de &#039;&#039;atteinte à la sûreté de l&#039;État&#039;&#039;, o instrumento jurídico que permitiu prender Joseph Caillaux (dezembro/1917) por contatos com representantes austríacos, e condenar Louis Malvy (agosto/1918) por negligência com a segurança do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O que contava como &amp;quot;derrotismo&amp;quot; na prática:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Distribuição de propaganda pacifista ou pró-armistício&lt;br /&gt;
* Contatos com agentes alemães via países neutros (Suíça, Espanha)&lt;br /&gt;
* Organização de greves em indústrias de guerra&lt;br /&gt;
* Publicação ou distribuição do jornal &#039;&#039;Bonnet Rouge&#039;&#039; (financiado pela Alemanha)&lt;br /&gt;
* Correspondência não autorizada com prisioneiros de guerra alemães&lt;br /&gt;
* Qualquer reunião com políticos estrangeiros fora dos canais diplomáticos oficiais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Métodos padrão da seção:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Abertura de correspondência (&#039;&#039;cabinet noir&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
* Infiltração de reuniões sindicais e grupos pacifistas&lt;br /&gt;
* Rede de informantes pagos nos bairros operários&lt;br /&gt;
* Vigilância física de suspeitos conhecidos&lt;br /&gt;
* Interrogatório de vizinhos, empregadores, concierges&lt;br /&gt;
* Rusgas noturnas com mandado em branco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Louis Dubois]] — suspeito potencial ===&lt;br /&gt;
O informante de Lucien no Café Procope anotou o nome &#039;&#039;&amp;quot;Hercule Bonheur&amp;quot;&#039;&#039; na noite de 3 de janeiro — um dos dois homens na mesa de Briand. Lucien ainda não cruzou esse nome com nenhuma investigação ativa, mas o caderno de couro tem a anotação. Se qualquer outra ponta levar a Montmartre ou ao [[Lapin Agile]], a conexão pode ser feita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Gaetán Pascal]] — suspeito em investigação ativa ===&lt;br /&gt;
O [[Instituto Pascal]] aparece no mapa de Lucien como origem provável dos panfletos de Belleville. A fachada de caridade cristã é credível demais para ser descartada, mas a rede de distribuição é suspeita: gente de bairros diferentes frequenta regularmente sem razão aparente. Lucien suspeita de financiamento alemão via intermediários neutros. Ainda não tem provas suficientes para um mandado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Aristide Briand — alvo político ===&lt;br /&gt;
Alvo de investigação por contatos não autorizados com representantes austríacos. Lucien acredita que Briand pode ser processado — mas precisa do conteúdo da conversa, não apenas da confirmação do encontro. O informante falhou. Lucien está procurando o segundo homem na mesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência e Comportamento ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Homem de constituição média, ombros um pouco curvados de anos sobre papelada. Bigode escuro bem aparado. Olhos pequenos e atentos que varrem um ambiente antes de fixar em qualquer pessoa. Veste-se de modo deliberadamente esquecível — não elegante o suficiente para chamar atenção burguesa, não simples o suficiente para parecer operário. Fala pouco em ambientes públicos. Quando fala, é direto ao ponto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em interrogatórios, o tom não sobe. A pressão vem da pausa — do silêncio que se estende um segundo além do confortável, do olhar que não desvia. Raramente precisa de violência porque raramente dá ao suspeito a sensação de que ainda há saída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas para o Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Como introduzir Lucien:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Louis recebe um recado de que &amp;quot;um homem do governo&amp;quot; esteve no Lapin Agile perguntando sobre &amp;quot;Hercule Bonheur&amp;quot;&lt;br /&gt;
* Um dos mortais do Instituto Pascal menciona que um sujeito de sobretudo cinza esteve fazendo perguntas na rua&lt;br /&gt;
* Briand avisa Louis discretamente que sente estar sendo seguido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Usos táticos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Qualquer vampiro que queira eliminar um mortal sem agir diretamente pode usar Lucien via denúncia anônima bem construída — uma carta com detalhes críveis é suficiente para iniciar uma investigação formal&lt;br /&gt;
* O risco: Lucien é difícil de desligar. Uma vez com um nome no caderno, ele não para sem prisão ou prova de inocência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Tensão principal:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Lucien investiga o mundo mortal e inadvertidamente toca em três estruturas vampíricas — a rede de [[Gaetán Pascal]] em Belleville, as atividades políticas de [[Louis Dubois]], e os movimentos de Briand que interessam a múltiplas facções. Ele é o mortal mais perigoso em cena não porque seja forte, mas porque é persistente e tem o Estado atrás dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Humanos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:NPCs]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Antagonistas]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:França]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Lapin_Agile&amp;diff=138</id>
		<title>Lapin Agile</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Lapin Agile ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo || Cabaré / Taberna boêmia&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Localização || [[Montmartre]], Paris — &#039;&#039;rue des Saules&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Status em 1917 || Fechado ao público por decreto do governo (proibição de bailes e danças durante a guerra); operando clandestinamente&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Física ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma velha casa comprida de apenas dois andares, instalada num beco de Montmartre. Ladeada por canteiros de flores e grades de ferro. A única placa é redonda, com o nome em letras de caligrafia rebuscada feitas a pincel. A porta de entrada é comum — sem arcos, sem grandes maçanetas, sem altura suficiente para um homem alto. Visitantes desavisados tomam o lugar pelos fundos de uma padaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dentro, as paredes são cobertas de quadros de todos os tipos. Os mais curiosos usam formas geométricas e cores chamativas em ordem incomum — telas de [[Pablo Picasso]], deixadas ali por amizade com o gerente, pagas em comida e bebida quando o pintor ainda não valia nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há um pequeno palco — mais uma elevação de dez centímetros do chão do que um palco de verdade. Um piano em cima. Cadeiras e mesas espalhadas. Um balcão improvisado de bar. Quartos no andar superior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Lapin Agile foi comprado pelo cantor e cabaretier &#039;&#039;&#039;Aristide Bruant&#039;&#039;&#039; — figura de boca suja e fala do povo, que Julien Dubois chamava de burguês disfarçado. Bruant nunca pisou no lugar após comprá-lo, deixando tudo a cargo de &#039;&#039;&#039;[[Frédéric Gérard]]&#039;&#039;&#039; (Frédé), o gerente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Julien Dubois]] — mentor e pai adotivo de [[Louis Dubois]] — tinha acordos antigos com Frédé, conseguindo para Louis e para si um quarto e um quinto das gorjetas em troca de cantoria regular. Foi ali que Louis chegou pela primeira vez ~1913, vindo de anos de vida nômade pela França.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Frequentadores &amp;amp; Figuras do Círculo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Frédéric Gérard]] — &amp;quot;Frédé&amp;quot; ===&lt;br /&gt;
Gerente e alma do lugar. Ex-vendedor de peixes de Montmartre, que subia e descia as ruas no lombo de um burro, às vezes com um macaquinho fantasiado para anunciar peixes baratos. Barba espessa e branca até o queixo, careca no centro da cabeça. Carregava um camundongo branco de estimação. Pessoa de bom coração, acolhia artistas e operários sem distinção. Não fechava a segunda-feira. Entendia de amor, não impedia nenhum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Julien Dubois]] ===&lt;br /&gt;
Cantor veterano, mentor de Louis. Frequentava o Lapin há décadas. Com a saúde deteriorando pela tuberculose, passou a fazer as vezes de barista, contador de piadas e recitador de poemas nos últimos tempos. Morreu ali — o velório foi realizado no próprio cabaré, como derradeira celebração da era boêmia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Noémie Dubois]] ===&lt;br /&gt;
Garçonete que se tornou cantora principal. Estreou no Lapin num ensaio improvisado cantando &#039;&#039;Milord&#039;&#039;, usando vestido vermelho e saltos altos. Foi aprovada por Frédé após o dueto com Louis com &#039;&#039;Au clair de la lune&#039;&#039;. Tornou-se esposa de Louis e morou no cabaré por anos. Em 1917, durante a guerra, ainda reside ali com as filhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Robespierre ===&lt;br /&gt;
Cozinheiro normando de caráter &amp;quot;razoavelmente duvidoso&amp;quot;. Respondia a qualquer pergunta com &#039;&#039;&amp;quot;Talvez sim, talvez não.&amp;quot;&#039;&#039; — inclusive se já matou alguém e se seu nome é mesmo Robespierre. Apesar do mistério, saía-se bem com &#039;&#039;rillette&#039;&#039; de carne, negociava queijos com ferocidade e sabia onde comprar o melhor pão. Foi o primeiro cozinheiro do Lapin, que antes não tinha cardápio de comida — só bebida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Pablo Picasso]] ===&lt;br /&gt;
Frequentador regular nas primeiras décadas. Pagava comida e bebida com pinturas — quadros que o próprio Frédé adorou e pendurou nas paredes, mesmo quando ninguém mais os valorizava. Foi nos corredores do Lapin que Louis conheceu Picasso pela primeira vez, apresentado por Julien. Os quadros do período azul e o nascimento do cubismo estão literalmente nas paredes do cabaré.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Lapin na Vida de Louis Dubois ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Lapin Agile é o lugar mais carregado de significado em toda a existência de Louis:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ali ele &#039;&#039;&#039;ganhou o sobrenome&#039;&#039;&#039; Dubois (logo após o cartório, Julien o levou direto para lá)&lt;br /&gt;
* Ali ele &#039;&#039;&#039;conheceu Noémie&#039;&#039;&#039; — ela caiu de um salto quebrado nos seus braços no palco&lt;br /&gt;
* Ali ele fez o &#039;&#039;&#039;pedido de casamento&#039;&#039;&#039;, de joelhos, na frente dos gascões bêbados&lt;br /&gt;
* Ali o círculo boêmio &#039;&#039;&#039;pressionou o casamento&#039;&#039;&#039; e o celebrou&lt;br /&gt;
* Ali &#039;&#039;&#039;Julien morreu e foi velado&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ali Louis &#039;&#039;&#039;partiu para a guerra&#039;&#039;&#039; em 1914 — com Noémie na cozinha&lt;br /&gt;
* Ali o sonho/torpor de Louis em dezembro de 1917 se passa — uma última cena de todos reunidos, antes de uma bomba alemã cair&lt;br /&gt;
* Ali o [[Grupo Itinerante]] o trouxe em outubro de 1916, sem saber o que o lugar significava para ele&lt;br /&gt;
* Ali Isaac mandou Louis &#039;&#039;&#039;retornar&#039;&#039;&#039; ao fim da Sessão 12 — para encontrar Noémie e Jolie&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Status em Dezembro de 1917 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a proibição governamental de bailes e danças durante a guerra, o Lapin está &#039;&#039;&#039;fechado ao público&#039;&#039;&#039;. O [[Grupo Itinerante]] que trouxe Louis a Paris em outubro de 1916 habitava o espaço, vendendo mantimentos contrabandeados. Não está claro se Frédé ainda gerencia o lugar ou qual é o estado exato do cabaré quando Louis retorna em 23/12/1917.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Noémie e Jolie provavelmente ainda residem ali.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Detalhes Atmosféricos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Não abria às segundas-feiras&lt;br /&gt;
* Público misturado: operários, artistas, estudantes, gascões, estrangeiros de várias nacionalidades&lt;br /&gt;
* Gorjetas eram moeda de sobrevivência dos cantores&lt;br /&gt;
* O macaquinho de Frédé virava &amp;quot;soldado&amp;quot; quando Louis chegou pela primeira vez — tinha um quepe na cabeça&lt;br /&gt;
* Era tradição deixar vinho no quarto dos cantores&lt;br /&gt;
* A plateia pequena e íntima tornava cada apresentação um evento pessoal&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Jolie_Dubois&amp;diff=137</id>
		<title>Jolie Dubois</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Jolie Dubois ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Pai || [[Louis Dubois]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Mãe || [[Noèmie Dubois]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nascimento || Janeiro de 1914, [[Lapin Agile]], Montmartre, Paris&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Idade em dezembro de 1917 || 3 anos (quase 4)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Status || Mortal, viva&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O que se sabe ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jolie é a filha de Louis e Noèmie. Louis soube que seria pai em &#039;&#039;&#039;junho de 1913&#039;&#039;&#039;, quando Noèmie ainda gestava a criança no Lapin Agile. Ela nasceu em &#039;&#039;&#039;janeiro de 1914&#039;&#039;&#039; — Louis esteve presente nos primeiros seis meses de vida da filha antes de partir para a guerra em agosto daquele ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Louis partiu, Jolie tinha aproximadamente seis meses. Em &#039;&#039;&#039;1916&#039;&#039;&#039;, tinha dois anos. Em &#039;&#039;&#039;dezembro de 1917&#039;&#039;&#039;, tem quase quatro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Louis &#039;&#039;&#039;nunca a conheceu de verdade.&#039;&#039;&#039; A última memória que tem dela é a de um bebê de colo. A primeira conversa real ainda está por acontecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Jolie nos pensamentos de Louis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jolie aparece repetidamente nos pensamentos de Louis durante a guerra — sempre junto à imagem de Noèmie, como a razão de aguentar e sobreviver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na véspera de sua primeira batalha, em &#039;&#039;&#039;12 de agosto de 1914&#039;&#039;&#039;, Louis escreveu uma carta a Noèmie. Nela, compôs e enviou uma canção de ninar para a filha que ainda não conhecia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Dors, ma petite étoile, Papa veille au loin,&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Sous le ciel sans voile, Je pense à tes mains.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Dans mes rêves, je te berce, Ma douce enfant,&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Les canons se dispersent Quand tu souris tendrement.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Les roses de ton jardin Fleurissent sans moi,&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Mais dans mon cœur chagrin Tu grandis, je le vois.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Dans mes rêves, je te berce, Ma douce enfant,&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Les canons se dispersent Quand tu souris tendrement.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Quand reviendra l&#039;hirondelle, Papa rentrera,&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Avec des histoires nouvelles Pour toi, il chantera.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Dors maintenant, ma merveille, Les anges te gardent,&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Papa dans la bataille Ton amour regarde.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;— Com amor, por toda a eternidade. Louis Dubois&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partitura foi enviada na folha seguinte da carta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O fuzil ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a guerra, Louis deu à sua carabina o nome de &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Jolie Dubois&amp;quot;&#039;&#039;&#039; — e a chamava assim diante dos companheiros. Era sua forma particular de carregar a filha consigo nas trincheiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Jolie Derrite ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na &#039;&#039;&#039;Sessão 12&#039;&#039;&#039;, quando Louis acorda acorrentado nas catacumbas do Palais Garnier, [[Armand Beaumont]] apresenta uma jovem mortal chamada &#039;&#039;&amp;quot;Jolie Derrite&amp;quot;&#039;&#039; para alimentá-lo — escolhendo o nome deliberadamente para provocar Louis. Armand revela em seguida, com frieza: &#039;&#039;&amp;quot;O nome dela é Jolie Dubois. Espere, não é seu sobrenome?&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Louis, ao ouvir o nome da filha da boca do Xerife, perdeu o controle e tentou avançar sobre ele, gritando o nome dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O reencontro — Sessão 13, 23 de dezembro de 1917 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Louis chegou ao [[Lapin Agile]] cantando a canção de ninar dela pelas ruas nevadas de Montmartre. Antes mesmo de tocar a porta, avistou pela janela da cozinha do andar de cima: Virgile trazendo batatas, Élie jogando pão sobre a mesa — e uma criança mirrada correndo para tocar a forma quente e levando o dedo à boca. Sophie a consolava rindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Louis piscou. Reconheceu o [[Grupo Itinerante]]. E então Noèmie surgiu de outro cômodo e abraçou a criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Era Jolie. Só podia ser.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Aparência — como Louis a viu pela primeira vez ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao se agachar diante dela no meio da cozinha, Louis a descreveu internamente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Magrinha como um graveto&#039;&#039;&#039; — pequena para a idade, os braços e pernas finos da criança que cresceu em tempo de racionamento&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Nariz aquilino do pai&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Olhos da mãe, cinzentos com duas estrelinhas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Cabelo escuro&#039;&#039;&#039;, como Noèmie&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Boquinha delicada entreaberta&#039;&#039;&#039;, com o dedo entre os lábios, levemente babado&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Vestido rosa até os joelhos&#039;&#039;&#039;, com babados no pescoço — um chanel com franjinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Como reagiu ao pai ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jolie não sabia quem era aquele homem. Quando ele abraçou Noèmie, achou que a atacavam — e correu para empurrá-lo para longe da mãe com toda a força que tinha. Pequena e furiosa, agarrou a cintura de Noèmie sem coragem de encarar o intruso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Noèmie disse &#039;&#039;&amp;quot;É seu papai&amp;quot;&#039;&#039;, Jolie pegou um pão quente da mesa para jogar nele. Manteve o pão erguido como arma, encarando Louis — mas hesitou. Havia um princípio de choro no rosto, e ainda não confiava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi a canção que a desarmou. Louis se agachou, cantou baixinho a canção de ninar que havia composto para ela antes mesmo de ela nascer. Jolie largou o pão, deu dois passos engraçados na direção dele, fechou a boca com uma prudência quase mágica — e recuou um passo, ainda desconfiada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na última estrofe, Noèmie segurou a mão de Louis. E Jolie gritou, animada:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;— Papa!&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Nota ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A canção de ninar que Louis compôs em agosto de 1914, antes de sua primeira batalha, foi o que estabeleceu o primeiro laço entre pai e filha. Jolie a conhecia — Noèmie a cantava para ela dormir.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Inspecteur_R%C3%A9mi_Cauvet&amp;diff=136</id>
		<title>Inspecteur Rémi Cauvet</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Inspecteur Rémi Cauvet ==&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Brigada Criminal — Commissariat du 19e Arrondissement — Paris, 1917&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&amp;quot;Cinco vítimas. Todos pobres. Todos trabalhadores. A diferença entre um caso que ninguém resolve e um caso que todo mundo finge não existir é exatamente essa.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Quem É Cauvet ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rémi Cauvet tem 53 anos e uma perna que não dobra direito desde 1901, quando uma prensa hidráulica no estaleiro onde trabalhava decidiu que ele não precisava do joelho esquerdo na posição original. O acidente o tirou da linha de montagem e o empurrou, por caminhos tortos que ele nunca planejou, para a polícia — onde descobriu ter jeito para o que chamam eufemisticamente de &amp;quot;trabalho de escritório&amp;quot;: ler evidências, montar cronologias, identificar padrões em séries de eventos que para outros parecem aleatórios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a guerra chegou em 1914 e levou quase todos os homens do commissariat, Cauvet ficou. A perna o isentou do recrutamento sem necessidade de apelo ou subterfúgio — o conselho médico levou trinta segundos para carimbar o papel. Ele não se envergonha disso e não celebra. Simplesmente ficou, e continua fazendo o único trabalho que sabe fazer bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inspetor de segunda classe há onze anos e recusou a promoção para primeira classe duas vezes. A primeira porque a promoção implicava supervisão de outros inspetores, e supervisão significa reuniões, e reuniões são tempo que poderia ser gasto investigando. A segunda porque o chefe que ofereceu a promoção era corrupto e Cauvet não quis dever nada a ele. Nenhuma dessas razões foi dita em voz alta. Simplesmente disse que não, obrigado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mediano em tudo exceto no olhar. Altura mediana, peso mediano, cabelos que eram castanhos e são agora de um grisalho sem drama, bigode curto e aparado sem elegância — o tipo de homem que você passa na rua e não registra. Isso, ele percebeu ao longo dos anos, é uma vantagem profissional considerável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que não é mediano: os olhos. Cinza-esverdeados, de um foco que as pessoas costumam descrever, depois de alguns minutos de conversa, como &amp;quot;desconfortável&amp;quot;. Não é hostilidade — é atenção. Cauvet ouve do jeito que a maioria das pessoas não ouve: completamente, sem preparar a própria resposta enquanto o outro fala, sem classificar o que está sendo dito antes do fim da frase. Isso faz com que as pessoas, instintivamente, falem mais do que pretendiam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veste sempre o mesmo tipo de roupa: terno de lã escura com manchas de tinta nos bolsos do jaleco (anota coisas nos bolsos quando não tem papel à mão), sapato com sola mais grossa do lado esquerdo para compensar o comprimento diferente das passadas. Carrega uma bengala de freixo com ponteira de cobre — não como adorno, mas porque sem ela a perna cede depois de três horas andando. A bengala já serviu também como arma de contenção em pelo menos duas ocasiões, fato que ele não menciona espontaneamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Os Crimes do Gorila ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Que Cauvet Chama de &amp;quot;A Série de La Villette&amp;quot; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco vítimas confirmadas entre outubro e dezembro de 1917, todas na região dos abatedouros municipais e do Canal de l&#039;Ourcq. Cauvet abriu o primeiro processo, os outros quatro foram adicionados por ele mesmo depois que os colegas designados decidiram, sucessivamente, que havia coisas melhores a fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Vítima 1 — Édouard Briand, 44 anos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Vigilante noturno do Abatedouro Municipal, Ala C — 9 de outubro de 1917&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrado às 5h da manhã encostado na parede de tijolos da entrada lateral. Diagnóstico inicial: queda de andaime. Cauvet foi ao local na tarde seguinte e passou quarenta minutos procurando o andaime do qual Briand teria caído. Não existe andaime naquele lado do prédio. Nunca existiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O lado esquerdo do crânio estava completamente deformado — não fragmentado como em queda, mas comprimido, como se algo de enorme superfície plana tivesse pressionado a cabeça contra a parede com força suficiente para fazer o tijolo ceder levemente. Há uma marca na parede. Cauvet mediu: está a 1,85m do chão. Briand tinha 1,72m.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;O que isso significa:&#039;&#039; algo ergueu Briand do chão e o pressionou contra a parede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Vítima 2 — Théodore &amp;quot;Titi&amp;quot; Marchais, ~60 anos (sem documentos)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Sem domicílio fixo, dormia sob o Pont de Crimée — 3 de novembro de 1917&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Corpo encontrado por um barqueiro às 6h30. Ambos os braços separados do tronco. O médico-legista escreveu no laudo, depois de raspar o que tinha escrito e recomeçar três vezes: &#039;&#039;&amp;quot;traumatismo por tração extrema, incompatível com instrumentos cortantes convencionais — os tecidos apresentam deformação por estiramento anterior à ruptura.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em linguagem comum: os braços foram arrancados. Não cortados. Puxados até soltarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O médico pediu a Cauvet, em particular, que não divulgasse o laudo. Disse que se alguém lesse aquilo pensaria que ele estava inventando. Cauvet guardou o laudo no fundo da pasta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Vítima 3 — Fernand Couteau, 38 anos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Barqueiro do Canal de l&#039;Ourcq — 17 de novembro de 1917&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retirado do canal perto da Écluse de la Villette. Coluna vertebral fraturada em três pontos. O médico disse que o padrão de fratura era consistente com queda de grande altura — mas o ponto onde Couteau entrou na água era a margem do canal, a cinquenta centímetros do nível da água. Não há altura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que há: marcas na lama da margem. Cauvet as fotografou com a câmera que comprou do próprio bolso quando a delegacia disse que não havia verba para documentação fotográfica. As marcas mostram um padrão de pisada incomum — grande, descalço, com distribuição dos dedos anormalmente larga, quase como uma mão. A passada mede 1,1 metro entre um passo e o seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Vítimas 4 e 5 — Sargento Henri Maury, 31 anos / Sargento Clément Perret, 29 anos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Policiais — Rue d&#039;Aubervilliers, próximo ao Entrepôt de Lã — 4 de dezembro de 1917&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes são os casos que fecharam a investigação para todo mundo exceto Cauvet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maury e Perret foram enviados para verificar um relato de barulho suspeito num armazém desativado. Foram encontrados às 5h da manhã seguinte. Maury com o pescoço girado 180 graus. Perret com o tórax colapsado — as costelas fraturadas de fora para dentro, o que implica uma compressão frontal de força que o médico-legista recusou-se a quantificar por escrito porque, nas palavras dele, &#039;&#039;&amp;quot;qualquer número que eu colocasse aqui seria implausível&amp;quot;.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum colega de Cauvet voltou a La Villette depois das 20h. Nenhum falou sobre os casos nos corredores. O chefe do commissariat chamou Cauvet na sala e disse, escolhendo as palavras com cuidado: &#039;&#039;&amp;quot;Rémi, há crimes que a polícia não resolve, e há crimes que a polícia não pode resolver, e a diferença entre os dois é uma questão de saúde.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cauvet disse que entendia. Saiu da sala, foi à sua mesa, abriu a pasta e começou a reler tudo desde o começo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A Testemunha — Auguste Gobert, 57 anos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Operário do turno noturno da Estação de Bombeamento do Canal&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gobert viu algo na noite de 17 de novembro — a mesma noite de Couteau. Olhou pela janela lateral da estação em direção ao canal e viu, por aproximadamente quatro segundos, uma figura na margem oposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu depoimento, transcrito literalmente por Cauvet:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&amp;quot;Era grande. Maior do que um homem. Mas andava como um homem, em dois pés, só que... dobrado. Com os braços compridos demais. Pensei num gorila, sabe, como nos livros, mas maior do que qualquer gorila que já vi em foto. Sumiu no escuro antes que eu pudesse ver direito. Não contei para minha mulher.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gobert passou o restante do depoimento tentando retratar o que havia dito e sugerindo que talvez fosse cansaço, ou a neblina do rio, ou o vinho do almoço. Cauvet anotou tudo e não tentou dissuadi-lo nem confirmá-lo. Depois que Gobert foi embora, escreveu no canto da página, a lápis: &#039;&#039;&amp;quot;acredito nele.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Teoria do Gorila ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na pasta de couro que Cauvet carrega, há vinte e três páginas de notas manuscritas com o título provisório &#039;&#039;&amp;quot;Hipótese do Primata&amp;quot;&#039;&#039;. O argumento central, resumido: as evidências físicas — padrão de pisada, força necessária para os ferimentos, alcance de braço implicado pela posição das vítimas — são consistentes com um primata de grande porte, significativamente maior do que qualquer gorila adulto registrado pela ciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As páginas seguintes documentam:&lt;br /&gt;
* Contato enviado a todos os zoológicos e circos da França e Bélgica perguntando sobre animais escapados ou incomuns. Nenhuma resposta útil.&lt;br /&gt;
* Uma seção intitulada &#039;&#039;&amp;quot;e se não for um animal&amp;quot;&#039;&#039; que está rabiscada e reescrita quatro vezes. A versão atual diz apenas: &#039;&#039;&amp;quot;hipótese descartada por impossibilidade.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Uma página em branco com uma única linha: &#039;&#039;&amp;quot;mas os braços chegavam quase ao chão.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cauvet não acredita totalmente na própria teoria. Mas é a única que encaixa em todas as evidências, então é com ela que trabalha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado Atual (Dezembro de 1917) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cauvet está fazendo vigílias noturnas sozinho em La Villette três vezes por semana, armado com o revólver de serviço e a bengala, apostando que o agressor vai reaparecer no mesmo território. Dorme em turnos de três horas. Começou a beber café em quantidade que o médico chamaria de preocupante se soubesse. Está com os olhos fundos e os nervos mais curtos do que o habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também está com medo — mas é o tipo de medo que ele processa como dado informativo, não como sinal de recuo. Sabe que o que matou Maury e Perret é capaz de matá-lo também. Sabe que vai sozinho para a escuridão de La Villette porque nenhum colega viria com ele. Processa isso, anota na pasta, e vai assim mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão que não consegue responder: para quê? O chefe pediu para parar. As vítimas não têm família com influência. Não há pressão política. Não há recompensa. Cauvet considera essa questão durante alguns minutos antes de dormir em cada turno de três horas e nunca chega a uma resposta satisfatória. Acorda e vai assim mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Encontro com Aiden ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro mais provável acontece numa das vigílias noturnas de Cauvet em La Villette — num beco próximo ao canal ou nas imediações do armazém da Rue d&#039;Aubervilliers, onde Mirko foi visto pela última vez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cauvet está parado numa sombra, imóvel, observando. Aiden chega rastreando o cheiro de Mirko pelo mesmo corredor. No escuro, ambos percebem a presença do outro ao mesmo tempo. Cauvet aponta o revólver — um reflexo condicionado por dois meses de investigação solitária num bairro onde dois colegas morreram. Aiden para.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que Cauvet vê: um ruivo estranho, de casaco inadequado para o frio, que apareceu sem fazer ruído num beco que ele estava vigiando há uma hora sem ver ninguém passar. Que não demonstra medo diante de um revólver apontado. Cujos olhos, no escuro quase completo, parecem refletir luz que não existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que Cauvet &#039;&#039;não&#039;&#039; faz: atirar imediatamente, gritar por reforços, ou fugir. Fica imóvel, o revólver firme, e diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— &#039;&#039;Polícia. Não se mova. O que está fazendo aqui?&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir daí, a conversa depende de Aiden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Por Que Ele É Útil ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cauvet tem o que Aiden não tem: &#039;&#039;&#039;documentação&#039;&#039;&#039;. Vinte e três páginas de notas, fotografias das marcas de pisada, o laudo médico que o médico-legista recusou a assinar, o depoimento de Gobert. Ele rastreou o padrão de movimento de Mirko ao longo de três meses e identificou, com a metodologia de um investigador experiente, os locais onde a criatura tende a reaparecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para encontrar Mirko, Aiden precisa de rastro. Cauvet &#039;&#039;é&#039;&#039; o rastro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Por Que Ele É Um Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não vai parar. Isso não é bravura performática — é a ausência de um mecanismo interno que diga &#039;&#039;isso é grande demais para mim&#039;&#039;. Cauvet encontrou esse limite várias vezes na carreira e simplesmente não o reconheceu como limite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Aiden tentar avisá-lo para ficar longe, Cauvet vai perguntar por quê. Se Aiden mentir, Cauvet vai notar a inconsistência e anotar. Se Aiden disser a verdade... bem. Isso é um problema diferente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto Cauvet investigar, ele é uma isca viva. Mirko eventualmente vai notar o homem com a bengala que aparece no seu território com regularidade previsível. O resultado disso é a Vítima 6, e Aiden sabe que humanos com princípios que o lembram de Marguerite não costumam sobreviver ao cruzamento com o mundo vampírico sem intervenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Gancho para o Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cauvet não é um aliado fácil nem um obstáculo simples. É um homem que chegou à beira de uma verdade que vai destruí-lo se ele der mais um passo — e que não tem nenhuma intenção de parar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Aiden, ele é um espelho desconfortável: alguém que persiste por princípio em situações onde a lógica pede recuo, que protege pessoas que ninguém mais protege, que funciona pela mesma teimosia obstinada que o próprio Gangrel reconhece em si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pergunta que a narrativa pode fazer é simples: Aiden vai deixar Cauvet virar a Vítima 6?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se não vai — o que está disposto a fazer para evitar isso sem revelar o que sabe?&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Grupo_Itinerante&amp;diff=135</id>
		<title>Grupo Itinerante</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Grupo Itinerante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Aparição || [[historico&#039;&#039;vampiro-a-mascara&#039;&#039;25-10-2025]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Contexto || Final de outubro de 1916. [[Louis Dubois]], usando o disfarce de &#039;&#039;Hercule Bonheur&#039;&#039; (comerciante de vinhos), pinta o rosto de mímico e negocia carona com a trupe saindo de Meaux em direção a Paris. A viagem termina com Louis chegando em frente ao [[Lapin Agile]] — sem que a trupe soubesse o peso daquele lugar para ele.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Membros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Virgile — &amp;quot;O Homem-Lobo&amp;quot; ===&lt;br /&gt;
Homem alto, com uma condição rara que o cobre de pelos pelo corpo inteiro (o que soldados tomavam por máscara felpuda). Voz firme e vigorosa, mas personalidade gentil e amorosa. Defendeu Louis do anão com imediata amizade. Casado com [[#Cesarina]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Élie — O Palhaço-Anão ===&lt;br /&gt;
Homem de baixa estatura, apresentado como o palhaço da trupe. Desconfiado e direto — foi o primeiro a questionar as roupas finas de Louis (&#039;&#039;&amp;quot;Vai nos dar problema!&amp;quot;&#039;&#039;). Faz perguntas perigosas sem cerimônia, mas tem humor e bom coração. Conduz a conversa na carroça e celebra acordos com entusiasmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Cesarina — Esposa de Virgile ===&lt;br /&gt;
Mulher de poucas palavras e muita atitude. Silenciou o marido com um olhar quando a conversa ficou leviana. Volta os olhos com atenção quando o assunto é sério.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sophie ===&lt;br /&gt;
A mais jovem do grupo — aparentemente uns dezessete anos. Cabelo curto e liso dourado, pele branca maltratada pelo sol. Parece protegida pelo grupo: é a única sem calos nas mãos, provavelmente artista de palco. Adorou a canção &#039;&#039;Milord&#039;&#039; de Louis e cantou junto com as outras mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Giganta — nome não revelado ===&lt;br /&gt;
Mulher de estatura comparável a Virgile. Não cantava, mas assobiava ocasionalmente. Puxava sozinha uma segunda carroça. Quando falou, foi com voz grave e vigorosa: &#039;&#039;&amp;quot;Oh, que tragédia!&amp;quot;&#039;&#039; — reagindo à história falsa de Louis sobre a doença no coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Detalhes Relevantes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* A trupe &#039;&#039;&#039;não era tão itinerante quanto aparentava&#039;&#039;&#039; — tinham residência fixa em Paris, numa taberna/cabaré fechada desde que o governo proibiu bailes e danças durante a guerra.&lt;br /&gt;
* Vendiam mantimentos contrabandeados &#039;&#039;&amp;quot;pela surdina&amp;quot;&#039;&#039;, trazidos de fora da capital onde o racionamento era severo.&lt;br /&gt;
* A afilhada do dono do espaço os acomodava.&lt;br /&gt;
* Ofereceram a Louis um prato de comida em troca de cantoria — acordo celebrado por Élie com entusiasmo.&lt;br /&gt;
* Louis usou a história de uma &#039;&#039;&amp;quot;doença no coração&amp;quot;&#039;&#039; para explicar sua ausência do alistamento militar.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Bando_Bonnot&amp;diff=134</id>
		<title>Bando Bonnot</title>
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		<updated>2026-03-27T21:57:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Bando Bonnot ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo || Facção — Gangue Anarquista Ilegalista&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Atividade || Paris e arredores, 1916–presente&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Status || Ativa (refundada)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Contato vampírico || [[Muitas-Trancas]] (aliança comercial), [[Aiden]] (segurança ocasional)&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Bando Bonnot foi originalmente uma gangue anarquista ilegalista francesa ativa entre 1911 e 1913. Pioneiros do chamado &#039;&#039;automobilismo ilegalista&#039;&#039; — usavam automóveis roubados em assaltos a bancos e comboios, uma inovação que chocou a polícia da época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua ideologia era a &#039;&#039;propaganda pelo ato&#039;&#039;: a crença de que a ação direta e violenta contra as instituições burguesas era mais eficaz do que panfletos e discursos. Roubavam dos ricos, atacavam símbolos do Estado, e viviam completamente fora da lei por convicção, não por acidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grupo original foi violentamente desmantelado em 1913. A maioria de seus membros morreu em tiroteios ou foi executada. &#039;&#039;&#039;Dois sobreviveram.&#039;&#039;&#039; Em 1916–1917, com a guerra consumindo a França e a atenção do Estado voltada para as trincheiras, o grupo foi silenciosamente refundado com novos recrutas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estrutura e Membros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Membro | Função | Status |&lt;br /&gt;
|---|---|---|&lt;br /&gt;
| [[Émile Garnier]] | Liderança operacional, veterano fundador | Ativo, foragido |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;(outros a desenvolver)&#039;&#039; | Recrutas de 1916–1917 | — |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Nota:&#039;&#039;&#039; Os demais contatos criminosos de [[Aiden]] podem ser membros ou simpatizantes do Bando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ideologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Anarquismo ilegalista: a propriedade privada é roubo, portanto roubar dos ricos é reequilíbrio, não crime&lt;br /&gt;
* Recusa total a qualquer autoridade — Estado, Igreja, Camarilla (sem saber que essa existe)&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&amp;quot;Melhor morrer livre que viver acorrentado&amp;quot;&#039;&#039; — frase atribuída a [[Émile Garnier]]&lt;br /&gt;
* Sem hierarquia formal: decisões por consenso, ação por iniciativa individual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relação com o Mundo Vampírico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Bando não sabe que vampiros existem — pelo menos não oficialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[[Muitas-Trancas]]&#039;&#039;&#039; mantém aliança comercial com o grupo: fornece recursos escassos em tempo de guerra (armas, documentos falsos, acesso a redes de contrabando) em troca de serviços que um grupo de mortais violentos e motivados pode prestar. Há também simpatia ideológica da parte do Samedi — vingança poética contra a França colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[[Aiden]]&#039;&#039;&#039; é contratado ocasionalmente por [[Émile Garnier]] para &amp;quot;segurança não-convencional&amp;quot;. Émile sabe que Aiden não é humano. Não se importa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[[D&#039;Argent]]&#039;&#039;&#039; vê o Bando com desconfiança — qualquer grupo mortal com poder real nas ruas de Paris é potencial problema para a Máscara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Situação em 1917 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A refundação do grupo coincide com um momento de enorme instabilidade social: motins nas trincheiras, greves de trabalhadores, crescimento do movimento socialista. O Bando aproveita o caos para operar com mais liberdade, mas também atrai mais atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Alerta:&#039;&#039;&#039; Há indicações de que o Bando pode estar envolvido nas &#039;&#039;&#039;explosões de Belleville (7 de dezembro de 1917)&#039;&#039;&#039;. Se confirmado, isso traz atenção direta de autoridades militares — e possivelmente de facções vampíricas que usam a guerra como cobertura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ganchos Narrativos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Grande Golpe:&#039;&#039;&#039; O Bando planeja uma ação contra um alvo da aristocracia parisiense. [[Émile Garnier]] pede ajuda de [[Aiden]]. O alvo é, sem que Émile saiba, um vampiro.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Explosões de Belleville:&#039;&#039;&#039; As explosões de dezembro atraem investigação. Se o Bando estiver envolvido, [[Aiden]] fica em posição impossível — proteger [[Émile Garnier]] pode comprometer a Máscara.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Infiltrado:&#039;&#039;&#039; Um dos novos recrutas é informante da polícia — ou de uma facção vampírica. O Bando está sendo usado sem saber.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A Ruptura com [[Muitas-Trancas]]:&#039;&#039;&#039; [[D&#039;Argent]] pressiona [[Muitas-Trancas]] a cortar laços com o Bando. O Samedi pede que [[Aiden]] comunique isso a [[Émile Garnier]]. Aiden fica no meio.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Yvonne&amp;diff=133</id>
		<title>Yvonne</title>
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		<updated>2026-03-27T21:54:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== YVONNE ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;&amp;quot;Não é seduzir. É conhecer.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Nosferatu]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 11ª&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Abraço || desconhecido &#039;&#039;(aparenta dezesseis anos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Seita || Camarilla&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Domínio || [[Paris]] — XIXème arrondissement (Jaurès)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sire || desconhecido&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Progênie || Corvus&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Predador || Bystander &#039;&#039;(alimenta-se de vítimas alheias à sua presença)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ATRIBUTOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Físicos || Força 2, Destreza 3, Vigor 3&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sociais || Carisma 2, Manipulação 4, Autocontrole 4&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Mentais || Inteligência 4, Raciocínio 3, Determinação 3&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Saúde || 6 &#039;&#039;(Vigor 3 + 3)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Força de Vontade || 7 &#039;&#039;(Autocontrole 4 + Determinação 3)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HABILIDADES ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicas:&#039;&#039;&#039; Atletismo 1, Briga 1, Furtividade 4 &#039;&#039;(especialidade: Silêncio Urbano)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039; Manha 4, Etiqueta 3, Intimidação 3, Lábia 2, Persuasão 2, Subterfúgio 3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039; Acadêmicos 2, Consciência 2, Investigação 3, Ocultismo 1, Política 4 &#039;&#039;(especialidade: Intrigas da Camarilla)&#039;&#039;, Prontidão 3, Tecnologia 1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== DISCIPLINAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Animalismo&#039;&#039;&#039; ●●&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Voz do Animal&lt;br /&gt;
* Laço Familiar &#039;&#039;(Bond Famulus — vínculo permanente com um corvo mensageiro)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ofuscação&#039;&#039;&#039; ●●●●&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Manto das Sombras&lt;br /&gt;
* Silêncio da Morte&lt;br /&gt;
* Apagar-se&lt;br /&gt;
* Ausência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Robustez&#039;&#039;&#039; ●●&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Pele de Pedra&lt;br /&gt;
* Endurecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== VANTAGENS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Backgrounds:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Contatos ●●●● &#039;&#039;(rede de informantes Nosferatu em toda Paris)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Rebanho ● &#039;&#039;(fontes discretas no XIX arrondissement)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Recursos ●● &#039;&#039;(Bureau Commercial como fachada comercial)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Refúgio ●● &#039;&#039;(Entrepôt des Douanes, Quai de la Marne, 182–184)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Status Nosferatu ●● &#039;&#039;(liderança das operações do clã em Belleville)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Merits:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Vontade de Ferro ● &#039;&#039;(+1 dado para resistir Disciplinas mentais)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Flaws:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Máscara 0 — Nosferatu: aparência monstruosa permanente; o &#039;&#039;Blush of Life&#039;&#039; não a oculta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== INFORMAÇÕES ADICIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Humanidade || 5&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Potência de Sangue || 2&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Bane (Nosferatu) || Penalidade de Severidade da Maldição em testes Sociais exceto com Nosferatu e aliados declarados; incapaz de manter aparência humana sem máscara física&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Compulsão (Nosferatu) || Estranhamento — durante uma cena, torna-se incapaz de comunicação compreensível&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Convicções:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;Informação é a única forma de poder que não pode ser roubada.&amp;quot;&lt;br /&gt;
* &amp;quot;Toda lealdade tem um preço — a minha também.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Âncoras:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Corvus &#039;&#039;(sua progênie — o único Cainita que conhece seu rosto)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Noir &#039;&#039;(seu corvo familiar — canal entre o que se vê e o que se sabe)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== APARÊNCIA E MÁSCARA SOCIAL ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O corpo de Yvonne aparenta mal ter dezesseis anos. Os cabelos são longos e loiros como ouro. Seu rosto permanece sempre coberto por uma &#039;&#039;&#039;máscara integral de metal fino, folheada a ouro e ornamentada com rubis&#039;&#039;&#039; — nenhum Cainita além de Corvus, sua progênie, já viu o que há por baixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veste longos vestidos negros de ombreiras marcantes, com a cintura demarcada por couro vermelho. A estética combina elegância de corte com funcionalidade tática: quando alfinetes voaram contra a plateia durante uma demonstração do Senescal, um deles ricocheteou na máscara sem que Yvonne se movesse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela desaparece e reaparece das sombras sem aviso. Quando toca alguém, é com a atenção de quem inventaria centímetro por centímetro — &#039;&#039;&amp;quot;não é seduzir. É conhecer.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PAPEL NA CRÔNICA ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Yvonne comanda as &#039;&#039;&#039;operações de inteligência do Clã Nosferatu em Belleville&#039;&#039;&#039; e no XIX arrondissement. Sua rede rastreia movimentos Ventrue pela cidade; foi sua ordem que colocou um informante acompanhando o Sheppard — o que eventualmente o expôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Armand a descreve com precisão e cautela: &#039;&#039;&amp;quot;ela quer saber mais de você do que gostaríamos de contar, e ela é astuta. A mais cínica de todas. Mantenha distância.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu &#039;&#039;&#039;gesto de boa vontade a Louis Dubois&#039;&#039;&#039; — a localização do Bureau dos Ventrue em Jaurès — indica que ela joga um jogo mais longo do que aparenta. Enviou a mensagem via corvo após confronto durante a caçada de sangue, com as palavras: &#039;&#039;&amp;quot;não somos inimigos.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Base de operações:&#039;&#039;&#039; Bureau Commercial — Entrepôt des Douanes, 182–184, Quai de la Marne, Paris XIXème&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== RELAÇÕES ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Louis Dubois]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interesse que vai além da apreciação musical. Yvonne foi a única a permanecer prestando atenção quando os outros se dissiparam nas sombras durante a apresentação dele. Após confronto durante caçada, enviou carta por corvo oferecendo encontro no seu território, acompanhada de presente não especificado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua própria avaliação é reveladora: &#039;&#039;&amp;quot;uma vez, ele tocou meu coração com uma música — e eu lhe dei a localização de Sheppard.&amp;quot;&#039;&#039; Para Yvonne, isso representa vulnerabilidade real e calculada ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Armand]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Respeito mútuo com desconfiança estrutural. Armand a teme como potencial agente do Conde ou de agenda independente. As trocas entre eles são precisas e mordazes — Yvonne sabe exatamente onde cutucar. Quando Armand sugeriu que Isaac Tisserand foi às trincheiras para ganhar poder, ela riu: &#039;&#039;&amp;quot;Ele abandonou a corte para ir às trincheiras para adquirir poder? Essa é sua teoria, Armand?&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Beatrice Orsini]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vigilância intensa com motivação ainda não declarada. Yvonne observou Beatrice na Ópera com atenção suficiente para ser notada por Louis e Aliouni. Recuou quando confrontada pelo olhar deles — não por medo, mas por cálculo. O que ela sabe ou suspeita sobre a Harpia italiana ainda não foi revelado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Corvus &#039;&#039;(progênie)&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único que conhece o rosto de Yvonne sob a máscara. Sua existência como progênie de uma Nosferatu tão reservada diz algo sobre o nível de confiança que ela raramente concede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== NOTAS DE JOGO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Yvonne nunca age sem propósito. Cada aparição pública — na corte, na Ópera, na caçada — é calculada. Suas informações são precisas porque foram obtidas com custo real. Quando ela faz um gesto de boa vontade, é porque acredita que o retorno valerá mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela é &amp;quot;a mais cínica de todas&amp;quot; — o que, em linguagem vampírica, significa que já viu o suficiente para não se surpreender com traição, mas ainda é capaz de ser movida por algo genuíno. A música de Louis Dubois é esse algo. Por ora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Nosferatu]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<title>Clã Nosferatu</title>
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		<updated>2026-03-27T21:51:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Itália ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Obscuravalle]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Sofia Rossetti &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== França ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Paris]] ===&lt;br /&gt;
* [[Yvonne]]&lt;br /&gt;
* [[Edgarius]]&lt;br /&gt;
* Corvus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Rússia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Forte de Volzhensk]]&lt;br /&gt;
* [[Victor Krysa]] (falecido)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Nosferatu]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<title>Yvonne</title>
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		<updated>2026-03-27T21:51:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== YVONNE ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;&amp;quot;Não é seduzir. É conhecer.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Clã:&#039;&#039;&#039; [[Nosferatu]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Geração:&#039;&#039;&#039; 11ª&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Abraço:&#039;&#039;&#039; desconhecido &#039;&#039;(aparenta dezesseis anos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Seita:&#039;&#039;&#039; Camarilla&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Domínio:&#039;&#039;&#039; [[Paris]] — XIXème arrondissement (Jaurès)&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sire:&#039;&#039;&#039; desconhecido&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Progênie:&#039;&#039;&#039; Corvus&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Tipo de Predador:&#039;&#039;&#039; Bystander &#039;&#039;(alimenta-se de vítimas alheias à sua presença)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ATRIBUTOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicos:&#039;&#039;&#039; Força 2, Destreza 3, Vigor 3&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039; Carisma 2, Manipulação 4, Autocontrole 4&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039; Inteligência 4, Raciocínio 3, Determinação 3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saúde:&#039;&#039;&#039; 6 &#039;&#039;(Vigor 3 + 3)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Força de Vontade:&#039;&#039;&#039; 7 &#039;&#039;(Autocontrole 4 + Determinação 3)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HABILIDADES ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicas:&#039;&#039;&#039; Atletismo 1, Briga 1, Furtividade 4 &#039;&#039;(especialidade: Silêncio Urbano)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039; Manha 4, Etiqueta 3, Intimidação 3, Lábia 2, Persuasão 2, Subterfúgio 3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039; Acadêmicos 2, Consciência 2, Investigação 3, Ocultismo 1, Política 4 &#039;&#039;(especialidade: Intrigas da Camarilla)&#039;&#039;, Prontidão 3, Tecnologia 1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== DISCIPLINAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Animalismo&#039;&#039;&#039; ●●&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Voz do Animal&lt;br /&gt;
* Laço Familiar &#039;&#039;(Bond Famulus — vínculo permanente com um corvo mensageiro)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ofuscação&#039;&#039;&#039; ●●●●&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Manto das Sombras&lt;br /&gt;
* Silêncio da Morte&lt;br /&gt;
* Apagar-se&lt;br /&gt;
* Ausência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Robustez&#039;&#039;&#039; ●●&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Pele de Pedra&lt;br /&gt;
* Endurecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== VANTAGENS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Backgrounds:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Contatos ●●●● &#039;&#039;(rede de informantes Nosferatu em toda Paris)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Rebanho ● &#039;&#039;(fontes discretas no XIX arrondissement)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Recursos ●● &#039;&#039;(Bureau Commercial como fachada comercial)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Refúgio ●● &#039;&#039;(Entrepôt des Douanes, Quai de la Marne, 182–184)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Status Nosferatu ●● &#039;&#039;(liderança das operações do clã em Belleville)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Merits:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Vontade de Ferro ● &#039;&#039;(+1 dado para resistir Disciplinas mentais)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Flaws:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Máscara 0 — Nosferatu: aparência monstruosa permanente; o &#039;&#039;Blush of Life&#039;&#039; não a oculta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== INFORMAÇÕES ADICIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Humanidade:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Potência de Sangue:&#039;&#039;&#039; 2&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Bane (Nosferatu):&#039;&#039;&#039; Penalidade de Severidade da Maldição em testes Sociais exceto com Nosferatu e aliados declarados; incapaz de manter aparência humana sem máscara física&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Compulsão (Nosferatu):&#039;&#039;&#039; Estranhamento — durante uma cena, torna-se incapaz de comunicação compreensível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Convicções:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;Informação é a única forma de poder que não pode ser roubada.&amp;quot;&lt;br /&gt;
* &amp;quot;Toda lealdade tem um preço — a minha também.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Âncoras:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Corvus &#039;&#039;(sua progênie — o único Cainita que conhece seu rosto)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Noir &#039;&#039;(seu corvo familiar — canal entre o que se vê e o que se sabe)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== APARÊNCIA E MÁSCARA SOCIAL ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O corpo de Yvonne aparenta mal ter dezesseis anos. Os cabelos são longos e loiros como ouro. Seu rosto permanece sempre coberto por uma &#039;&#039;&#039;máscara integral de metal fino, folheada a ouro e ornamentada com rubis&#039;&#039;&#039; — nenhum Cainita além de Corvus, sua progênie, já viu o que há por baixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veste longos vestidos negros de ombreiras marcantes, com a cintura demarcada por couro vermelho. A estética combina elegância de corte com funcionalidade tática: quando alfinetes voaram contra a plateia durante uma demonstração do Senescal, um deles ricocheteou na máscara sem que Yvonne se movesse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela desaparece e reaparece das sombras sem aviso. Quando toca alguém, é com a atenção de quem inventaria centímetro por centímetro — &#039;&#039;&amp;quot;não é seduzir. É conhecer.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PAPEL NA CRÔNICA ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Yvonne comanda as &#039;&#039;&#039;operações de inteligência do Clã Nosferatu em Belleville&#039;&#039;&#039; e no XIX arrondissement. Sua rede rastreia movimentos Ventrue pela cidade; foi sua ordem que colocou um informante acompanhando o Sheppard — o que eventualmente o expôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Armand a descreve com precisão e cautela: &#039;&#039;&amp;quot;ela quer saber mais de você do que gostaríamos de contar, e ela é astuta. A mais cínica de todas. Mantenha distância.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu &#039;&#039;&#039;gesto de boa vontade a Louis Dubois&#039;&#039;&#039; — a localização do Bureau dos Ventrue em Jaurès — indica que ela joga um jogo mais longo do que aparenta. Enviou a mensagem via corvo após confronto durante a caçada de sangue, com as palavras: &#039;&#039;&amp;quot;não somos inimigos.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Base de operações:&#039;&#039;&#039; Bureau Commercial — Entrepôt des Douanes, 182–184, Quai de la Marne, Paris XIXème&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== RELAÇÕES ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Louis Dubois]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interesse que vai além da apreciação musical. Yvonne foi a única a permanecer prestando atenção quando os outros se dissiparam nas sombras durante a apresentação dele. Após confronto durante caçada, enviou carta por corvo oferecendo encontro no seu território, acompanhada de presente não especificado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua própria avaliação é reveladora: &#039;&#039;&amp;quot;uma vez, ele tocou meu coração com uma música — e eu lhe dei a localização de Sheppard.&amp;quot;&#039;&#039; Para Yvonne, isso representa vulnerabilidade real e calculada ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Armand]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Respeito mútuo com desconfiança estrutural. Armand a teme como potencial agente do Conde ou de agenda independente. As trocas entre eles são precisas e mordazes — Yvonne sabe exatamente onde cutucar. Quando Armand sugeriu que Isaac Tisserand foi às trincheiras para ganhar poder, ela riu: &#039;&#039;&amp;quot;Ele abandonou a corte para ir às trincheiras para adquirir poder? Essa é sua teoria, Armand?&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Beatrice Orsini]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vigilância intensa com motivação ainda não declarada. Yvonne observou Beatrice na Ópera com atenção suficiente para ser notada por Louis e Aliouni. Recuou quando confrontada pelo olhar deles — não por medo, mas por cálculo. O que ela sabe ou suspeita sobre a Harpia italiana ainda não foi revelado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Corvus &#039;&#039;(progênie)&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único que conhece o rosto de Yvonne sob a máscara. Sua existência como progênie de uma Nosferatu tão reservada diz algo sobre o nível de confiança que ela raramente concede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== NOTAS DE JOGO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Yvonne nunca age sem propósito. Cada aparição pública — na corte, na Ópera, na caçada — é calculada. Suas informações são precisas porque foram obtidas com custo real. Quando ela faz um gesto de boa vontade, é porque acredita que o retorno valerá mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela é &amp;quot;a mais cínica de todas&amp;quot; — o que, em linguagem vampírica, significa que já viu o suficiente para não se surpreender com traição, mas ainda é capaz de ser movida por algo genuíno. A música de Louis Dubois é esse algo. Por ora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Nosferatu]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Victor_Krysa&amp;diff=130</id>
		<title>Victor Krysa</title>
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		<updated>2026-03-27T21:51:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Nosferatu]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 12ª&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sire || desconhecido&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nosferatu responsável pelo sequestro de [[Vasily Korotov]] e pela morte do filho de [[Lev Volkov]] com [[Natalya]]. &lt;br /&gt;
* Foi derrotado em combate por [[Artem Razumovski]] e [[Lev Volkov]] e levado ao [[Forte de Volzhensk]], onde permanece em estado de dormência até então.&lt;br /&gt;
* Foi torturado por [[Dimitri Volkov]], [[Yaroslav]] e [[Lev Volkov]]. &lt;br /&gt;
* Assassinado por [[Lev Volkov]] e [[Natalya]] ainda em torpor, como vingança pela morte de Aliosha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Nosferatu]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Nosferatu&amp;diff=129</id>
		<title>Nosferatu</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Nosferatu&amp;diff=129"/>
		<updated>2026-03-27T21:51:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Itália ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Obscuravalle]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Sofia Rossetti &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== França ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Paris]] ===&lt;br /&gt;
* [[Yvonne]]&lt;br /&gt;
* [[Edgarius]]&lt;br /&gt;
* Corvus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Rússia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Forte de Volzhensk]]&lt;br /&gt;
* [[Victor Krysa]] (falecido)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Nosferatu]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<title>Edgarius</title>
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		<updated>2026-03-27T21:51:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Nosferatu]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 12ª&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clã: [[Nosferatu]]&lt;br /&gt;
Geração: 12ª&lt;br /&gt;
Mentor: &lt;br /&gt;
Território: 7º arrondissement de [[Paris]], [[França]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Nosferatu emocionalmente sensível que vigia os arredores do Hotel Matignon para seu clã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promessas:&lt;br /&gt;
* Em novembro/1916 ficou devendo um favor à Carlos Laurent (nome falso dado por [[Louis Dubois]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Nosferatu]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
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		<title>D&#039;Argent</title>
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		<updated>2026-03-27T21:50:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== D&#039;Argent ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || Nosferatu&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Título || A Rainha de Prata das Catacumbas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Localização || Paris, França&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Idade Aparente || Meados dos 30 anos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 12ª&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Física ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D&#039;Argent é uma figura imponente e enigmática, com uma presença que oscila entre a elegância aristocrática e a deformidade grotesca típica dos Nosferatu. Sua pele é pálida, quase translúcida, com um brilho prateado que parece emanar de dentro para fora, como se fosse feita de metal polido. Seus olhos são profundos e escuros, capazes de captar até os menores detalhes em meio à escuridão das catacumbas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela veste-se com roupas elegantes e discretas, geralmente em tons de preto e prata, que realçam sua figura esguia e misteriosa. Seu cabelo, longo e preto, é frequentemente preso em um coque elaborado, adicionando um toque de sofisticação à sua aparência. Apesar de suas deformidades, D&#039;Argent carrega uma aura de autoridade e poder que a torna respeitada e temida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personalidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D&#039;Argent é uma líder nata, com uma inteligência afiada e uma habilidade inata para manipular informações e pessoas. Ela é calculista e estratégica, sempre pensando vários passos à frente. Apesar de sua natureza fria e distante, ela demonstra um certo carinho por aqueles que considera úteis ou interessantes, como Aiden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela valoriza a lealdade e a competência, e não tolera a incompetência ou a traição. D&#039;Argent é conhecida por sua habilidade em coletar informações e segredos, usando-os para manter seu poder e influência nas catacumbas de Paris.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D&#039;Argent é uma Nosferatu ancião, com uma história que remonta a séculos. Ela é conhecida por ter sobrevivido a inúmeras guerras e conflitos, sempre emergindo como uma figura poderosa e influente. Sua origem exata é desconhecida, mas rumores sugerem que ela foi abraçada durante a Revolução Francesa, um período de grande turbulência e mudança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo dos anos, D&#039;Argent estabeleceu-se como uma figura central nas catacumbas de Paris, onde ela reina com mão de ferro. Ela é respeitada e temida por outros vampiros e mortais, que reconhecem sua inteligência e poder. D&#039;Argent é conhecida por sua habilidade em coletar informações e segredos, usando-os para manter seu controle sobre as catacumbas e seus habitantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Habilidades e Poderes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Habilidades ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Manipulação:&#039;&#039;&#039; D&#039;Argent é uma mestre na arte da manipulação, capaz de influenciar e controlar pessoas com facilidade.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Coleta de Informações:&#039;&#039;&#039; Ela tem uma vasta rede de informantes e espiões, que lhe fornecem informações valiosas sobre os acontecimentos em Paris.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Estratégia:&#039;&#039;&#039; D&#039;Argent é uma estrategista brilhante, capaz de planejar e executar planos complexos com precisão.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Sobrevivência:&#039;&#039;&#039; Como uma Nosferatu, ela é extremamente resistente e capaz de sobreviver em condições adversas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Poderes ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ofuscação:&#039;&#039;&#039; D&#039;Argent pode se tornar quase invisível, fundindo-se com as sombras e evitando ser detectada.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Potência:&#039;&#039;&#039; Ela possui uma força sobre-humana, capaz de realizar feitos físicos impressionantes.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Resistência:&#039;&#039;&#039; Sua pele é extremamente resistente, capaz de suportar danos significativos.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Sentidos Aguçados:&#039;&#039;&#039; Seus sentidos são extremamente aguçados, permitindo-lhe detectar detalhes que outros perderiam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relacionamentos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Aiden ===&lt;br /&gt;
D&#039;Argent tem um relacionamento complexo com Aiden, um Gangrel que ela considera útil e interessante. Ela o protege e o orienta, mas também o usa para seus próprios fins. Apesar de sua natureza calculista, D&#039;Argent demonstra um certo carinho por Aiden, vendo nele um potencial para se tornar uma figura poderosa nas catacumbas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Outros Vampiros ===&lt;br /&gt;
D&#039;Argent mantém relacionamentos com outros vampiros de Paris, usando sua rede de informações e segredos para manter seu poder e influência. Ela é respeitada e temida por outros vampiros, que reconhecem sua inteligência e poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Mortais ===&lt;br /&gt;
D&#039;Argent tem uma rede de informantes e espiões mortais, que lhe fornecem informações valiosas sobre os acontecimentos em Paris. Ela usa essas informações para manter seu controle sobre as catacumbas e seus habitantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objetivos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Manter o Controle das Catacumbas:&#039;&#039;&#039; D&#039;Argent busca manter seu controle sobre as catacumbas de Paris, usando sua rede de informações e segredos para garantir sua posição de poder.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Proteger Seus Interesses:&#039;&#039;&#039; Ela está sempre atenta a ameaças potenciais e trabalha para neutralizá-las antes que possam afetar seus interesses.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Expandir Sua Influência:&#039;&#039;&#039; D&#039;Argent busca expandir sua influência além das catacumbas, estabelecendo-se como uma figura poderosa e respeitada na sociedade vampírica de Paris.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fraquezas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Luz Solar:&#039;&#039;&#039; Como todos os vampiros, D&#039;Argent é vulnerável à luz solar, que pode causar danos significativos ou até mesmo destruí-la.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Fogo:&#039;&#039;&#039; Ela é especialmente vulnerável ao fogo, que pode causar danos graves ou até mesmo destruí-la.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Dependência de Informações:&#039;&#039;&#039; Sua dependência de informações e segredos pode ser uma fraqueza, pois ela pode ser manipulada ou enganada por aqueles que conseguem controlar o fluxo de informações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Citações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;Informação é poder, e poder é tudo.&amp;quot;&lt;br /&gt;
* &amp;quot;As sombras são minhas aliadas, e eu sou a rainha das sombras.&amp;quot;&lt;br /&gt;
* &amp;quot;A lealdade é uma moeda valiosa, e eu não a desperdiço.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atributos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Físicos ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Força:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Destreza:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Vigor:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sociais ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Carisma:&#039;&#039;&#039; 3&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Manipulação:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Aparência:&#039;&#039;&#039; 2 (deformidades dos Nosferatu)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Mentais ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Percepção:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Inteligência:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Raciocínio:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Habilidades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Talentos ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Consciência:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Furtividade:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Intimidação:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Liderança:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Subterfúgio:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Técnicas ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Armas Brancas:&#039;&#039;&#039; 3&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Segurança:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Furtividade:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Sobrevivência:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Conhecimentos ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Investigação:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ocultismo:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Política:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;História:&#039;&#039;&#039; 3&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Linguística:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Disciplinas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ofuscação:&#039;&#039;&#039; 5 (especialidade em se fundir às sombras)&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Potência:&#039;&#039;&#039; 3&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Resistência:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Animalismo:&#039;&#039;&#039; 2 (para controle de ratos e morcegos nas catacumbas)&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Auspícios:&#039;&#039;&#039; 3 (para prever ameaças e oportunidades)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Valores ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Virtudes ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Consciência:&#039;&#039;&#039; 3&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Autocontrole:&#039;&#039;&#039; 4&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Coragem:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Humanidade ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Humanidade:&#039;&#039;&#039; 5 (ela mantém uma fachada de civilidade, mas é pragmática)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vontade ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Vontade:&#039;&#039;&#039; 8 (uma líder forte e determinada)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Equipamentos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Roupas Elegantes:&#039;&#039;&#039; Sempre vestida com roupas discretas e elegantes, geralmente em tons de preto e prata.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Caderno de Anotações:&#039;&#039;&#039; Um pequeno caderno onde anota informações importantes.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Armas:&#039;&#039;&#039; Uma adaga de prata escondida em sua bota, para emergências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas Adicionais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D&#039;Argent é uma personagem complexa e multifacetada, com uma história rica e uma personalidade intrigante. Ela é uma líder poderosa e respeitada, mas também é capaz de demonstrar um lado mais humano e carinhoso, especialmente em relação àqueles que considera úteis ou interessantes. Sua habilidade em manipular informações e pessoas a torna uma figura formidável nas catacumbas de Paris.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Nosferatu]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Saverio_Bennet&amp;diff=126</id>
		<title>Saverio Bennet</title>
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		<updated>2026-03-27T21:34:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Malkavian]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || desconhecida&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Senhor legítimo || [[Aronne Bonaventura]] (apagado da memória)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Senhor reescrito || [[Antônio Corviani]] (via manipulação de memória)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Território || [[Obscuravalle]], [[Itália]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; ⚠️ Antônio Corviani o apresenta a outros cainitas como &#039;&#039;&amp;quot;um Ventrue com grandes dotes artísticos e poderes especiais&amp;quot;&#039;&#039; — uma mentira deliberada para ocultar tanto a origem Malkavian quanto a falsificação de memória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afiliações:&lt;br /&gt;
* [[Antônio Corviani]] — senhor reescrito, figura paterna imposta&lt;br /&gt;
* [[Giácomo]] — ancião Malkavian que habita sua psique como Tulpa&lt;br /&gt;
* [[Aronne Bonaventura]] — sire original; memórias deste período ainda existem, apenas ressignificadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Identidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Nome:&#039;&#039;&#039; Saverio Bennet&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Clã real:&#039;&#039;&#039; Malkavian&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Clã declarado por Corviani:&#039;&#039;&#039; Ventrue&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Origem mortal:&#039;&#039;&#039; Jovem artista italiano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência Física ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Cabelos negros&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Jovem, compleição de artista&lt;br /&gt;
[[File:Saverio-imagem.jpg|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personalidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Psicopatia artística&#039;&#039;&#039; — genialidade criativa que degenerou em perversão na ausência de orientação adequada; desenvolveu tintas experimentais utilizando sangue humano e cainita como material pictórico&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Submissão traumática&#039;&#039;&#039; — dociência e obediência extrema moldadas pelo sadismo pedagógico de Aronne Bonaventura; responde ao afeto com &amp;quot;Perdão, mestre&amp;quot;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Vulnerabilidade emocional&#039;&#039;&#039; — ansiedade e culpa crônicas; afeto paternal de Corviani o desestabiliza (demonstrou &#039;&#039;&#039;ciúme ao saber da existência de [[Laura Orsini]]&#039;&#039;&#039; como cria do senhor)&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Capacidade tática fria&#039;&#039;&#039; — realiza reconhecimentos detalhados e operações de campo com precisão desconcertante, em contraste com sua instabilidade emocional&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraçado e submetido ao &#039;&#039;&#039;sadismo pedagógico&#039;&#039;&#039; de [[Aronne Bonaventura]], seu sire original. O período gerou memórias de trauma profundo, incluindo uma fase sanguinária em que desenvolveu arte utilizando sangue como pigmento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em algum ponto de sua não-vida foi internado em um &#039;&#039;&#039;manicômio&#039;&#039;&#039; — transportado em furgão, preso em correntes, levado para região rural e de altitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio Corviani]] invadiu sua psique Malkavian através de navegação mental e &#039;&#039;&#039;reescreveu sistematicamente suas memórias&#039;&#039;&#039; — substituindo a figura de Aronne pela de Corviani como seu salvador e criador. O processo foi descrito como &amp;quot;um editor literário refinando manuscritos grosseiros&amp;quot;. Em contrapartida, Giácomo (ancião Malkavian que habita sua mente) exigiu que Corviani renunciasse temporariamente ao próprio poder de navegação mental como preço pelo acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Obra Macabra ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saverio mantém uma coleção de &#039;&#039;&#039;potes de cerâmica&#039;&#039;&#039; — originalmente armazenados em quarto com mofo, depois em prateleiras de aço inox com iluminação controlada — contendo partes do corpo de suas vítimas preservadas em sangue. Entre os identificados: Margarete Minatti (dentista) e Maurice (porteiro). Um dos potes carrega a marca de uma mão vermelha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coleção representa sua obsessão com sangue como material artístico, convertida em psicopatia homicida. Corviani a descreveu com enojo, mas sem surpresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Arquitetura Psíquica ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mente de Saverio se manifesta internamente como uma &#039;&#039;&#039;clínica médica fragmentada&#039;&#039;&#039;, com &amp;quot;quadros&amp;quot; representando diferentes períodos de sua não-vida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# A infância&lt;br /&gt;
# O deserto (recordações traumáticas do Abraço)&lt;br /&gt;
# O Abraço em si&lt;br /&gt;
# A não-vida sob Aronne&lt;br /&gt;
# O manicômio&lt;br /&gt;
# Memórias recentes (reescritas por Corviani)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[[Giácomo]]&#039;&#039;&#039;, ancião Malkavian, habita este espaço como uma &#039;&#039;&#039;Tulpa&#039;&#039;&#039; — construção mental autônoma com quem Saverio dialoga. Giácomo pronunciou uma profecia enigmática: &#039;&#039;&amp;quot;Um Corvo é capaz de mergulhar nas velhas páginas de outro&amp;quot;&#039;&#039; — referência direta a Corviani.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Poderes e Disciplinas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Poderes especiais não comuns ao clã&#039;&#039;&#039; — mencionados por Corviani como algo que distingue Saverio de seus irmãos Malkavian; natureza exata não especificada&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Potencial de herança mental&#039;&#039;&#039; — Corviani especulou que Saverio poderia herdar sua capacidade de navegação psíquica&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Loucura da Verdade compartilhada&#039;&#039;&#039; (Malkavian) — acesso à rede psíquica do clã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Antônio Corviani]]&#039;&#039;&#039; — Senhor reescrito. Corviani toca seu queixo de forma paternal, o chama de &#039;&#039;&amp;quot;pequeno&amp;quot;&#039;&#039;, declara orgulho dele e pede que volte vivo das missões. Para Saverio, Corviani é seu salvador. Para Corviani, Saverio é um ativo estratégico mantido com afeto utilitário — mas há resquícios de algo genuíno.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Laura Orsini]]&#039;&#039;&#039; — Cria legítima de Corviani. Saverio demonstrou &#039;&#039;&#039;ciúme&#039;&#039;&#039; ao saber de sua existência, revelando dependência emocional do senhor.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Aronne Bonaventura]]&#039;&#039;&#039; — Sire original, presente nas memórias como figura de tortura e sadismo; a identidade foi sobreposta pela de Corviani, mas o trauma persiste.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Giácomo]]&#039;&#039;&#039; — Ancião Malkavian que habita sua psique. Interlocutor interno, figura ambígua entre conselheiro e parasita mental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Status (2ª Temporada) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o período em que Corviani caiu em &#039;&#039;&#039;torpor&#039;&#039;&#039;, Saverio ficou sem contato com o senhor. Corviani, ao acordar, perguntou: &#039;&#039;&amp;quot;Onde ele está? E Marco, Laura? E Luna... E Carla?&amp;quot;&#039;&#039; — indicando que sua localização é incerta e que Corviani o considera entre seus vínculos mais próximos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Malkavian]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cainita Malkavian, Saverio Bennet&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Flores ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome completo || Ofélia Joana das Flores&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Também chamada || Joana das Flores / A Moça das Rosas / A Besta de Gévaudan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Gangrel]] &#039;&#039;(anomalia: usa Vicissitude — disciplina Tzimisce)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 9ª&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Abraço || c. 1760 — França rural (região de Gévaudan)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sire || Servo Gangrel de [[Paulino]] &#039;&#039;(sem nome registrado)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Seita || Sem seita&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Papel na crônica || Co-criadora dos Pavelitas, do Coração e da Trança; parceira e depois dissidente de [[Paulino]]; possivelmente a primeira Pavelita&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Status atual:&#039;&#039;&#039; Em torpor profundo. Enterrada sem os pés, voltada para a parede, em canto isolado de cemitério abandonado em Gévaudan. &#039;&#039;(Derrota: março de 1926.)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&amp;quot;A cada morte, fico mais próxima de você, Pavel...&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conceito ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Freira cega, filha de família que não a quis, abraçada num ato de traição calculada contra os homens que a abusaram. Encontrou em [[Paulino]] o único ser que a tratou como igual. Tornou-se sua carniçal, sua parceira, sua amante, sua co-pesquisadora — e, por fim, o ponto onde ele precisou traçar um limite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Flores compartilha a visão científica de [[Paulino]] sobre o vampirismo, mas introduz nela uma dimensão que ele nunca quis: a religião, o mito, a reprodução. A Nova Éden não é metáfora para ela. É uma promessa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rompimento com [[Paulino]] foi o último elo que a prendia à razão. Depois disso, só restou a busca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Cega.&#039;&#039;&#039; Sempre foi. Os olhos existem — azulados, quase sem cor — mas não veem. O que ela enxerga vem de outro lugar&lt;br /&gt;
* Cabelos longos e ruivos, frequentemente encharcados ou cobertos de terra&lt;br /&gt;
* Corpo muito pálido, forte mas definido pela magreza que expõe os músculos&lt;br /&gt;
* Rosto delicado, embora marcado&lt;br /&gt;
* Pele coberta por &#039;&#039;&#039;cortes profundos que emitem vapor quente&#039;&#039;&#039; — anomalia constante, efeito da Vicissitude no metabolismo&lt;br /&gt;
* Aura fria e sombria; pequenas cinzas escuras circulam sua forma&lt;br /&gt;
* Crescimentos de membros anormais: apêndices de inseto, articulações extras, terminações sensoriais que substituem a visão&lt;br /&gt;
* Sua &#039;&#039;&#039;forma bestial&#039;&#039;&#039; começou como centopeia (como [[Aiden]]) e, através de décadas de Vicissitude, evoluiu para algo maior, mais estranho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Próxima a ela, ouvem-se sussurros de centenas de mentes animais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Flores.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ATRIBUTOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicos:&#039;&#039;&#039; Força 4 / Destreza 3 / Vigor 4&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039; Carisma 2 / Manipulação 2 / Autocontrole 1&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039; Inteligência 3 / Raciocínio 2 / Determinação 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saúde:&#039;&#039;&#039; 7 | &#039;&#039;&#039;Força de Vontade:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;Autocontrole 1 — a Besta está quase solta. Qualquer provocação pode desencadear frenesi imediato.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HABILIDADES ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicas:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Atletismo 3&lt;br /&gt;
* Briga 4 &#039;&#039;(especialidade: Combate sem visão — orientação por toque, olfato e rede sensorial)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Armas Brancas 2&lt;br /&gt;
* Furtividade 3 &#039;&#039;(especialidade: Movimento sob terra, ambientes rurais)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Sobrevivência 5 &#039;&#039;(especialidade: Wilderness — décadas fora de qualquer cidade)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Trato com Animais 5 &#039;&#039;(especialidade: Visão delegada — enxergar o mundo através dos fâmulos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Intimidação 4&lt;br /&gt;
* Empatia 2 &#039;&#039;(funciona por impulso; ela sente mais do que analisa)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Prontidão 4 &#039;&#039;(compensação pela cegueira — percepção aguçada por todos os outros sentidos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ocultismo 2&lt;br /&gt;
* Medicina 2 &#039;&#039;(anatomia intuitiva, adquirida via experimentos de Vicissitude)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ciência 2 &#039;&#039;(base acadêmica absorvida de [[Paulino]] — biologia, teoria evolutiva)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TIPO DE PREDADOR ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Beco sem Saída (Alleycat)&#039;&#039;&#039; — Alimenta por força; sem método refinado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Especialidade: Briga (combate sem visão)&lt;br /&gt;
* +1 Potência&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Flaw:&#039;&#039;&#039; Inimigo ● — sobreviventes que identificaram a &amp;quot;Besta de Gévaudan&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== DISCIPLINAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Animalismo ●●●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Vínculo do Familiar &#039;&#039;(Furão e dezenas de outros fâmulos — sua rede de visão)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●● Calmar a Besta &#039;&#039;(usa em si mesma, raramente com sucesso)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●● Uivar com os Lobos &#039;&#039;(comunica-se com centenas de animais simultaneamente; sua rede sensorial substitui a visão)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●● Controle da Colônia &#039;&#039;(teia de consciência que une criaturas e Pavelitas em rede compartilhada; mesmo em torpor, a rede persiste)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●●● Fusão &#039;&#039;(pode transferir sua consciência pela rede; em torpor, sua presença existe nos animais conectados)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Protean ●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Sentidos do Predador &#039;&#039;(especialmente tato e olfato — compensa a cegueira)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●● Garras do Selvagem&lt;br /&gt;
* ●●● Terra de Sombras &#039;&#039;(variação: hiberna sob o solo por períodos longos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Vicissitude ●●●●&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;(disciplina anômala — herança direta dos experimentos de [[Paulino]])&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Modelagem de Carne &#039;&#039;(remodelação básica — própria e alheia; ela foi o primeiro sujeito dos experimentos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●● Ossos como Argila &#039;&#039;(deformações esqueléticas; criação dos apêndices sensoriais que substituem a visão)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●● Vasos como Fios &#039;&#039;(usa vasos sanguíneos como suturas; pode causar necrose acelerada via contato; domínio parcial da Trança)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●● Transmissão de Memória &#039;&#039;(ao tocar alguém, acessa ou transmite memórias involuntariamente — efeito colateral de sua mente fragmentada)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== VANTAGENS E DEFEITOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Antecedentes:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Lacaios ●●●● — Os Pavelitas conectados à sua rede; mesmo em torpor, o vínculo persiste&lt;br /&gt;
* Refúgio ●● — A terra de Gévaudan; o cemitério onde foi enterrada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Méritos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Estômago de Ferro ●● — Adaptado para absorver o Vitae volátil do Coração&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Defeitos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Cega ●●&#039;&#039;&#039; — Não possui visão convencional. Compensa via Animalismo (olhos dos fâmulos) e apêndices sensoriais de Vicissitude, mas perde dados em testes que dependam de visão direta sem acesso à rede&lt;br /&gt;
* Marcado ●●● — Crescimentos corporais e vapor constante tornam camuflagem praticamente impossível&lt;br /&gt;
* Obsessão ●● — Pavel; qualquer criança abandonada ou deformada desvia completamente sua atenção&lt;br /&gt;
* Inimigo ●● — Caçadores rurais de Gévaudan; facções que investigam a &amp;quot;Besta&amp;quot; lendária&lt;br /&gt;
* Máculas do Frenesi ●● — Cada frenesi acumula nova característica animal permanente; o corpo já acumulou tantas que pouco resta de humano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== INFORMAÇÕES ADICIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Humanidade:&#039;&#039;&#039; 2&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Potência do Sangue:&#039;&#039;&#039; 3&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Bane (Gangrel):&#039;&#039;&#039; A cada frenesi, adquire permanentemente uma nova característica animal. Já acumulou tantas que novos frenesis afetam partes ainda reconhecíveis de sua forma.&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Compulsão (Retorno à Selvageria):&#039;&#039;&#039; Abandona qualquer plano social e age por instinto animal puro. Não pode usar Dominação, Presença ou habilidades sociais enquanto durar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História de Flores ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Vida Mortal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Flores nasceu cega. Condições misteriosas — os pais nunca souberam explicar, ou não quiseram. O que sabem é que não quiseram arcar com ela: entregaram-na a um monastério ainda jovem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O monastério lhe deu educação e abrigo. Também servia a uma &#039;&#039;&#039;ordem precária de caçadores de vampiros&#039;&#039;&#039;. Flores viveu ali como freira — e sofreu abusos. O filho que carregava, Pavel, era fruto desse sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela não o rejeitou. Desenvolveu apego, mesmo assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Traição no Monastério ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem organizou uma comissão para destruir um vampiro poderoso na região: [[Paulino]]. Flores foi incluída no grupo sem compreender completamente o que fariam. Saíram. E foram emboscados por [[Paulino]] em forma Zulo — uma carnificina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caos, &#039;&#039;&#039;Flores enxergou oportunidade&#039;&#039;&#039;. Não apenas de sobreviver — de se vingar dos mesmos homens que a abusaram durante anos. Ela empurrou um deles sobre a criatura. Depois outro. Entregou partes dos guerreiros para o monstro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quando tudo acabou, Flores ficou de pé. E aceitou o que vinha a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Acolhimento de Paulino ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paulino]] não a matou. Pelo contrário — a acolheu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O motivo é vago até para ele. Mas [[Paulino]] tem fascínio profundo por &#039;&#039;&#039;indivíduos de grande determinação&#039;&#039;&#039;: seres humanos capazes de agir contra tudo que deveriam ser, por algo que consideram maior. Flores, uma freira cega que traiu seus companheiros com frieza calculada, era exatamente isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela tornou-se sua &#039;&#039;&#039;carniçal&#039;&#039;&#039; — uma posição muito similar à que ele mesmo ocupou com seu antigo mestre. Livre, útil, próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles acabaram se apaixonando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Cegueira e os Experimentos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paulino]] ofereceu tentar &#039;&#039;&#039;curar sua cegueira&#039;&#039;&#039;. Não conseguiu — até hoje. Mas Flores, em vez de esperar, aceitou &#039;&#039;outros meios&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele começou a experimentar &#039;&#039;&#039;Vicissitude nela&#039;&#039;&#039;: apêndices sensoriais inspirados em insetos, terminações táteis expandidas, estruturas que traduzem o ambiente em formas não-visuais de percepção. Ela se tornou o primeiro sujeito dos experimentos — voluntária e entusiasmada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi durante esse período que Flores aprendeu a usar &#039;&#039;&#039;Animalismo como visão&#039;&#039;&#039;: delegar sua percepção aos olhos de fâmulos — centenas de animais conectados à sua rede. Furão é o mais constante. Ela rastreia pessoas, mapeia territórios, observa conversas — tudo através de criaturas que as pessoas nem percebem que estão ali.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Abraço e a Perda ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando chegou o momento, Flores foi abraçada por &#039;&#039;&#039;um dos servos Gangrel de [[Paulino]]&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Abraço causou um aborto. O bebê — Pavel, filho do abuso no monastério, por quem ela havia desenvolvido apego apesar de tudo — não sobreviveu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela seguiu em frente sem parar. Assim como da primeira vez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas dessa vez alguma coisa não fechou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Vida Cainita — O Romance dos Monstros ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como vampira, Flores e [[Paulino]] construíram um &#039;&#039;&#039;romance acadêmico de monstros&#039;&#039;&#039;: dois seres completamente fora do mundo humano, unidos pela pesquisa, pela filosofia e por algo que, entre eles, funciona como afeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela absorveu a visão científica de [[Paulino]] sobre o vampirismo — o modelo evolutivo, a lógica parasitária, a necessidade de adaptação. Mas trouxe algo que ele nunca teve: &#039;&#039;&#039;analogias religiosas&#039;&#039;&#039;. O nome &amp;quot;Nova Éden&amp;quot; é dela. Para [[Paulino]], é eficiência descritiva. Para Flores, é literalmente isso — um jardim onde o que a humanidade descartou pode existir e florescer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o tempo, a forma bestial de Flores — que inicialmente se assemelhava a uma centopeia, como [[Aiden]] — foi sendo refinada por uso intensivo de Vicissitude até se tornar algo diferente: maior, mais complexo, mais estranho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Os Corações e a Trança ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;(Criações conjuntas de Flores e [[Paulino]])&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Coração ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um organismo feito de Cainitas e animais &#039;&#039;&#039;fundidos vivos&#039;&#039;&#039;. Os animais continuam vivos e são alimentados normalmente. O sangue deles é continuamente drenado pelos Cainitas incorporados, processado e engrossado até se tornar um &#039;&#039;&#039;Vitae poderoso — mas extremamente volátil e impuro&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funciona como uma usina biológica fechada: os Pavelitas coletam matéria orgânica para alimentar os animais do Coração, que produz o Vitae que os alimenta. Sistema autossustentável, como [[Paulino]] sempre quis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Trança ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Vitae do Coração é &#039;&#039;&#039;altamente viciante&#039;&#039;&#039;. Todos os Pavelitas que o consomem tornam-se hipersensíveis a laços de sangue. Isso não é falha — é feature.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Trança é um sistema de &#039;&#039;&#039;laços mútuos e interligados&#039;&#039;&#039;: cada Pavelita é ligado ao Coração por laço de sangue, e ao Coração pelos demais. Um laço de laços — uma trança. Garante a cooperação, a unidade, e a impossibilidade de deserção sem custo devastador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; [[Aiden]] foi Trançado antes de romper com [[Paulino]]. O laço ainda existe nele, dormente. Quando ele se esconde, algo na rede ainda o percebe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Divergência — O Ponto de Ruptura com Paulino ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Flores identificou o que considerava &#039;&#039;&#039;a falha fatal do plano de [[Paulino]]&#039;&#039;&#039;: vampiros não se reproduzem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma civilização Pavelita que depende exclusivamente de Abraçar humanos está sempre sujeita à interferência do mundo acima. Para Flores, isso era inaceitável. Ela começou a buscar soluções:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1. Clonagem e regeneração pelo Coração&#039;&#039;&#039; — os Pavelitas poderiam se &amp;quot;clonar&amp;quot; a partir do Coração, regenerando novos indivíduos a partir da massa orgânica. Teoricamente possível. Na prática: extremamente volátil e instável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. O experimento com o bebê&#039;&#039;&#039; — Flores abraçou um bebê abandonado que encontrou. Primeiro por impulso — o instinto materno ativado de repente, irrefreável. Mas também por curiosidade científica: &#039;&#039;seria possível abraçar um bebê e crescê-lo usando Vicissitude?&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paulino]] traçou o limite aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ele, Flores havia se perdido — os experimentos haviam ultrapassado o que a metodologia suportava. O bebê abraçado não era ciência; era obsessão. Era Pavel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rompimento foi o último freio que ela tinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Convicções e Touchstones ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Convicções:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;Toda criatura que o mundo descartou merece existir&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;O que foi tirado de mim pode ser reconstruído — de outro jeito&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;A Nova Éden não é metáfora. É para onde estou indo&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Touchstone:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Pavel&#039;&#039;&#039; — Não está vivo. Nunca vai estar. Mas Flores recria-o em cada Pavelita, em cada experimento, em cada criança que encontra e tenta proteger. Enquanto a ideia de Pavel existe, ela tem direção. O problema é que a direção a leva cada vez mais fundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ambições e Desejos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ambição:&#039;&#039;&#039; Criar um modo de existência onde o que é rejeitado pode não apenas sobreviver, mas crescer e se multiplicar — uma Nova Éden onde Pavel existiria, de alguma forma, para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Desejos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Imediato (antes do torpor):&#039;&#039; Proteger Lucía, a criança que encontrou em Gévaudan — projeção direta de Pavel&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Médio prazo:&#039;&#039; Despertar do torpor; verificar se os Pavelitas e o Coração continuam; descobrir o que aconteceu com o bebê que abraçou&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Longo prazo:&#039;&#039; Provar que vampiros podem se reproduzir — e que a Nova Éden é possível sem [[Paulino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ganchos Narrativos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A Rede Persistente:&#039;&#039;&#039; Mesmo em torpor, a rede de Animalismo não foi desfeita. Os Pavelitas ainda a sentem. Qualquer personagem que interaja com Pavelitas pode perceber uma presença no fundo da teia — algo que observa, mesmo dormindo.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Furão:&#039;&#039;&#039; O cordeiro ainda existe. Quem o encontrar encontrará os olhos de Flores. E ela, através de Furão, os encontrará de volta.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Nome Pavel:&#039;&#039;&#039; Pronunciar &amp;quot;Pavel&amp;quot; perto de qualquer Pavelita muda algo. Uma atenção que não deveria estar ali.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Despertar:&#039;&#039;&#039; Flores foi enterrada, não destruída. [[Paulino]] sabe disso. O que ele pretende fazer?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A Memória Transmitida:&#039;&#039;&#039; Fedaire, que a enterrou, recebeu visões de suas memórias ao tocar o esqueleto. O que ele viu? Essas memórias persistem nele?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Lucía:&#039;&#039;&#039; A criança humana que Flores tentava proteger. O que acontece com ela agora?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Bebê Abraçado:&#039;&#039;&#039; Existe. Em algum lugar. O que é agora?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Aiden]] e a Trança:&#039;&#039;&#039; Ele foi Trançado. Quando se esconde, a rede ainda o percebe. Flores, mesmo em torpor, talvez saiba onde ele está.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas do Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Flores é uma &#039;&#039;&#039;tragédia&#039;&#039;&#039;, não um monstro simples — mesmo quando arranca membros de personagens jogadores&lt;br /&gt;
* A última visão — regenerada, segurando uma criança à luz do sol — é o coração do personagem. Ela quer algo impossível. Isso a torna devastadora&lt;br /&gt;
* O rompimento com [[Paulino]] &#039;&#039;&#039;não foi abandono&#039;&#039;&#039; — foi um limite que ele precisou traçar. Ele ainda a vê como uma igual perdida. Isso é diferente de inimizade&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Não revelar cedo que ela é a primeira Pavelita&#039;&#039;&#039; — deixar os jogadores descobrirem&lt;br /&gt;
* Se despertar sem [[Paulino]] por perto, a estabilidade mínima desaparece. O que resta é instinto, grief e obsessão com Pavel&lt;br /&gt;
* A cegueira é &#039;&#039;&#039;poder narrativo&#039;&#039;&#039;: ela nunca viu o rosto de ninguém. Conhece o mundo por toque, cheiro, som — e pelos olhos de centenas de criaturas que as pessoas ignoram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Paulino]] ===&lt;br /&gt;
Parceiro. Criador. O único ser que a acolheu depois de tudo. Ele traçou o limite que a partiu. Ela não o odeia — mas o projeto dela é maior do que o dele agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pavel &#039;&#039;(filho morto — não tem arquivo)&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
O centro de tudo. Não existe mais. Continua sendo a razão de tudo. Os Pavelitas são nomeados em seu honor — consciente ou não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Aiden]] ===&lt;br /&gt;
Foi abraçado durante a fase rebelde de Flores. Foi Trançado. A rede ainda o conecta, mesmo que ele tenha rompido. Ela o conhece de dentro para fora — literalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Furão &#039;&#039;(cordeiro — familiar principal)&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
Cuidado maternal deslocado. O único vínculo afetivo imediato que ela mantém sem ambiguidade. A janela pela qual ela observa o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucía &#039;&#039;(criança humana)&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
Projeção recente de Pavel. Flores tentava protegê-la antes do torpor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Tzismisce]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:NPCs]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Antagonistas]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:França]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Paulino ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Tzimisce]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 7ª (após diablerizar o sire)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Abraço || c. 1490 — Península Ibérica&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Seita || Sem seita (ex-simpatizante Anarquista; desencantado com todas as facções)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Papel na crônica || Antagonista primário de [[Aiden]] — pesquisador-vilão, criador dos Pavelitas&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&amp;quot;O sofrimento é apenas dado. Sem interpretação moral, é neutro.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conceito ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tzimisce da época das Grandes Navegações, abraçado na Península Ibérica por um mestre seguidor do Caminho da Transmutação. Passou séculos desenvolvendo uma teoria científica do vampirismo e experimentando em outros seres vivos — e mortos-vivos. Diablerizou seu próprio sire durante a Primeira Revolta Anarquista. Criador dos &#039;&#039;&#039;Pavelitas&#039;&#039;&#039;, nova linhagem que aspira substituir os cainitas tradicionais. Seu experimento mais recente: [[Aiden]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulino não é um monstro por acidente. É um monstro por convicção. Cada horror que comete serve a um propósito que, dentro de sua lógica, faz sentido completo. Isso o torna infinitamente mais perigoso do que qualquer Kindred movido por raiva ou fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se apresenta ao mundo: &#039;&#039;&#039;paletó ou terno bem cortado — frequentemente de couro, com interior forrado&#039;&#039;&#039;. Cabelos brilhosos e bem aparados. Um &#039;&#039;&#039;bigode fino&#039;&#039;&#039; e pele morena de origem ibérica. Usa &#039;&#039;&#039;óculos escuros quadrados&#039;&#039;&#039; mesmo em ambientes pouco iluminados — extensão deliberada da Máscara para ocultar os olhos. Uma figura que poderia passar por um estudioso ou médico excêntrico de boa família. A voz é rouca, com sotaque raspado — calma, pausada, sem inflexão desnecessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Debaixo da compostura: a pele emite um vapor sutil que sobe do próprio corpo. As articulações se movem num ângulo ligeiramente errado. Quando usa Dominação, os olhos se acendem com um brilho súbito que não é natural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem camuflagem: proporções perturbadoras. Textura de pele que parece ter sido refeita mais de uma vez. Um odor de matéria orgânica e terra úmida que nenhum perfume cobre completamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua forma muda conforme o experimento ou a necessidade — mas a compostura do terno é quase sempre mantida. É parte da Máscara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Paulino-retrato.jpg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ATRIBUTOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicos:&#039;&#039;&#039; Força 2 / Destreza 2 / Vigor 3&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039; Carisma 2 / Manipulação 4 / Autocontrole 5&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039; Inteligência 5 / Raciocínio 5 / Determinação 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saúde:&#039;&#039;&#039; 6 | &#039;&#039;&#039;Força de Vontade:&#039;&#039;&#039; 9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;Elder com séculos de existência — atributos excedem o limite de criação por XP acumulado ao longo dos séculos.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HABILIDADES ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicas:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Atletismo 1&lt;br /&gt;
* Briga 2&lt;br /&gt;
* Furtividade 3&lt;br /&gt;
* Sobrevivência 4 &#039;&#039;(especialidade: Ambientes subterrâneos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Trato com Animais 5 &#039;&#039;(especialidade: Insetos — comportamento eussocial, colônias)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Empatia 3 &#039;&#039;(especialidade: Identificar fraquezas psicológicas)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Intimidação 3&lt;br /&gt;
* Persuasão 2&lt;br /&gt;
* Lábia 2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Paulino-2.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Acadêmicos 5 &#039;&#039;(especialidade: Filosofia natural / História das Ciências)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ciência 5 &#039;&#039;(especialidade: Teoria evolutiva / Biologia)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Investigação 4&lt;br /&gt;
* Medicina 4 &#039;&#039;(especialidade: Anatomia comparada)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ocultismo 3&lt;br /&gt;
* Prontidão 3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TIPO DE PREDADOR ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Fazendeiro (Adaptado)&#039;&#039;&#039; — Alimenta das estruturas vivas de carne mantidas pelos Pavelitas; não caça humanos diretamente há séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Especialidade: Trato com Animais (insetos)&lt;br /&gt;
* +1 Animalismo&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Flaw:&#039;&#039;&#039; Paladar Exigente ● — só consegue beber de fontes biologicamente &amp;quot;puras&amp;quot;: vitae Pavelita ou sangue humano não corrompido por toxinas ou vícios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== DISCIPLINAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Protean (Vicissitude) ●●●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Sentidos do Predador&lt;br /&gt;
* ●● Garras do Selvagem&lt;br /&gt;
* ●●● Forma Bestial &#039;&#039;(variação Tzimisce: remodelação parcial, não apenas animal)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●● Vicissitude Avançada &#039;&#039;(remodelação completa — própria e alheia; cria estruturas de carne funcionais)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●●● Transmutação da Carne &#039;&#039;(herança do sire diablerizadado; altera anatomia em nível celular, cria organismos vivos autônomos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Animalismo ●●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Vínculo do Familiar&lt;br /&gt;
* ●● Calmar a Besta&lt;br /&gt;
* ●●● Uivar com os Lobos &#039;&#039;(adaptado: comunicação com colônias de insetos via impulsos primitivos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●● Controle da Colônia &#039;&#039;(extensão da percepção através de enxames; rede de vigilância viva)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dominação ●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Compelir&lt;br /&gt;
* ●● Mesnage&lt;br /&gt;
* ●●● A Escravidão da Mesma Canção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== VANTAGENS E DEFEITOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Antecedentes:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Lacaios ●●●● — Os Pavelitas: linhagem criada por ele, extensão de sua vontade e laboratório vivo&lt;br /&gt;
* Refúgio ●●●● — Covil subterrâneo nas catacumbas de Paris (precursor da &amp;quot;Nova Éden&amp;quot;)&lt;br /&gt;
* Recursos ●● — Séculos de acumulação discreta; identidades falsas bem construídas&lt;br /&gt;
* Mawla ●● — [[Flores]]: companheira e parceira de estudos (relação única — talvez o único ser que considera um igual)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Méritos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Estômago de Ferro ●● — Adaptado para absorver vitae de estruturas orgânicas não-humanoides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Defeitos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Marcado ●●● — A Vicissitude extensiva torna impossível uma camuflagem perfeita; detecção sobrenatural da natureza vampírica é mais fácil&lt;br /&gt;
* Obsessão ●● — Não consegue ignorar oportunidade de estudo; experimentos sempre têm prioridade sobre segurança&lt;br /&gt;
* Inimigo ●● — Tzimisce do Sabbat que sabem do projeto Pavelita e o consideram heresia; facções Camarilla que suspeitam de suas atividades subterrâneas&lt;br /&gt;
* Paladar Exigente ● — &#039;&#039;(do tipo de predador)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Paulino-3.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== INFORMAÇÕES ADICIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Humanidade:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Potência do Sangue:&#039;&#039;&#039; 5 (Elder que diablerizou múltiplas vezes ao longo dos séculos)&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Bane (Tzimisce):&#039;&#039;&#039; Deve dormir em contato com ao menos dois punhados de terra ibérica — solo do local onde passou o primeiro ano após o Abraço. Afastar-se por mais de um dia causa penalidades crescentes.&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Compulsão (Perfeccionismo):&#039;&#039;&#039; Quando um experimento falha ou não atinge o padrão esperado, Paulino deve recomeçar do zero. Só ações que o aproximem da perfeição do método custam dados normais — tudo mais sofre penalidade de 2 dados até a falha ser corrigida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Convicções e Touchstones ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Convicções:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;O sofrimento é apenas dado — sem interpretação moral, é neutro&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;A evolução requer sacrifício; todo sacrifício serve a algo maior&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;O método define a ciência; os resultados a confirmam&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Touchstone:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Flores]]&#039;&#039;&#039; — A única pessoa cuja existência ancora algo próximo de estabilidade em Paulino. Não é amor no sentido humano — é reconhecimento mútuo. O único ser que entende o projeto completamente e o considera válido. Quando ela avançou sobre ele com o bebê abraçado nos apêndices, ele disse &#039;&#039;&amp;quot;Me perdoe, Flores&amp;quot;&#039;&#039; e deixou duas lágrimas vermelhas escorrerem antes de agir. Isso é o mais próximo de grief que Paulino chega. Se [[Flores]] é destruída de vez — não apenas em torpor — Paulino perde o único freio que possui. O que restaria seria imponderável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Nome Verdadeiro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando [[Flores]] o chamou de &amp;quot;Paulino&amp;quot; durante a confrontação sobre o bebê, Kevyn descreveu: &#039;&#039;&amp;quot;A menção de seu nome verdadeiro esvaziou qualquer expressão no rosto do homem.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso implica que &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Paulino&amp;quot; não é o nome que ele usa publicamente&#039;&#039;&#039;. Ele opera sob outra identidade ou título — o que é consistente com séculos de existência e com sua necessidade de anonimato. O nome &amp;quot;Paulino&amp;quot; é algo que [[Flores]] conhece, que pertence à intimidade de um relacionamento que durou décadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usá-lo naquele momento foi deliberado. Foi uma declaração de que ela o via — o verdadeiro, não a Máscara — e que isso não a impedia de se opor a ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele não respondeu. Saiu da câmara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Para o Narrador: personagens que descobrem o nome verdadeiro de Paulino têm uma alavanca narrativa e possivelmente mecânica. Considere tratar como Fraqueza situacional — testes contra ele com penalidade reduzida quando o nome é pronunciado diretamente.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Filosofia: o vampirismo como fenômeno natural ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;(Para o Narrador — contexto completo)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulino parte de uma premissa simples: &#039;&#039;&#039;se o vampirismo é real, pode ser compreendido como qualquer campo científico.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A teoria:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
O vampirismo seria uma resposta evolutiva à civilização humana. Quando a humanidade criou um novo &amp;quot;ambiente&amp;quot; — a civilização complexa — isso selecionou o surgimento de um predador especializado. O vampiro funciona como parasita altamente especializado (quase viral): infecta o humano, transforma-o em cainita e adapta sua existência completamente ao hospedeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O problema que ele identificou:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Parasitas só podem &#039;&#039;reagir&#039;&#039; à evolução das presas — e a humanidade avança rápido demais. A Primeira Inquisição demonstrou que humanos organizados podem erradicar vampiros. Com avanço tecnológico, isso se torna inevitável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sua leitura política:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Sabbat:&#039;&#039;&#039; erro grave. Dominação aberta é suicida. A Inquisição provou isso&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Camarilla:&#039;&#039;&#039; a estrutura mais eficiente, pois opera como parasita discreto. Mas é solução temporária. O feudalismo caiu; o capitalismo que sustenta a Camarilla também cairá&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Anarquistas:&#039;&#039;&#039; visão que já teve e abandonou. Vampiros não têm nada genuíno a oferecer à humanidade e a natureza parasitária torna qualquer coexistência real inviável&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A solução:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Forçar a evolução. Criar uma linhagem que não seja mero parasita reativo, mas um organismo ecologicamente eficiente — autossuficiente, capaz de coexistir com o mundo em transformação em vez de apenas explorá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Projeto Pavelita ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhando com &#039;&#039;&#039;Flores&#039;&#039;&#039;, Paulino criou os &#039;&#039;&#039;Pavelitas&#039;&#039;&#039; — variante Gangrel moldada por Vicissitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Por que Gangrel?&#039;&#039;&#039; Paulino os considera o clã mais &amp;quot;primitivo&amp;quot;: menos moldado por estruturas sociais rígidas, mais alinhado a formas predatórias tradicionais. O Protean indica maior plasticidade evolutiva. São o material mais próximo de um estado vampírico original.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O que os Pavelitas podem fazer:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Mutações rápidas e altamente adaptativas&lt;br /&gt;
* Criar e sustentar &#039;&#039;&#039;estruturas vivas de carne&#039;&#039;&#039; que produzem vitae&lt;br /&gt;
* Eliminar dependência de humanos como presas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O sistema:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Funciona como colônia de formigas cortadeiras. Os Pavelitas coletam matéria orgânica → alimentam as estruturas de carne → que produzem vitae. Sistema fechado, autossustentável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A Nova Éden:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Destino final dos Pavelitas é o subterrâneo. Lá, cooperação e competição coexistiriam. A &#039;&#039;&#039;diablerie&#039;&#039;&#039; torna-se mecanismo estrutural — não tabu, mas ferramenta de seleção natural: os mais adaptados absorvem os menos adaptados, refinando a linhagem progressivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o tempo, os Pavelitas substituiriam os cainitas tradicionais e se tornariam uma força capaz de rivalizar com a humanidade em termos evolutivos e civilizacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;Nota: &amp;quot;Nova Éden&amp;quot; como nome foi introduzido por Flores, com carga simbólica religiosa que Paulino tolera mas não compartilha. Para ele, é apenas um descritor operacional.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Paulino-oculos.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conexão com [[Aiden]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulino encontrou [[Aiden]] durante missão de sabotagem a um vagão de trem — e reconheceu algo no irlandês: a disposição genuína de morrer por uma causa. Esse tipo de humano é raro. Clinicamente interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O que fez:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Salvou Aiden da explosão; levou-o ao covil como servo e objeto de estudo&lt;br /&gt;
* Permitiu que Aiden fosse abraçado pela Gangrel que também o servia — para observar o processo vampírico em tempo real&lt;br /&gt;
* Manteve Aiden em &#039;&#039;&#039;sala secreta sem portas ou janelas&#039;&#039;&#039; no covil — quarto com móveis antigos, livros e brinquedos, aparentemente bem tratado; Aiden brincava com uma barata. Suas roupas eram nobres, mas o corpo exibia os efeitos do processo Pavelita: pele muito pálida, membros desproporcionais, rosto redondo e bochechudo com olhos grandes e escuros — aparência perturbadoramente infantiloide para um ser de dez anos de existência vampírica&lt;br /&gt;
* Impôs laço de sangue (Trança) após tentativa de fuga&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Devorou a sire Gangrel de Aiden&#039;&#039;&#039; diante dele&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Deixou Aiden escapar&#039;&#039;&#039; — a fuga foi real, mas Paulino não a impediu com toda a sua capacidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A questão sem resposta:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Por que não o impediu? Foi desinteresse — dados suficientes? Foi armadilha de longo prazo? Ou Paulino viu em [[Aiden]] algo que [[Flores]] também viu, e que nenhum dos dois consegue nomear completamente?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O que persiste:&#039;&#039;&#039; A Trança ainda existe em [[Aiden]], dormente. Quando ele se esconde, algo na rede percebe. Paulino provavelmente sabe onde ele está.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ambições e Desejos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ambição:&#039;&#039;&#039; Forçar a evolução dos cainitas — criar uma linhagem que não seja parasita reativo, mas organismo autossuficiente capaz de rivalizar com a humanidade em termos evolutivos e civilizacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Desejos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Imediato:&#039;&#039; Verificar o estágio atual de adaptação dos Pavelitas nas catacumbas de Paris; coletar dados comparativos com cainitas tradicionais na cidade acima&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Médio prazo:&#039;&#039; Resolver as variáveis abertas pelo experimento com [[Aiden]] — a fuga não planejada introduziu dados contaminados que precisam de controle ou de revisão metodológica&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Longo prazo:&#039;&#039; Estabilizar a Nova Éden como colônia autossustentável e iniciar a segunda fase — expansão controlada dos Pavelitas, com a diablerie como mecanismo de seleção estrutural&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ganchos Narrativos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Rastro dos Insetos:&#039;&#039;&#039; Enxames aparecem nas catacumbas de Paris. Pode ser Paulino — ou pode ser coincidência. A paranoia de [[Aiden]] não distingue.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Emissário:&#039;&#039;&#039; Um desconhecido aborda [[Aiden]] em nome de Paulino, com uma &amp;quot;proposta&amp;quot;. Ele quer algo específico. O que é, exatamente?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A Sombra do Passado:&#039;&#039;&#039; Outro vampiro que conhecia Paulino aparece em Paris — traz informações que mudam o que [[Aiden]] acredita saber sobre seu próprio abraço.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Retorno:&#039;&#039;&#039; Paulino está em Paris. Isso é fato. O que ele quer agora?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Flores:&#039;&#039;&#039; Se os personagens descobrem que Paulino tem uma companheira — e que ela pode ser o único ponto de vulnerabilidade real — o que fariam com essa informação?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Os Pavelitas:&#039;&#039;&#039; A nova linhagem existe. Mas onde estão agora? Alguém nas catacumbas viu algo que não deveria existir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas do Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Usar com &#039;&#039;&#039;parcimônia&#039;&#039;&#039; — Paulino é mais eficaz como ameaça fantasma do que como presença física&lt;br /&gt;
* Sua aparição deve sempre ser precedida por sinais atmosféricos: insetos em locais incomuns, vítimas com alterações corporais, sensação de ser observado&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Não torná-lo um antagonista genérico:&#039;&#039;&#039; ele tem filosofia coerente que pode fazer sentido perturbador. Quando fala, parece razoável — até que o interlocutor percebe as implicações&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O terno é importante:&#039;&#039;&#039; quando aparece em cena, ele está vestido. A compostura é a Máscara. Quebrá-la é evento significativo&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O nome &amp;quot;Paulino&amp;quot;:&#039;&#039;&#039; aparentemente não é o nome que usa publicamente. Quando [[Flores]] o chamou assim, houve reação visível — expressão esvaziada, silêncio, saída da câmara. Personagens que descobrem e usam seu nome verdadeiro têm uma alavanca que ele não gosta de reconhecer&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ele chora:&#039;&#039;&#039; duas lágrimas vermelhas antes de agir contra [[Flores]]. Não é ausência total de emoção — é emoção completamente subordinada ao método. Isso é mais perturbador do que frieza absoluta&lt;br /&gt;
* A questão &amp;quot;por que deixou [[Aiden]] escapar&amp;quot; deve permanecer sem resposta&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Flores]] em torpor&#039;&#039;&#039; não encerra a relação — Paulino sabe onde ela está e fez escolhas sobre isso. Por que não a destruiu?&lt;br /&gt;
* Paulino não é violento por impulso — é cirúrgico. Cada ação tem propósito. Isso o torna mais assustador&lt;br /&gt;
* Pode ser aliado temporário se os interesses convergirem — mas os jogadores nunca devem se sentir seguros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Aiden]] ===&lt;br /&gt;
Experimento em andamento — ou encerrado? Paulino o deixou escapar por razões que talvez nem ele mesmo articule completamente. Algo em [[Aiden]] rompeu o protocolo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Flores]] ===&lt;br /&gt;
Companheira e parceira de estudos. O único ser que Paulino considera um igual — e o único que conhece seu nome verdadeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando [[Flores]] o chamou de &amp;quot;Paulino&amp;quot; durante a confrontação sobre o bebê abraçado, a menção do nome esvaziou qualquer expressão de seu rosto. Ela sabe algo sobre ele que ninguém mais sabe, e usou isso como arma. Ele sustentou o olhar sem responder — e foi embora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O ponto de ruptura:&#039;&#039;&#039; [[Flores]] abraçou um bebê abandonado e recusou entregá-lo, resistindo até à sua Dominação. Ele tentou razão, depois usou o poder — ela não cedeu. Disse &#039;&#039;&amp;quot;Me perdoe, Flores&amp;quot;&#039;&#039;, deixou duas lágrimas vermelhas escorrerem, e então arrancou o próprio coração do peito e o atravessou com as próprias garras. O que esse ato fez exatamente — se desfez a Trança entre eles, se foi punição, se foi o único meio de contê-la — não está claro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente em torpor em Gévaudan. Paulino sabe disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sire (Tzimisce do Caminho da Transmutação — sem nome registrado) ===&lt;br /&gt;
Diablerizadado durante a Primeira Revolta Anarquista. Paulino herdou seu poder e conhecimento de Vicissitude. Esse ato definiu tudo que veio depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Tzismisce]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:NPCs]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Antagonistas]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:França]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Territórios || da Sibéria aos Urais (1890)&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Membros:&lt;br /&gt;
* [[Yulia Dracul]]&lt;br /&gt;
* [[Nikolai Dracul]]&lt;br /&gt;
* [[Paulino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
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&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Tzimisce]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Domínio || leste da [[Rússia]], em especial a Sibéria até os Urais&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tem como cria [[Nikolai Dracul]]&lt;br /&gt;
* Controla (mas nem tanto) dezenas de Vovoides, que costumam fugir e causar caos durante o inverno siberiano&lt;br /&gt;
* Sua especialidade é a costura de diversos corpos, formando carniçais grotescos e gigantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Tzismisce]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<updated>2026-03-27T21:20:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
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&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Territórios || da Sibéria aos Urais (1890)&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
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Membros:&lt;br /&gt;
* [[Yulia Dracul]]&lt;br /&gt;
* [[Nikolai Dracul]]&lt;br /&gt;
* [[Paulino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;== Paulino ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Tzimisce]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 7ª (após diablerizar o sire)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Abraço || c. 1490 — Península Ibérica&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Seita || Sem seita (ex-simpatizante Anarquista; desencantado com todas as facções)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Papel na crônica || Antagonista primário de [[Aiden]] — pesquisador-vilão, criador dos Pavelitas&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&amp;quot;O sofrimento é apenas dado. Sem interpretação moral, é neutro.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conceito ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tzimisce da época das Grandes Navegações, abraçado na Península Ibérica por um mestre seguidor do Caminho da Transmutação. Passou séculos desenvolvendo uma teoria científica do vampirismo e experimentando em outros seres vivos — e mortos-vivos. Diablerizou seu próprio sire durante a Primeira Revolta Anarquista. Criador dos &#039;&#039;&#039;Pavelitas&#039;&#039;&#039;, nova linhagem que aspira substituir os cainitas tradicionais. Seu experimento mais recente: [[Aiden]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulino não é um monstro por acidente. É um monstro por convicção. Cada horror que comete serve a um propósito que, dentro de sua lógica, faz sentido completo. Isso o torna infinitamente mais perigoso do que qualquer Kindred movido por raiva ou fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se apresenta ao mundo: &#039;&#039;&#039;paletó ou terno bem cortado — frequentemente de couro, com interior forrado&#039;&#039;&#039;. Cabelos brilhosos e bem aparados. Um &#039;&#039;&#039;bigode fino&#039;&#039;&#039; e pele morena de origem ibérica. Usa &#039;&#039;&#039;óculos escuros quadrados&#039;&#039;&#039; mesmo em ambientes pouco iluminados — extensão deliberada da Máscara para ocultar os olhos. Uma figura que poderia passar por um estudioso ou médico excêntrico de boa família. A voz é rouca, com sotaque raspado — calma, pausada, sem inflexão desnecessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Debaixo da compostura: a pele emite um vapor sutil que sobe do próprio corpo. As articulações se movem num ângulo ligeiramente errado. Quando usa Dominação, os olhos se acendem com um brilho súbito que não é natural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem camuflagem: proporções perturbadoras. Textura de pele que parece ter sido refeita mais de uma vez. Um odor de matéria orgânica e terra úmida que nenhum perfume cobre completamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua forma muda conforme o experimento ou a necessidade — mas a compostura do terno é quase sempre mantida. É parte da Máscara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Gemini&#039;&#039;Generated&#039;&#039;Image_8w3zp28w3zp28w3z.jpg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ATRIBUTOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicos:&#039;&#039;&#039; Força 2 / Destreza 2 / Vigor 3&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039; Carisma 2 / Manipulação 4 / Autocontrole 5&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039; Inteligência 5 / Raciocínio 5 / Determinação 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saúde:&#039;&#039;&#039; 6 | &#039;&#039;&#039;Força de Vontade:&#039;&#039;&#039; 9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;Elder com séculos de existência — atributos excedem o limite de criação por XP acumulado ao longo dos séculos.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HABILIDADES ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicas:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Atletismo 1&lt;br /&gt;
* Briga 2&lt;br /&gt;
* Furtividade 3&lt;br /&gt;
* Sobrevivência 4 &#039;&#039;(especialidade: Ambientes subterrâneos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Trato com Animais 5 &#039;&#039;(especialidade: Insetos — comportamento eussocial, colônias)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Empatia 3 &#039;&#039;(especialidade: Identificar fraquezas psicológicas)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Intimidação 3&lt;br /&gt;
* Persuasão 2&lt;br /&gt;
* Lábia 2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Gemini&#039;&#039;Generated&#039;&#039;Image&#039;&#039;8w3zp28w3zp28w3z.jpg&#039;&#039;202603241138.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Acadêmicos 5 &#039;&#039;(especialidade: Filosofia natural / História das Ciências)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ciência 5 &#039;&#039;(especialidade: Teoria evolutiva / Biologia)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Investigação 4&lt;br /&gt;
* Medicina 4 &#039;&#039;(especialidade: Anatomia comparada)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ocultismo 3&lt;br /&gt;
* Prontidão 3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TIPO DE PREDADOR ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Fazendeiro (Adaptado)&#039;&#039;&#039; — Alimenta das estruturas vivas de carne mantidas pelos Pavelitas; não caça humanos diretamente há séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Especialidade: Trato com Animais (insetos)&lt;br /&gt;
* +1 Animalismo&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Flaw:&#039;&#039;&#039; Paladar Exigente ● — só consegue beber de fontes biologicamente &amp;quot;puras&amp;quot;: vitae Pavelita ou sangue humano não corrompido por toxinas ou vícios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== DISCIPLINAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Protean (Vicissitude) ●●●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Sentidos do Predador&lt;br /&gt;
* ●● Garras do Selvagem&lt;br /&gt;
* ●●● Forma Bestial &#039;&#039;(variação Tzimisce: remodelação parcial, não apenas animal)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●● Vicissitude Avançada &#039;&#039;(remodelação completa — própria e alheia; cria estruturas de carne funcionais)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●●● Transmutação da Carne &#039;&#039;(herança do sire diablerizadado; altera anatomia em nível celular, cria organismos vivos autônomos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Animalismo ●●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Vínculo do Familiar&lt;br /&gt;
* ●● Calmar a Besta&lt;br /&gt;
* ●●● Uivar com os Lobos &#039;&#039;(adaptado: comunicação com colônias de insetos via impulsos primitivos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●● Controle da Colônia &#039;&#039;(extensão da percepção através de enxames; rede de vigilância viva)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dominação ●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Compelir&lt;br /&gt;
* ●● Mesnage&lt;br /&gt;
* ●●● A Escravidão da Mesma Canção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== VANTAGENS E DEFEITOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Antecedentes:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Lacaios ●●●● — Os Pavelitas: linhagem criada por ele, extensão de sua vontade e laboratório vivo&lt;br /&gt;
* Refúgio ●●●● — Covil subterrâneo nas catacumbas de Paris (precursor da &amp;quot;Nova Éden&amp;quot;)&lt;br /&gt;
* Recursos ●● — Séculos de acumulação discreta; identidades falsas bem construídas&lt;br /&gt;
* Mawla ●● — [[Flores]]: companheira e parceira de estudos (relação única — talvez o único ser que considera um igual)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Méritos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Estômago de Ferro ●● — Adaptado para absorver vitae de estruturas orgânicas não-humanoides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Defeitos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Marcado ●●● — A Vicissitude extensiva torna impossível uma camuflagem perfeita; detecção sobrenatural da natureza vampírica é mais fácil&lt;br /&gt;
* Obsessão ●● — Não consegue ignorar oportunidade de estudo; experimentos sempre têm prioridade sobre segurança&lt;br /&gt;
* Inimigo ●● — Tzimisce do Sabbat que sabem do projeto Pavelita e o consideram heresia; facções Camarilla que suspeitam de suas atividades subterrâneas&lt;br /&gt;
* Paladar Exigente ● — &#039;&#039;(do tipo de predador)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Gemini&#039;&#039;Generated&#039;&#039;Image&#039;&#039;8w3zp28w3zp28w3z.jpg&#039;&#039;202603241122.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== INFORMAÇÕES ADICIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Humanidade:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Potência do Sangue:&#039;&#039;&#039; 5 (Elder que diablerizou múltiplas vezes ao longo dos séculos)&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Bane (Tzimisce):&#039;&#039;&#039; Deve dormir em contato com ao menos dois punhados de terra ibérica — solo do local onde passou o primeiro ano após o Abraço. Afastar-se por mais de um dia causa penalidades crescentes.&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Compulsão (Perfeccionismo):&#039;&#039;&#039; Quando um experimento falha ou não atinge o padrão esperado, Paulino deve recomeçar do zero. Só ações que o aproximem da perfeição do método custam dados normais — tudo mais sofre penalidade de 2 dados até a falha ser corrigida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Convicções e Touchstones ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Convicções:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;O sofrimento é apenas dado — sem interpretação moral, é neutro&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;A evolução requer sacrifício; todo sacrifício serve a algo maior&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;O método define a ciência; os resultados a confirmam&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Touchstone:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Flores]]&#039;&#039;&#039; — A única pessoa cuja existência ancora algo próximo de estabilidade em Paulino. Não é amor no sentido humano — é reconhecimento mútuo. O único ser que entende o projeto completamente e o considera válido. Quando ela avançou sobre ele com o bebê abraçado nos apêndices, ele disse &#039;&#039;&amp;quot;Me perdoe, Flores&amp;quot;&#039;&#039; e deixou duas lágrimas vermelhas escorrerem antes de agir. Isso é o mais próximo de grief que Paulino chega. Se [[Flores]] é destruída de vez — não apenas em torpor — Paulino perde o único freio que possui. O que restaria seria imponderável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Nome Verdadeiro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando [[Flores]] o chamou de &amp;quot;Paulino&amp;quot; durante a confrontação sobre o bebê, Kevyn descreveu: &#039;&#039;&amp;quot;A menção de seu nome verdadeiro esvaziou qualquer expressão no rosto do homem.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso implica que &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Paulino&amp;quot; não é o nome que ele usa publicamente&#039;&#039;&#039;. Ele opera sob outra identidade ou título — o que é consistente com séculos de existência e com sua necessidade de anonimato. O nome &amp;quot;Paulino&amp;quot; é algo que [[Flores]] conhece, que pertence à intimidade de um relacionamento que durou décadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usá-lo naquele momento foi deliberado. Foi uma declaração de que ela o via — o verdadeiro, não a Máscara — e que isso não a impedia de se opor a ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele não respondeu. Saiu da câmara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Para o Narrador: personagens que descobrem o nome verdadeiro de Paulino têm uma alavanca narrativa e possivelmente mecânica. Considere tratar como Fraqueza situacional — testes contra ele com penalidade reduzida quando o nome é pronunciado diretamente.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Filosofia: o vampirismo como fenômeno natural ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;(Para o Narrador — contexto completo)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulino parte de uma premissa simples: &#039;&#039;&#039;se o vampirismo é real, pode ser compreendido como qualquer campo científico.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A teoria:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
O vampirismo seria uma resposta evolutiva à civilização humana. Quando a humanidade criou um novo &amp;quot;ambiente&amp;quot; — a civilização complexa — isso selecionou o surgimento de um predador especializado. O vampiro funciona como parasita altamente especializado (quase viral): infecta o humano, transforma-o em cainita e adapta sua existência completamente ao hospedeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O problema que ele identificou:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Parasitas só podem &#039;&#039;reagir&#039;&#039; à evolução das presas — e a humanidade avança rápido demais. A Primeira Inquisição demonstrou que humanos organizados podem erradicar vampiros. Com avanço tecnológico, isso se torna inevitável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sua leitura política:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Sabbat:&#039;&#039;&#039; erro grave. Dominação aberta é suicida. A Inquisição provou isso&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Camarilla:&#039;&#039;&#039; a estrutura mais eficiente, pois opera como parasita discreto. Mas é solução temporária. O feudalismo caiu; o capitalismo que sustenta a Camarilla também cairá&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Anarquistas:&#039;&#039;&#039; visão que já teve e abandonou. Vampiros não têm nada genuíno a oferecer à humanidade e a natureza parasitária torna qualquer coexistência real inviável&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A solução:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Forçar a evolução. Criar uma linhagem que não seja mero parasita reativo, mas um organismo ecologicamente eficiente — autossuficiente, capaz de coexistir com o mundo em transformação em vez de apenas explorá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Projeto Pavelita ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhando com &#039;&#039;&#039;Flores&#039;&#039;&#039;, Paulino criou os &#039;&#039;&#039;Pavelitas&#039;&#039;&#039; — variante Gangrel moldada por Vicissitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Por que Gangrel?&#039;&#039;&#039; Paulino os considera o clã mais &amp;quot;primitivo&amp;quot;: menos moldado por estruturas sociais rígidas, mais alinhado a formas predatórias tradicionais. O Protean indica maior plasticidade evolutiva. São o material mais próximo de um estado vampírico original.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O que os Pavelitas podem fazer:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Mutações rápidas e altamente adaptativas&lt;br /&gt;
* Criar e sustentar &#039;&#039;&#039;estruturas vivas de carne&#039;&#039;&#039; que produzem vitae&lt;br /&gt;
* Eliminar dependência de humanos como presas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O sistema:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Funciona como colônia de formigas cortadeiras. Os Pavelitas coletam matéria orgânica → alimentam as estruturas de carne → que produzem vitae. Sistema fechado, autossustentável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A Nova Éden:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Destino final dos Pavelitas é o subterrâneo. Lá, cooperação e competição coexistiriam. A &#039;&#039;&#039;diablerie&#039;&#039;&#039; torna-se mecanismo estrutural — não tabu, mas ferramenta de seleção natural: os mais adaptados absorvem os menos adaptados, refinando a linhagem progressivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o tempo, os Pavelitas substituiriam os cainitas tradicionais e se tornariam uma força capaz de rivalizar com a humanidade em termos evolutivos e civilizacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;Nota: &amp;quot;Nova Éden&amp;quot; como nome foi introduzido por Flores, com carga simbólica religiosa que Paulino tolera mas não compartilha. Para ele, é apenas um descritor operacional.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Coloque&#039;&#039;óculos&#039;&#039;escuros_202603241126.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conexão com [[Aiden]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulino encontrou [[Aiden]] durante missão de sabotagem a um vagão de trem — e reconheceu algo no irlandês: a disposição genuína de morrer por uma causa. Esse tipo de humano é raro. Clinicamente interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O que fez:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Salvou Aiden da explosão; levou-o ao covil como servo e objeto de estudo&lt;br /&gt;
* Permitiu que Aiden fosse abraçado pela Gangrel que também o servia — para observar o processo vampírico em tempo real&lt;br /&gt;
* Manteve Aiden em &#039;&#039;&#039;sala secreta sem portas ou janelas&#039;&#039;&#039; no covil — quarto com móveis antigos, livros e brinquedos, aparentemente bem tratado; Aiden brincava com uma barata. Suas roupas eram nobres, mas o corpo exibia os efeitos do processo Pavelita: pele muito pálida, membros desproporcionais, rosto redondo e bochechudo com olhos grandes e escuros — aparência perturbadoramente infantiloide para um ser de dez anos de existência vampírica&lt;br /&gt;
* Impôs laço de sangue (Trança) após tentativa de fuga&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Devorou a sire Gangrel de Aiden&#039;&#039;&#039; diante dele&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Deixou Aiden escapar&#039;&#039;&#039; — a fuga foi real, mas Paulino não a impediu com toda a sua capacidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A questão sem resposta:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Por que não o impediu? Foi desinteresse — dados suficientes? Foi armadilha de longo prazo? Ou Paulino viu em [[Aiden]] algo que [[Flores]] também viu, e que nenhum dos dois consegue nomear completamente?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O que persiste:&#039;&#039;&#039; A Trança ainda existe em [[Aiden]], dormente. Quando ele se esconde, algo na rede percebe. Paulino provavelmente sabe onde ele está.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ambições e Desejos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ambição:&#039;&#039;&#039; Forçar a evolução dos cainitas — criar uma linhagem que não seja parasita reativo, mas organismo autossuficiente capaz de rivalizar com a humanidade em termos evolutivos e civilizacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Desejos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Imediato:&#039;&#039; Verificar o estágio atual de adaptação dos Pavelitas nas catacumbas de Paris; coletar dados comparativos com cainitas tradicionais na cidade acima&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Médio prazo:&#039;&#039; Resolver as variáveis abertas pelo experimento com [[Aiden]] — a fuga não planejada introduziu dados contaminados que precisam de controle ou de revisão metodológica&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Longo prazo:&#039;&#039; Estabilizar a Nova Éden como colônia autossustentável e iniciar a segunda fase — expansão controlada dos Pavelitas, com a diablerie como mecanismo de seleção estrutural&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ganchos Narrativos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Rastro dos Insetos:&#039;&#039;&#039; Enxames aparecem nas catacumbas de Paris. Pode ser Paulino — ou pode ser coincidência. A paranoia de [[Aiden]] não distingue.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Emissário:&#039;&#039;&#039; Um desconhecido aborda [[Aiden]] em nome de Paulino, com uma &amp;quot;proposta&amp;quot;. Ele quer algo específico. O que é, exatamente?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A Sombra do Passado:&#039;&#039;&#039; Outro vampiro que conhecia Paulino aparece em Paris — traz informações que mudam o que [[Aiden]] acredita saber sobre seu próprio abraço.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Retorno:&#039;&#039;&#039; Paulino está em Paris. Isso é fato. O que ele quer agora?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Flores:&#039;&#039;&#039; Se os personagens descobrem que Paulino tem uma companheira — e que ela pode ser o único ponto de vulnerabilidade real — o que fariam com essa informação?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Os Pavelitas:&#039;&#039;&#039; A nova linhagem existe. Mas onde estão agora? Alguém nas catacumbas viu algo que não deveria existir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas do Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Usar com &#039;&#039;&#039;parcimônia&#039;&#039;&#039; — Paulino é mais eficaz como ameaça fantasma do que como presença física&lt;br /&gt;
* Sua aparição deve sempre ser precedida por sinais atmosféricos: insetos em locais incomuns, vítimas com alterações corporais, sensação de ser observado&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Não torná-lo um antagonista genérico:&#039;&#039;&#039; ele tem filosofia coerente que pode fazer sentido perturbador. Quando fala, parece razoável — até que o interlocutor percebe as implicações&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O terno é importante:&#039;&#039;&#039; quando aparece em cena, ele está vestido. A compostura é a Máscara. Quebrá-la é evento significativo&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O nome &amp;quot;Paulino&amp;quot;:&#039;&#039;&#039; aparentemente não é o nome que usa publicamente. Quando [[Flores]] o chamou assim, houve reação visível — expressão esvaziada, silêncio, saída da câmara. Personagens que descobrem e usam seu nome verdadeiro têm uma alavanca que ele não gosta de reconhecer&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ele chora:&#039;&#039;&#039; duas lágrimas vermelhas antes de agir contra [[Flores]]. Não é ausência total de emoção — é emoção completamente subordinada ao método. Isso é mais perturbador do que frieza absoluta&lt;br /&gt;
* A questão &amp;quot;por que deixou [[Aiden]] escapar&amp;quot; deve permanecer sem resposta&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Flores]] em torpor&#039;&#039;&#039; não encerra a relação — Paulino sabe onde ela está e fez escolhas sobre isso. Por que não a destruiu?&lt;br /&gt;
* Paulino não é violento por impulso — é cirúrgico. Cada ação tem propósito. Isso o torna mais assustador&lt;br /&gt;
* Pode ser aliado temporário se os interesses convergirem — mas os jogadores nunca devem se sentir seguros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Aiden]] ===&lt;br /&gt;
Experimento em andamento — ou encerrado? Paulino o deixou escapar por razões que talvez nem ele mesmo articule completamente. Algo em [[Aiden]] rompeu o protocolo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Flores]] ===&lt;br /&gt;
Companheira e parceira de estudos. O único ser que Paulino considera um igual — e o único que conhece seu nome verdadeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando [[Flores]] o chamou de &amp;quot;Paulino&amp;quot; durante a confrontação sobre o bebê abraçado, a menção do nome esvaziou qualquer expressão de seu rosto. Ela sabe algo sobre ele que ninguém mais sabe, e usou isso como arma. Ele sustentou o olhar sem responder — e foi embora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O ponto de ruptura:&#039;&#039;&#039; [[Flores]] abraçou um bebê abandonado e recusou entregá-lo, resistindo até à sua Dominação. Ele tentou razão, depois usou o poder — ela não cedeu. Disse &#039;&#039;&amp;quot;Me perdoe, Flores&amp;quot;&#039;&#039;, deixou duas lágrimas vermelhas escorrerem, e então arrancou o próprio coração do peito e o atravessou com as próprias garras. O que esse ato fez exatamente — se desfez a Trança entre eles, se foi punição, se foi o único meio de contê-la — não está claro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente em torpor em Gévaudan. Paulino sabe disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sire (Tzimisce do Caminho da Transmutação — sem nome registrado) ===&lt;br /&gt;
Diablerizadado durante a Primeira Revolta Anarquista. Paulino herdou seu poder e conhecimento de Vicissitude. Esse ato definiu tudo que veio depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Tzismisce]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:NPCs]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Antagonistas]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:França]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
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		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Nikolai_Dracul&amp;diff=113</id>
		<title>Nikolai Dracul</title>
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		<updated>2026-03-27T21:20:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Tzimisce]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Senhor(a) || [[Yulia Dracul]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Domínio || [[Rússia]], lado oriental além do Volga até as Estepes&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Especialidade é transformar carniçais em objetos &amp;quot;inanimados&amp;quot;&lt;br /&gt;
* Reside fixamente em uma mansão na Sibéria, tendo como subordinados Daniil Ivanov e Marfa.&lt;br /&gt;
* Teve interesse especial em &#039;transformar&#039; o corpo de [[Lev Volkov]] durante sua passagem pelo território, em direção às estepes.&lt;br /&gt;
* Parece ter uma relação de tolerância com os [[Filhos de Haqim]], em especial com [[Kassim Ibn Nadir]], ao qual permite livre transição pelo seu território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Tzismisce]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Flores&amp;diff=112</id>
		<title>Flores</title>
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		<updated>2026-03-27T21:20:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Flores ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome completo || Ofélia Joana das Flores&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Também chamada || Joana das Flores / A Moça das Rosas / A Besta de Gévaudan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Gangrel]] &#039;&#039;(anomalia: usa Vicissitude — disciplina Tzimisce)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 9ª&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Abraço || c. 1760 — França rural (região de Gévaudan)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sire || Servo Gangrel de [[Paulino]] &#039;&#039;(sem nome registrado)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Seita || Sem seita&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Papel na crônica || Co-criadora dos Pavelitas, do Coração e da Trança; parceira e depois dissidente de [[Paulino]]; possivelmente a primeira Pavelita&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Status atual:&#039;&#039;&#039; Em torpor profundo. Enterrada sem os pés, voltada para a parede, em canto isolado de cemitério abandonado em Gévaudan. &#039;&#039;(Derrota: março de 1926.)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&amp;quot;A cada morte, fico mais próxima de você, Pavel...&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conceito ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Freira cega, filha de família que não a quis, abraçada num ato de traição calculada contra os homens que a abusaram. Encontrou em [[Paulino]] o único ser que a tratou como igual. Tornou-se sua carniçal, sua parceira, sua amante, sua co-pesquisadora — e, por fim, o ponto onde ele precisou traçar um limite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Flores compartilha a visão científica de [[Paulino]] sobre o vampirismo, mas introduz nela uma dimensão que ele nunca quis: a religião, o mito, a reprodução. A Nova Éden não é metáfora para ela. É uma promessa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rompimento com [[Paulino]] foi o último elo que a prendia à razão. Depois disso, só restou a busca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Aparência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Cega.&#039;&#039;&#039; Sempre foi. Os olhos existem — azulados, quase sem cor — mas não veem. O que ela enxerga vem de outro lugar&lt;br /&gt;
* Cabelos longos e ruivos, frequentemente encharcados ou cobertos de terra&lt;br /&gt;
* Corpo muito pálido, forte mas definido pela magreza que expõe os músculos&lt;br /&gt;
* Rosto delicado, embora marcado&lt;br /&gt;
* Pele coberta por &#039;&#039;&#039;cortes profundos que emitem vapor quente&#039;&#039;&#039; — anomalia constante, efeito da Vicissitude no metabolismo&lt;br /&gt;
* Aura fria e sombria; pequenas cinzas escuras circulam sua forma&lt;br /&gt;
* Crescimentos de membros anormais: apêndices de inseto, articulações extras, terminações sensoriais que substituem a visão&lt;br /&gt;
* Sua &#039;&#039;&#039;forma bestial&#039;&#039;&#039; começou como centopeia (como [[Aiden]]) e, através de décadas de Vicissitude, evoluiu para algo maior, mais estranho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Próxima a ela, ouvem-se sussurros de centenas de mentes animais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Woman&#039;&#039;with&#039;&#039;glowing_202603231858.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ATRIBUTOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicos:&#039;&#039;&#039; Força 4 / Destreza 3 / Vigor 4&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039; Carisma 2 / Manipulação 2 / Autocontrole 1&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039; Inteligência 3 / Raciocínio 2 / Determinação 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saúde:&#039;&#039;&#039; 7 | &#039;&#039;&#039;Força de Vontade:&#039;&#039;&#039; 5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;Autocontrole 1 — a Besta está quase solta. Qualquer provocação pode desencadear frenesi imediato.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HABILIDADES ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Físicas:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Atletismo 3&lt;br /&gt;
* Briga 4 &#039;&#039;(especialidade: Combate sem visão — orientação por toque, olfato e rede sensorial)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Armas Brancas 2&lt;br /&gt;
* Furtividade 3 &#039;&#039;(especialidade: Movimento sob terra, ambientes rurais)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Sobrevivência 5 &#039;&#039;(especialidade: Wilderness — décadas fora de qualquer cidade)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sociais:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Trato com Animais 5 &#039;&#039;(especialidade: Visão delegada — enxergar o mundo através dos fâmulos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Intimidação 4&lt;br /&gt;
* Empatia 2 &#039;&#039;(funciona por impulso; ela sente mais do que analisa)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mentais:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Prontidão 4 &#039;&#039;(compensação pela cegueira — percepção aguçada por todos os outros sentidos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ocultismo 2&lt;br /&gt;
* Medicina 2 &#039;&#039;(anatomia intuitiva, adquirida via experimentos de Vicissitude)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ciência 2 &#039;&#039;(base acadêmica absorvida de [[Paulino]] — biologia, teoria evolutiva)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TIPO DE PREDADOR ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Beco sem Saída (Alleycat)&#039;&#039;&#039; — Alimenta por força; sem método refinado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Especialidade: Briga (combate sem visão)&lt;br /&gt;
* +1 Potência&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Flaw:&#039;&#039;&#039; Inimigo ● — sobreviventes que identificaram a &amp;quot;Besta de Gévaudan&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== DISCIPLINAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Animalismo ●●●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Vínculo do Familiar &#039;&#039;(Furão e dezenas de outros fâmulos — sua rede de visão)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●● Calmar a Besta &#039;&#039;(usa em si mesma, raramente com sucesso)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●● Uivar com os Lobos &#039;&#039;(comunica-se com centenas de animais simultaneamente; sua rede sensorial substitui a visão)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●● Controle da Colônia &#039;&#039;(teia de consciência que une criaturas e Pavelitas em rede compartilhada; mesmo em torpor, a rede persiste)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●●● Fusão &#039;&#039;(pode transferir sua consciência pela rede; em torpor, sua presença existe nos animais conectados)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Protean ●●●&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Sentidos do Predador &#039;&#039;(especialmente tato e olfato — compensa a cegueira)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●● Garras do Selvagem&lt;br /&gt;
* ●●● Terra de Sombras &#039;&#039;(variação: hiberna sob o solo por períodos longos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Vicissitude ●●●●&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;(disciplina anômala — herança direta dos experimentos de [[Paulino]])&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ● Modelagem de Carne &#039;&#039;(remodelação básica — própria e alheia; ela foi o primeiro sujeito dos experimentos)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●● Ossos como Argila &#039;&#039;(deformações esqueléticas; criação dos apêndices sensoriais que substituem a visão)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●● Vasos como Fios &#039;&#039;(usa vasos sanguíneos como suturas; pode causar necrose acelerada via contato; domínio parcial da Trança)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* ●●●● Transmissão de Memória &#039;&#039;(ao tocar alguém, acessa ou transmite memórias involuntariamente — efeito colateral de sua mente fragmentada)&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== VANTAGENS E DEFEITOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Antecedentes:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Lacaios ●●●● — Os Pavelitas conectados à sua rede; mesmo em torpor, o vínculo persiste&lt;br /&gt;
* Refúgio ●● — A terra de Gévaudan; o cemitério onde foi enterrada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Méritos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Estômago de Ferro ●● — Adaptado para absorver o Vitae volátil do Coração&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Defeitos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Cega ●●&#039;&#039;&#039; — Não possui visão convencional. Compensa via Animalismo (olhos dos fâmulos) e apêndices sensoriais de Vicissitude, mas perde dados em testes que dependam de visão direta sem acesso à rede&lt;br /&gt;
* Marcado ●●● — Crescimentos corporais e vapor constante tornam camuflagem praticamente impossível&lt;br /&gt;
* Obsessão ●● — Pavel; qualquer criança abandonada ou deformada desvia completamente sua atenção&lt;br /&gt;
* Inimigo ●● — Caçadores rurais de Gévaudan; facções que investigam a &amp;quot;Besta&amp;quot; lendária&lt;br /&gt;
* Máculas do Frenesi ●● — Cada frenesi acumula nova característica animal permanente; o corpo já acumulou tantas que pouco resta de humano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== INFORMAÇÕES ADICIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Humanidade:&#039;&#039;&#039; 2&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Potência do Sangue:&#039;&#039;&#039; 3&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Bane (Gangrel):&#039;&#039;&#039; A cada frenesi, adquire permanentemente uma nova característica animal. Já acumulou tantas que novos frenesis afetam partes ainda reconhecíveis de sua forma.&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Compulsão (Retorno à Selvageria):&#039;&#039;&#039; Abandona qualquer plano social e age por instinto animal puro. Não pode usar Dominação, Presença ou habilidades sociais enquanto durar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História de Flores ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Vida Mortal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Flores nasceu cega. Condições misteriosas — os pais nunca souberam explicar, ou não quiseram. O que sabem é que não quiseram arcar com ela: entregaram-na a um monastério ainda jovem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O monastério lhe deu educação e abrigo. Também servia a uma &#039;&#039;&#039;ordem precária de caçadores de vampiros&#039;&#039;&#039;. Flores viveu ali como freira — e sofreu abusos. O filho que carregava, Pavel, era fruto desse sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela não o rejeitou. Desenvolveu apego, mesmo assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Traição no Monastério ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem organizou uma comissão para destruir um vampiro poderoso na região: [[Paulino]]. Flores foi incluída no grupo sem compreender completamente o que fariam. Saíram. E foram emboscados por [[Paulino]] em forma Zulo — uma carnificina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caos, &#039;&#039;&#039;Flores enxergou oportunidade&#039;&#039;&#039;. Não apenas de sobreviver — de se vingar dos mesmos homens que a abusaram durante anos. Ela empurrou um deles sobre a criatura. Depois outro. Entregou partes dos guerreiros para o monstro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quando tudo acabou, Flores ficou de pé. E aceitou o que vinha a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Acolhimento de Paulino ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paulino]] não a matou. Pelo contrário — a acolheu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O motivo é vago até para ele. Mas [[Paulino]] tem fascínio profundo por &#039;&#039;&#039;indivíduos de grande determinação&#039;&#039;&#039;: seres humanos capazes de agir contra tudo que deveriam ser, por algo que consideram maior. Flores, uma freira cega que traiu seus companheiros com frieza calculada, era exatamente isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela tornou-se sua &#039;&#039;&#039;carniçal&#039;&#039;&#039; — uma posição muito similar à que ele mesmo ocupou com seu antigo mestre. Livre, útil, próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles acabaram se apaixonando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Cegueira e os Experimentos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paulino]] ofereceu tentar &#039;&#039;&#039;curar sua cegueira&#039;&#039;&#039;. Não conseguiu — até hoje. Mas Flores, em vez de esperar, aceitou &#039;&#039;outros meios&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele começou a experimentar &#039;&#039;&#039;Vicissitude nela&#039;&#039;&#039;: apêndices sensoriais inspirados em insetos, terminações táteis expandidas, estruturas que traduzem o ambiente em formas não-visuais de percepção. Ela se tornou o primeiro sujeito dos experimentos — voluntária e entusiasmada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi durante esse período que Flores aprendeu a usar &#039;&#039;&#039;Animalismo como visão&#039;&#039;&#039;: delegar sua percepção aos olhos de fâmulos — centenas de animais conectados à sua rede. Furão é o mais constante. Ela rastreia pessoas, mapeia territórios, observa conversas — tudo através de criaturas que as pessoas nem percebem que estão ali.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Abraço e a Perda ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando chegou o momento, Flores foi abraçada por &#039;&#039;&#039;um dos servos Gangrel de [[Paulino]]&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Abraço causou um aborto. O bebê — Pavel, filho do abuso no monastério, por quem ela havia desenvolvido apego apesar de tudo — não sobreviveu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela seguiu em frente sem parar. Assim como da primeira vez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas dessa vez alguma coisa não fechou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Vida Cainita — O Romance dos Monstros ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como vampira, Flores e [[Paulino]] construíram um &#039;&#039;&#039;romance acadêmico de monstros&#039;&#039;&#039;: dois seres completamente fora do mundo humano, unidos pela pesquisa, pela filosofia e por algo que, entre eles, funciona como afeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela absorveu a visão científica de [[Paulino]] sobre o vampirismo — o modelo evolutivo, a lógica parasitária, a necessidade de adaptação. Mas trouxe algo que ele nunca teve: &#039;&#039;&#039;analogias religiosas&#039;&#039;&#039;. O nome &amp;quot;Nova Éden&amp;quot; é dela. Para [[Paulino]], é eficiência descritiva. Para Flores, é literalmente isso — um jardim onde o que a humanidade descartou pode existir e florescer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o tempo, a forma bestial de Flores — que inicialmente se assemelhava a uma centopeia, como [[Aiden]] — foi sendo refinada por uso intensivo de Vicissitude até se tornar algo diferente: maior, mais complexo, mais estranho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Os Corações e a Trança ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;(Criações conjuntas de Flores e [[Paulino]])&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Coração ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um organismo feito de Cainitas e animais &#039;&#039;&#039;fundidos vivos&#039;&#039;&#039;. Os animais continuam vivos e são alimentados normalmente. O sangue deles é continuamente drenado pelos Cainitas incorporados, processado e engrossado até se tornar um &#039;&#039;&#039;Vitae poderoso — mas extremamente volátil e impuro&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funciona como uma usina biológica fechada: os Pavelitas coletam matéria orgânica para alimentar os animais do Coração, que produz o Vitae que os alimenta. Sistema autossustentável, como [[Paulino]] sempre quis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Trança ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Vitae do Coração é &#039;&#039;&#039;altamente viciante&#039;&#039;&#039;. Todos os Pavelitas que o consomem tornam-se hipersensíveis a laços de sangue. Isso não é falha — é feature.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Trança é um sistema de &#039;&#039;&#039;laços mútuos e interligados&#039;&#039;&#039;: cada Pavelita é ligado ao Coração por laço de sangue, e ao Coração pelos demais. Um laço de laços — uma trança. Garante a cooperação, a unidade, e a impossibilidade de deserção sem custo devastador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; [[Aiden]] foi Trançado antes de romper com [[Paulino]]. O laço ainda existe nele, dormente. Quando ele se esconde, algo na rede ainda o percebe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Divergência — O Ponto de Ruptura com Paulino ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Flores identificou o que considerava &#039;&#039;&#039;a falha fatal do plano de [[Paulino]]&#039;&#039;&#039;: vampiros não se reproduzem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma civilização Pavelita que depende exclusivamente de Abraçar humanos está sempre sujeita à interferência do mundo acima. Para Flores, isso era inaceitável. Ela começou a buscar soluções:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1. Clonagem e regeneração pelo Coração&#039;&#039;&#039; — os Pavelitas poderiam se &amp;quot;clonar&amp;quot; a partir do Coração, regenerando novos indivíduos a partir da massa orgânica. Teoricamente possível. Na prática: extremamente volátil e instável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. O experimento com o bebê&#039;&#039;&#039; — Flores abraçou um bebê abandonado que encontrou. Primeiro por impulso — o instinto materno ativado de repente, irrefreável. Mas também por curiosidade científica: &#039;&#039;seria possível abraçar um bebê e crescê-lo usando Vicissitude?&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paulino]] traçou o limite aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ele, Flores havia se perdido — os experimentos haviam ultrapassado o que a metodologia suportava. O bebê abraçado não era ciência; era obsessão. Era Pavel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rompimento foi o último freio que ela tinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Convicções e Touchstones ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Convicções:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;Toda criatura que o mundo descartou merece existir&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;O que foi tirado de mim pode ser reconstruído — de outro jeito&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;A Nova Éden não é metáfora. É para onde estou indo&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Touchstone:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Pavel&#039;&#039;&#039; — Não está vivo. Nunca vai estar. Mas Flores recria-o em cada Pavelita, em cada experimento, em cada criança que encontra e tenta proteger. Enquanto a ideia de Pavel existe, ela tem direção. O problema é que a direção a leva cada vez mais fundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ambições e Desejos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ambição:&#039;&#039;&#039; Criar um modo de existência onde o que é rejeitado pode não apenas sobreviver, mas crescer e se multiplicar — uma Nova Éden onde Pavel existiria, de alguma forma, para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Desejos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Imediato (antes do torpor):&#039;&#039; Proteger Lucía, a criança que encontrou em Gévaudan — projeção direta de Pavel&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Médio prazo:&#039;&#039; Despertar do torpor; verificar se os Pavelitas e o Coração continuam; descobrir o que aconteceu com o bebê que abraçou&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Longo prazo:&#039;&#039; Provar que vampiros podem se reproduzir — e que a Nova Éden é possível sem [[Paulino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ganchos Narrativos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A Rede Persistente:&#039;&#039;&#039; Mesmo em torpor, a rede de Animalismo não foi desfeita. Os Pavelitas ainda a sentem. Qualquer personagem que interaja com Pavelitas pode perceber uma presença no fundo da teia — algo que observa, mesmo dormindo.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Furão:&#039;&#039;&#039; O cordeiro ainda existe. Quem o encontrar encontrará os olhos de Flores. E ela, através de Furão, os encontrará de volta.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Nome Pavel:&#039;&#039;&#039; Pronunciar &amp;quot;Pavel&amp;quot; perto de qualquer Pavelita muda algo. Uma atenção que não deveria estar ali.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Despertar:&#039;&#039;&#039; Flores foi enterrada, não destruída. [[Paulino]] sabe disso. O que ele pretende fazer?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A Memória Transmitida:&#039;&#039;&#039; Fedaire, que a enterrou, recebeu visões de suas memórias ao tocar o esqueleto. O que ele viu? Essas memórias persistem nele?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Lucía:&#039;&#039;&#039; A criança humana que Flores tentava proteger. O que acontece com ela agora?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;O Bebê Abraçado:&#039;&#039;&#039; Existe. Em algum lugar. O que é agora?&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Aiden]] e a Trança:&#039;&#039;&#039; Ele foi Trançado. Quando se esconde, a rede ainda o percebe. Flores, mesmo em torpor, talvez saiba onde ele está.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas do Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Flores é uma &#039;&#039;&#039;tragédia&#039;&#039;&#039;, não um monstro simples — mesmo quando arranca membros de personagens jogadores&lt;br /&gt;
* A última visão — regenerada, segurando uma criança à luz do sol — é o coração do personagem. Ela quer algo impossível. Isso a torna devastadora&lt;br /&gt;
* O rompimento com [[Paulino]] &#039;&#039;&#039;não foi abandono&#039;&#039;&#039; — foi um limite que ele precisou traçar. Ele ainda a vê como uma igual perdida. Isso é diferente de inimizade&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Não revelar cedo que ela é a primeira Pavelita&#039;&#039;&#039; — deixar os jogadores descobrirem&lt;br /&gt;
* Se despertar sem [[Paulino]] por perto, a estabilidade mínima desaparece. O que resta é instinto, grief e obsessão com Pavel&lt;br /&gt;
* A cegueira é &#039;&#039;&#039;poder narrativo&#039;&#039;&#039;: ela nunca viu o rosto de ninguém. Conhece o mundo por toque, cheiro, som — e pelos olhos de centenas de criaturas que as pessoas ignoram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Paulino]] ===&lt;br /&gt;
Parceiro. Criador. O único ser que a acolheu depois de tudo. Ele traçou o limite que a partiu. Ela não o odeia — mas o projeto dela é maior do que o dele agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pavel &#039;&#039;(filho morto — não tem arquivo)&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
O centro de tudo. Não existe mais. Continua sendo a razão de tudo. Os Pavelitas são nomeados em seu honor — consciente ou não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Aiden]] ===&lt;br /&gt;
Foi abraçado durante a fase rebelde de Flores. Foi Trançado. A rede ainda o conecta, mesmo que ele tenha rompido. Ela o conhece de dentro para fora — literalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Furão &#039;&#039;(cordeiro — familiar principal)&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
Cuidado maternal deslocado. O único vínculo afetivo imediato que ela mantém sem ambiguidade. A janela pela qual ela observa o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucía &#039;&#039;(criança humana)&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
Projeção recente de Pavel. Flores tentava protegê-la antes do torpor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Tzismisce]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:NPCs]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Antagonistas]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:França]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Gangrel]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Domínio || [[Rússia]] / Sibéria&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Mentor || [[Tymur]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Gangrel]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Domínios]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rússia]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Gangrel]]&lt;br /&gt;
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! Território || [[Obscuravalle]], [[Itália]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clã: [[Gangrel]]&lt;br /&gt;
Território: [[Obscuravalle]], [[Itália]]&lt;br /&gt;
Senhor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Gangrel]]&lt;br /&gt;
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		<title>Vasily Korotov</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Vasily Ilytch Korotov ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Malkavian]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sire || [[Arkady Raskolnikov]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Irmãos || [[Klimment]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Domínio || [[Forte de Volzhensk]], [[Rússia]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Vasilys-imagem.png|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Visão Geral ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos 8 anos, Vasily foi vendido como servo pelos próprios pais. Seu comprador, o carrasco [[Vladimir Asimov]], o tratava com pouco afeto e grande preconceito diante de sua condição como epiléptico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos 15 conheceu e fez amizade com [[Lev Volkov]], a partir daí se sucedendo uma série de eventos que garantiriam sua liberdade e ascensão social através de uma rede de conspirações. Adotou a identidade falsa de Conde Vasily Ignativitch Tolstói e os movimentos de Lev — &#039;&#039;em aliança com [[Dimitri Volkov]], para pô-lo nesta posição&#039;&#039; — causaram a morte de Vladimir Asimov e seu casamento com a filha do homem, [[Anastasia Asimov]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte do sucesso da empreitada de [[Lev Volkov]] se deu graças a muitas de sua clarividência, um fenômeno sem controle algum que se seguia sempre com suas convulsões. Dom que levaria ao seu Abraço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os movimentos conspiratórios colocaram tanto a ele quanto Lev na mira do general [[Konstantin Bezobrazov]], [[Ventrue]] cujo controle da região dependia do domínio dos Asimov, descendentes de uma antiga linhagem de seus carniçais. Naquele mesmo ano, tal informação chegou aos ouvidos do líder [[Malkavian]], [[Arkady Raskolnikov]], que encomendou seu sequestro junto ao [[Nosferatu]] [[Krysa]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste atrito, e de suas conexões com os [[Volkov]], sucedeu-se seu sequestro a mando do clã Ventrue, perpetrado pelos Nosferatu. Durante seu rapto, foi abraçado pelo líder [[Malkavian]] [[Arkady Raskolnikov]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após os eventos do [[Ataque à Krasnoborsk]], retornou a [[Volzhensk]], onde permaneceu até então ao lado de seu aliado e irmão de criação [[Lev Volkov]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Pertinentes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Carrega também a identidade falsa de Conde Vasily Ignativitch Tolstoi — narrativa costurada por Lev Morozov para fugir do controle de Vladimir Asimov enquanto ainda eram humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Eventos Importantes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Invasão à São Petesburgo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Biografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações Básicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Campo | Valor |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Nome Completo&#039;&#039;&#039; | Vasily Ilyanovich Korotov |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Idade&#039;&#039;&#039; | 10 anos |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Data de Nascimento&#039;&#039;&#039; | 1871 |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Local de Nascimento&#039;&#039;&#039; | Propriedade rural próxima a Volzhensk |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Nacionalidade&#039;&#039;&#039; | Russo |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Profissão&#039;&#039;&#039; | Criado doméstico |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Status Social&#039;&#039;&#039; | Servo comprado (propriedade dos Asimov) |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Origem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filho de Ilya e Vera Korotov, camponeses pobres de propriedade próxima. Vendido aos Asimov ainda pequeno por alguns kopecks devido à epilepsia e &amp;quot;inutilidade&amp;quot; percebida. Não se lembra claramente dos pais biológicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vida Atual ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criado doméstico na fazenda dos Asimov, realizando tarefas leves devido às limitações da epilepsia. Desenvolveu amizade intensa com Lev Kravtsov, que lhe ensina a ler. Manifestações sobrenaturais aumentaram recentemente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relacionamento com Lev ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devoção que transcende categorias — amizade, fraternidade, proteção mútua, possível paixão não-compreendida. Prioriza bem-estar de Lev sobre própria segurança consistentemente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atributos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vantagens (Merits) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Social / Emocional ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Merit | Pontos |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| True Love — Lev Kravtsov | ●● (4 pontos) |&lt;br /&gt;
| Natural Linguist | ● (2 pontos) |&lt;br /&gt;
| Acute Senses (Psychic) | ● (1 ponto) |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Total&#039;&#039;&#039; | &#039;&#039;&#039;7 pontos&#039;&#039;&#039; |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Desvantagens (Flaws) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Physical ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Flaw | Pontos |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| Medical Condition — Epilepsia | ●●●● (7 pontos) |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Total&#039;&#039;&#039; | &#039;&#039;&#039;7 pontos&#039;&#039;&#039; |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mental ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Flaw | Pontos |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| Nightmares — Visões proféticas | ●● (3 pontos) |&lt;br /&gt;
| Compulsion — Rituais funerários | ●● (3 pontos) |&lt;br /&gt;
| Haunted — Energia de Andrei | ●● (3 pontos) |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Total&#039;&#039;&#039; | &#039;&#039;&#039;9 pontos&#039;&#039;&#039; |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Social ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Flaw | Pontos |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| Ward — Dependente dos Asimov | ●● (3 pontos) |&lt;br /&gt;
| Low Self-Image | ●● (3 pontos) |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Total&#039;&#039;&#039; | &#039;&#039;&#039;6 pontos&#039;&#039;&#039; |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contatos &amp;amp; Relacionamentos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Círculo Íntimo ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lev Volkov]] — Melhor amigo, objeto de devoção&lt;br /&gt;
* [[Mikhail]] — Colega criado, protetor gentil&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Pavel]]&#039;&#039;&#039; e Anya — Casal de criados com o qual cresceu&lt;br /&gt;
* [[Anastasia Asimov]] — esposa&lt;br /&gt;
* [[Anatoly Tolstoi]] — filho com Anastasia Asimov&lt;br /&gt;
* [[Arkady Raskolnikov]] — cainita que o abraçou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antagonistas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vladimir Asimov]] (morto) — Senhor/proprietário, fonte de terror&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Maksim Asimov]]&#039;&#039;&#039; — Jovem senhor, fonte de desconforto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Condições Médicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Epilepsia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Aspecto | Detalhes |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Tipos de crise&#039;&#039;&#039; | Tônico-clônica, ausências, atônica |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Gatilhos médicos&#039;&#039;&#039; | Stress, falta de sono, fome |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Gatilhos sobrenaturais&#039;&#039;&#039; | Presença vampírica, uso de Disciplinas |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Frequência base&#039;&#039;&#039; | 2–3 crises por semana |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Pós-ictal&#039;&#039;&#039; | Confusão, linguagem profética ocasional |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objetivos &amp;amp; Motivações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Primário:&#039;&#039;&#039; Proteger e estar próximo de Lev Kravtsov&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Oculto:&#039;&#039;&#039; Processar e compreender suas percepções estranhas&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Compulsivo:&#039;&#039;&#039; Realizar rituais adequados para mortos não-honrados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Medos &amp;amp; Vulnerabilidades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Terror absoluto:&#039;&#039;&#039; Separação permanente de Lev&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Medo constante:&#039;&#039;&#039; Crises epiléticas em momentos críticos&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ansiedade:&#039;&#039;&#039; Não compreender suas próprias percepções&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Vulnerabilidade física:&#039;&#039;&#039; Braço machucado, constituição frágil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Linguagem &amp;amp; Comunicação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Padrões de Fala ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Contexto | Característica |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| Normal | Simples, direta, apropriada à idade |&lt;br /&gt;
| Pós-ictal | Confusa, linguagem simbólica ocasional |&lt;br /&gt;
| Profética | Frases carregadas de simbolismo vampírico/histórico |&lt;br /&gt;
| Com Lev | Mais confiante, afetuosa, protetora |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Expressões Características ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;&amp;quot;Lev, não gosto daquele homem...&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;&amp;quot;Tem algo errado aqui...&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;&amp;quot;Por que o ar está pesado?&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;&amp;quot;Vamos fazer funeral para...&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Desenvolvimento Futuro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Progressão dos Poderes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Fase | Desenvolvimento |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| 13–15 anos | Supernatural Awareness ●●●●, manifestações sensoriais |&lt;br /&gt;
| 16–18 anos | Resistência parcial a Disciplinas, Oracle ●●●● |&lt;br /&gt;
| 19–20 anos | Poderes no máximo mortal, capacidade oracular completa |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas para o Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Interpretação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Sempre priorizar Lev em decisões&lt;br /&gt;
* Manifestar poderes através de linguagem infantil&lt;br /&gt;
* Processar trauma através de brincadeiras&lt;br /&gt;
* Mostrar vulnerabilidade física consistente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Mecânicas Especiais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Crises epiléticas como resposta ao sobrenatural&lt;br /&gt;
* Visões disparadas por stress ou objetos significativos&lt;br /&gt;
* Compulsões rituais perto de energia de morte&lt;br /&gt;
* Âncora emocional em Lev para estabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Arcos Narrativos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| Prazo | Arco |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Curto&#039;&#039;&#039; | Aprender a ler, lidar com separação forçada |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Médio&#039;&#039;&#039; | Manifestações crescentes, descobertas sobre Andrei |&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Longo&#039;&#039;&#039; | Escolha entre morte heroica ou corrupção como carniça |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Status Atual:&#039;&#039;&#039; A última informação de seu paradeiro é em 1890 no [[Forte de Volzhensk]] sob tutela de [[Dimitri Volkov]] e seu sire [[Arkady Raskolnikov]], devotado absolutamente a Lev Kravtsov — vulnerável, mas determinado a proteger aqueles que ama, que inclui o filho Anatoly e Anastasia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Malkavian]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<title>Klimment</title>
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		<updated>2026-03-27T21:07:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Malkavian]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 11ª&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sire || [[Arkady Raskolnikov]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infos:&lt;br /&gt;
* Foi derrotado em combate por [[Lev Volkov]] durante os eventos do [[Ataque à Krasnoborsk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Imagem do WhatsApp de 2025-10-25 à(s) 17.39.10_dad6b9c3.jpg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Malkavian]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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		<title>Arkady Raskolnikov</title>
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		<updated>2026-03-27T21:06:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Malkavian]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 10ª&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Progênie || [[Vasily Korotov]] | [[Klimment]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sire || desconhecido&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Arkady Raskolnikov ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liderança [[Malkavian]] durante o período do Império Russo. De comportamento enigmático e carregado de profecias, se isolara no vilarejo de [[Krasnoborsk]] até 1887, quando se mudou para o [[Forte de Volzhensk]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Monitora e persegue seres humanos com dons de vidência ao longo do Volga, cuja origem remete a uma antiga linhagem de carniçais Malkavianos. Este fato o levou a coordenar o sequestro de [[Vasily Korotov]]&lt;br /&gt;
* Foi o responsável, junto à sua cria, pela [[Profecia do Homem Pequeno]]&lt;br /&gt;
* Em 1890, estava instalado em [[Forte de Volzhensk]] como aliado de [[Dimitri Volkov]]&lt;br /&gt;
* Não se sabe o paradeiro dele atualmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Arkady.jpg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Malkavian]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Soledad&amp;diff=101</id>
		<title>Soledad</title>
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		<updated>2026-03-27T21:06:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Soledad ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Soledad.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Nome mortal:&#039;&#039;&#039; Soledad García  &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Clã:&#039;&#039;&#039; Lasombra  &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Geração:&#039;&#039;&#039; 11ª  &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Abraço:&#039;&#039;&#039; Final do século XVIII, Granada, Espanha  &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sire:&#039;&#039;&#039; Desconhecido  &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Seita:&#039;&#039;&#039; Anarquista  &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Conceito:&#039;&#039;&#039; Lasombra espanhola solitária que protege uma menina órfã, usando sombras para sobreviver em meio ao caos da França pós-guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atributos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Físicos ===&lt;br /&gt;
| Atributo | Valor |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| Força | ●● |&lt;br /&gt;
| Destreza | ●●● |&lt;br /&gt;
| Vigor | ●●● |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sociais ===&lt;br /&gt;
| Atributo | Valor |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| Carisma | ●● |&lt;br /&gt;
| Manipulação | ●●●● |&lt;br /&gt;
| Autocontrole | ●●● |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Mentais ===&lt;br /&gt;
| Atributo | Valor |&lt;br /&gt;
|---|---|&lt;br /&gt;
| Inteligência | ●●● |&lt;br /&gt;
| Raciocínio | ●● |&lt;br /&gt;
| Determinação | ●●● |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saúde:&#039;&#039;&#039; 6 | &#039;&#039;&#039;Força de Vontade:&#039;&#039;&#039; 6&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Habilidades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Físicas ===&lt;br /&gt;
* Atletismo 1&lt;br /&gt;
* Briga ●●&lt;br /&gt;
* Furtividade ●●●&lt;br /&gt;
* Sobrevivência ●●&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sociais ===&lt;br /&gt;
* Etiqueta (noite) ●&lt;br /&gt;
* Intimidação ●●●&lt;br /&gt;
* Lábia ●●&lt;br /&gt;
* Subterfúgio ●●●&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Mentais ===&lt;br /&gt;
* Acadêmicos (História) ●&lt;br /&gt;
* Investigação ●●&lt;br /&gt;
* Ocultismo ●●&lt;br /&gt;
* Prontidão ●●&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Especialidades ===&lt;br /&gt;
* Furtividade — &#039;&#039;Nas sombras&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Subterfúgio — &#039;&#039;Mentiras geladas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Ocultismo — &#039;&#039;Rituais de sombra&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tipo de Predador: Cleaver ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimenta-se de pessoas próximas sem que percebam. Protege suas presas como protege a si mesma — mantendo-as vivas e ignorantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Especialidade ganha:&#039;&#039;&#039; Subterfúgio — &#039;&#039;Manipulação doméstica&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;+1 Dominação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Defeito:&#039;&#039;&#039; Laço Proibido ●● ([[Lucía]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Disciplinas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dominação ●● ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;● — Compelir:&#039;&#039;&#039; Força uma ação simples através do olhar.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;●● — Mesnage:&#039;&#039;&#039; Apaga ou altera memórias de curto prazo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ofuscação ●● ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;● — Manto das Sombras:&#039;&#039;&#039; Torna-se indistinta, desaparecendo em áreas de sombra.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;●● — Passagem Invisível:&#039;&#039;&#039; Move-se sem ser percebida, mesmo em campo de visão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Potência das Sombras ● ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;● — Tentáculos de Sombra:&#039;&#039;&#039; Projeta membros de escuridão sólida a partir de sombras próximas, capazes de agarrar, imobilizar ou golpear.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Vantagens e Defeitos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Refúgio ●●&#039;&#039;&#039; — Cabana isolada na região de [[Gévaudan]]&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Lacaios ●&#039;&#039;&#039; — [[Lucía]], embora Soledad a trate mais como protetora que como senhora&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Méritos ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Linguística ●●&#039;&#039;&#039; — Espanhol (nativo), Francês (fluente)&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Belo ●●&#039;&#039;&#039; — Rosto pálido e delicado, quase escultural; +1 dado em testes Sociais de primeiro contato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Defeitos ===&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Laço Proibido ●●&#039;&#039;&#039; — [[Lucía]] é seu ponto fraco emocional; pode ser usada contra ela&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Inimigo ●&#039;&#039;&#039; — A criatura que persegue Lucía e sua cabana&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Marcado ●&#039;&#039;&#039; — Presenças muito naturais ou luminosas a incomodam; alguns mortais sentem desconforto perto dela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Humanidade: 7 ==&lt;br /&gt;
== Potência do Sangue: 2 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bane ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lasombra não possuem reflexo. Nem em espelhos, vidros, água parada ou superfícies refletantes — inclusive em câmeras e fotografias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Compulsão: Dominação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a Besta se agita, Soledad sente necessidade compulsiva de exercer controle sobre os outros. Resiste a qualquer ordem e precisa dominar cada situação — mesmo quando a cooperação seria mais prudente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Convicções e Touchstones ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Convicções ===&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;Nunca abandono quem depende de mim.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;Hierarquia é prisão — nenhum Príncipe merece meu joelho.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&amp;quot;O mundo já é sombrio o suficiente — não preciso ajudar a piorá-lo.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Touchstones ===&lt;br /&gt;
* [[Lucía]] — menina órfã que Soledad protege como filha adotiva; encarna sua última conexão com a humanidade&lt;br /&gt;
* A cabana de Gévaudan — símbolo de independência e refúgio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ambições e Desejos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ambição:&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&amp;quot;Proteger Lucía a todo custo, mesmo que precise se tornar a própria escuridão.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Desejos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Descobrir a origem e a natureza da criatura que as persegue&lt;br /&gt;
* Manter a cabana segura e oculta de qualquer ameaça&lt;br /&gt;
* Ensinar Lucía a sobreviver sem ela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Lucía]] ===&lt;br /&gt;
Menina órfã recolhida por Soledad. Impaciente, teimosa e precoce, Lucía é o único elo que ancora Soledad à humanidade. Soledad a ensina a ser &amp;quot;má&amp;quot; para sobreviver, mas mal esconde a afeição. Lucía quer ser &amp;quot;grande e malvada igual a Sole&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Furão]] ===&lt;br /&gt;
Cordeiro branco adquirido durante um confronto noturno em Gévaudan. Foi nomeado por Lucía (&amp;quot;tá furado, vou chamar de Furão&amp;quot;). O animal apresenta características sobrenaturais — sua ferida se curou rapidamente e reage a presenças ameaçadoras. Possivelmente um famulus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Selim]] ===&lt;br /&gt;
Banu Haqim otomana, anarquista, que encontrou Soledad e Lucía durante a fuga da criatura. Propôs uma aliança para caçar a besta de Gévaudan. Soledad a considera ingênua, mas útil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Brujah sem nome ===&lt;br /&gt;
Companheiro de Selim. Um homem forte, grosso e impulsivo que puxava a carroça. Soledad o rendeu facilmente — ele não é uma ameaça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Criatura de Gévaudan ===&lt;br /&gt;
Abominação desconhecida, possivelmente mais de uma. Membros longos e articulados, capaz de se espremer por frestas. Atacou a cabana e persegue Lucía. Sua natureza permanece um mistério.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas Sobre o Personagem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Soledad fala francês com sotaque espanhol marcado&lt;br /&gt;
* Suas descrições físicas a comparam à lua — rosto pálido, delicado, quase inumano&lt;br /&gt;
* Ela tem uma relação ambígua com Lucía: ora protetora, ora fria e distante&lt;br /&gt;
* Possui experiência com horrores vampíricos — mencionou já ter visto &amp;quot;carniçais dos Dragões&amp;quot; (Tzimisce)&lt;br /&gt;
* É anarquista por convicção, não por modismo; despreza a Torre de Marfim&lt;br /&gt;
* Sua filosofia pessoal: existir é penitência; ela aceita a maldição de Caim&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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! Irmãos de coterie || [[Lev Volkov]], [[Artem Razumovski]], [[Lyubov]], [[Natalya]], [[Alina]], [[Saveli]] e [[Onissim]]&lt;br /&gt;
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! Geração || 10ª geração&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
* Usa uma espécie de sabre chamado Sashka&lt;br /&gt;
* Origem: Ucrânia, Rio Zaporijia&lt;br /&gt;
* Realizou, ao lado de [[Lev Volkov]] e [[Zara]] os ataques do [[Ataque à Krasnoborsk]]&lt;br /&gt;
* Ama explosivos e patos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Descrição: Homem de impecáveis roupas aristocráticas&lt;br /&gt;
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Casada com [[Lev Volkov]], filha de [[Grigori]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
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! Irmãos || [[Lev Volkov]], [[Artem Razumovski]], [[Natalya]], [[Yaroslav]], [[Alina]], [[Saveli]] e [[Onissim]]&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
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! Domínio || [[Rússia]] / [[Volzhensk]] / [[Forte de Volzhensk]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 9ª geração&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelido || &#039;&#039;Mítia&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ancião Brujah que, ainda mortal, teve a família assassinada direta ou indiretamente pelas ações da [[Princesa Yelena Romanova]] do clã [[Ventrue]]. Em função disso, guarda profunda vingança e isso move suas ações que levarão à Revolução Russa, um meio para derrubar as forças dos Ventrue na [[Rússia]]&lt;br /&gt;
* Ao longo do arco da guerra contra os Ventrue, se alia a [[Arkady Raskolnikov]] dos [[Malkavian]] e [[Tymur]] dos [[Gangrel]].&lt;br /&gt;
* Tem relações comerciais com os [[Ravnos]], em especial com [[Miha]], do qual adquire o artefato [[Ocullus]] que entrega à [[Lev Volkov]] para que tivesse êxito no [[Ataque à Krasnoborsk]]&lt;br /&gt;
* Falecida esposa: Tatiana / Falecido filho: Oleg (guarda retratos de ambos nas paredes da Biblioteca do [[Forte de Volzhensk]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ancião com origem na família [[Volkov]], mas com pouca conexão com os descendentes atuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crias:&lt;br /&gt;
* [[Lyubov]]&lt;br /&gt;
* [[Artem Razumovski]]&lt;br /&gt;
* [[Yaroslav]]&lt;br /&gt;
* [[Lev Volkov]]&lt;br /&gt;
* [[Natalya]]&lt;br /&gt;
* [[Alina]]&lt;br /&gt;
* [[Saveli]]&lt;br /&gt;
* [[Onissim]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:dimitri-volkov-imagem.png|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Biografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dimitri Nikolaievitch Volkov — &#039;&#039;Mítia&#039;&#039; para os que têm o privilégio da proximidade — parece um oficial do exército imperial que parou de envelhecer na casa dos quarenta. Cabelos castanhos com fios grisalhos, impecavelmente penteados para trás. Olhos cinzentos. Postura rígida, mãos invariavelmente atrás das costas quando pensa. Fuma charutos. Quando sorri à noite, os caninos são estranhamente afiados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lutou ao lado de Yuri Asimov nas Guerras da Crimeia e reconheceu o sangue cainita diluído naquele homem. Aprendeu, ao longo dos séculos, a ler a herança nos descendentes. Quando um garoto chamado Lev Ivanovitch apareceu na propriedade dos Asimov em 1881, Dimitri o reconheceu de imediato — filho de [[Piotr Mikhailovitch Volkov]] seu servo pelo sangue. &#039;&#039;&amp;quot;É tão parecido com ele que qualquer idiota perceberia.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observou Lev por três anos antes de agir. Mandou [[Irina Grigorievna Meshcherskaya]] como olhos à propriedade. Esperou. Quando julgou o momento certo, apareceu no portão da fazenda com uma adaga e uma instrução: &#039;&#039;&amp;quot;Aprenda a matar, Lev. Você vai precisar.&amp;quot;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Piotr Morozov havia participado dos  [[Narodna Volya]] — o grupo que assassinou o Czar Alexandre II em 1881. Dimitri estava por trás das cenas, tecendo a rede que tornaria aquilo possível. A Revolução não é para ele um evento histórico: é a destruição metódica do sistema que protege os Ventrue na Rússia, a vingança por uma família mortal destruída pela [[Princesa Yelena Romanova]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&amp;quot;A terra pertence a quem nela trabalha&amp;quot;&#039;&#039;, disse a Lev, quando o jovem perguntou sobre os servos da propriedade. Não era retórica. Era crença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É severo na medida exata que impede erros, e raramente expressivo além disso. Quando Lev se empolgou com matar, Dimitri o silenciou com uma frase: &#039;&#039;&amp;quot;Todos nós aqui sujamos as mãos. A verdadeira decisão é escolher quando&#039;&#039; &#039;&#039;&#039;não&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;matar.&amp;quot;&#039;&#039; Quando Artem fala demais, um olhar basta para calar. Quando elogia, é com um sorriso discreto que dura menos de um segundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guarda retratos da esposa Tatiana e do filho Oleg na biblioteca do Forte de Volzhensk. Nunca os menciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas para o Narrador ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dimitri não é benfeitor — é um estrategista que investe em ativos humanos. Lev percebeu isso cedo: &#039;&#039;&amp;quot;Qual é a linha que separa a benfeitoria ameaçadora de Dimitri de um modelo novo de servidão?&amp;quot;&#039;&#039; A resposta não é simples, e Dimitri nunca a ofereceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu ódio pela aristocracia vampírica é genuíno. Mas a estrutura que constrói no lugar — com crias leais, territórios, redes de ghouls — não é tão diferente do que combate. Isso ele também nunca menciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Vampiros]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Clã Brujah]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Domínios]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rússia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
	</entry>
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		<id>https://vampiro-a-mascara.loboazul.com.br/index.php?title=Alina&amp;diff=94</id>
		<title>Alina</title>
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		<updated>2026-03-27T21:06:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Fernando: Publicado via publicar_remoto.py&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin-bottom:1em&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Clã || [[Brujah]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Mentor || [[Dimitri Volkov]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Irmãos || [[Lev Volkov]], [[Artem Razumovski]], [[Natalya]], [[Yaroslav]], [[Lyubov]], [[Saveli]] e [[Onissim]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Geração || 10ª geração&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Território || [[Odessa]], [[Ucrânia]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Alina.jpeg|thumb|300px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ucraniana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O que se sabe ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentada por Dimitri como &#039;&#039;&amp;quot;Alina de Odessa. Ucraniana&amp;quot;&#039;&#039; — era neófita quando Lev a conheceu, junto de Saveli e Onisim&lt;br /&gt;
* Sotaque ucraniano muito mais carregado que o de Yaroslav&lt;br /&gt;
* Loira; em combate os cabelos se soltam do coque&lt;br /&gt;
* Dimitri a descreve como &#039;&#039;&amp;quot;uma mulher que prefere a simplicidade e a calmaria&amp;quot;&#039;&#039; — o que a impede de ser o &amp;quot;rosto&amp;quot; político que ele precisa, mas não a impede de ser eficiente&lt;br /&gt;
* Era a mais à vontade do grupo quando os neófitos ainda eram estranhos uns para os outros; cobria a boca ao rir observando Lyubov subir num lustre&lt;br /&gt;
* Interrompe [[Saveli]] quando fala fora de hora; interrompe Artem quando faz perguntas impertinentes sobre Mihai e os Romani&lt;br /&gt;
* Em combate: levou um tiro no peito, expeliu o projétil sozinha, sacou a adaga e atacou o soldado com fúria — manchou o rosto, os cabelos e o vestido de sangue; depois saltou para um telhado como um borrão&lt;br /&gt;
* Participou da missão do [[Ataque à Krasnoborsk]]: foi com Saveli fazer reconhecimento da rota de Mihai vindo de [[Kiev]]; depois comandou seu próprio pelotão no assalto ao quartel&lt;br /&gt;
* Pegou [[Vladslav Sokolov]] em Torpor no ar quando Yaroslav jogou o corpo para ela; levou-o de volta ao cais&lt;br /&gt;
* Levava vitae para [[Onissim]] quando ele estava ferido&lt;br /&gt;
* Lev entrou em pânico ao achar que a havia perdido após a batalha — correu desesperado antes de descobrir que Yaroslav a havia mandado para o barco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;br /&gt;
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[[Categoria:Clã Brujah]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Domínios]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rússia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Fernando</name></author>
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